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Artigos

Nelson Cadena
 A mãe da gula
Foto: Acervo pessoal

A mãe da gula

Andei revisitando os sete pecados capitais, os que o Papa Gregório I publicitou, dizem que inspirado nos oito pensamentos malignos que o monge Evágrio Póntico listou no século IV do cristianismo. Não com a intenção de corrigir meus erros, levar uma vida virtuosa. Já passei dessa fase. Alguns me parecem pecados, apenas no dia seguinte. Sei que o arrependimento é um ato de generosidade do tipo não vou pecar mais, juro! Pelo menos nesta semana. Na próxima, talvez, a depender da oportunidade. 

Multimídia

Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia

Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia
O deputado estadual Adolfo Menezes opinou sobre o uso de emendas parlamentares e a contratação de grandes atrações em cidades do interior da Bahia. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (4), o deputado afirmou ser contra o pagamento de altos valores em dinheiro em cidades pequenas. Na ocasião, ele citou como exemplo shows de cantores como Gustavo Lima e Wesley Safadão, que cobram valores superiores a R$ 1 milhão.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

museu nacional

Museu Nacional faz apelo por doações pela reabertura do palácio em 2026
Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil

Seis anos após incêndio que devastou 80% do acervo, o Museu Nacional, no Rio de Janeiro faz um apelo por mais doações da sociedade para conseguir reabrir à visitação o palácio histórico dentro do prazo estimado, em abril de 2026. Apesar das necessidades, o diretor do Museu, Alexander Kellner, elogia o andamento das obras. 

 

“O trabalho está excelente, no sentido de que as obras estão andando, elas nunca pararam”, afirmou à Agência Brasil. Ele destacou, no entanto, a necessidade de conseguir mais recursos a curto e médio prazos.“Precisamos captar até novembro R$ 50 milhões e, até fevereiro do ano que vem, mais R$ 45 milhões. São R$ 95 milhões. Se a gente não tiver, a obra não vai acontecer e não vamos entregar o museu”, alertou.

 

O orçamento estimado para a reconstrução do museu, incluindo o que já foi arrecadado, é de R$ 491,7 milhões. Atualmente, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Ministério da Educação (MEC), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Congresso Nacional, Bradesco e a Vale são patrocinadores do projeto.

 

“Apesar do grande apoio que temos do MEC, que recentemente concedeu R$ 14 milhões para as obras que envolvem uma parte do palácio, é fundamental a participação da sociedade brasileira”, afirmou Kellner.

 

Com relação aos formatos de doação, o diretor da entidade aponta dois caminhos: financeiramente e com doação de acervo. “É fundamental que as empresas venham [nos procurar para doar], porque elas pagam impostos e, por meio da Lei Rouanet, conseguem abater esses impostos, sendo mais uma ajuda do governo, já que deixa de arrecadar”, explicou. 

 

Kellner afirmou ainda que a instituição está avançando na doação de itens de acervo por pessoas e instituições. “Estimamos que vamos precisar de 10 mil exemplares. Já conseguimos 1.815, que farão parte da exposição no primeiro momento, e precisamos de mais”.

 

Enquanto a reabertura do Bloco 1 (histórico) não chega, o museu realiza, anualmente, o Festival Museu Nacional Vive, com diversas atividades gratuitas na Quinta da Boa Vista, na área verde do jardim da instituição. 

 

Depois de seis anos sem um espaço permanente para visitação, o Museu Nacional inaugurou, na última quinta-feira (29), uma área vizinha ao prédio histórico para receber alunos de escolas. A reabertura total está prevista para 2028.

Museu Nacional apresenta coleção de fósseis encontrados no Nordeste com fragmentos de dinossauro até então desconhecido
Foto: Reprodução/Redes Sociais

O Museu Nacional da UFRJ apresentou uma nova coleção de fósseis encontrados no Nordeste nesta terça-feira. Entre as mais de mil peças, se encontram fragmentos de um dinossauro até então desconhecido.

 

A chegada dessa nova coleção se dá em meio aos trabalhos de restauração após o incêndio de grandes proporções que acometeu o Museu em 2018. A direção do Museu, pertencente à UFRJ, e o Instituto Inclusartiz apresentaram nesta terça-feira a nova coleção de fósseis que integrará o acervo da instituição.

 

Segundo reportagem do G1, são 1.104 vestígios, em sua maioria de plantas e de insetos, coletados na Bacia do Araripe, entre os estados do Ceará, Pernambuco e Piauí.

 

O destaque, no entanto, vai para dois fósseis de dinossauros que ainda não foram descritos pela literatura científica. Provavelmente se tratam de Dromeossaurídeos, da mesma família dos velociraptors

 

Frances Reynolds, do Instituto Inclusartiz, destacou que é importante que o museu, em seu processo de reconstrução, se volte para a digitalização de suas peças e ao fortalecimento das  relações com outras instituições. “Você pode ter o melhor prédio, mas se não tem coleção, você não tem nada”.

 

A doação faz parte de uma união entre as iniciativas pública e privada. Os fósseis foram doados pelo colecionador Burkhard Pohl. “É preciso ter uma coleção de fósseis do Brasil no museu mais importante do país”.

 

O presidente do Museu Nacional, Alexander Kellner, destacou a importância de parcerias com instituições públicas e privadas de várias partes do mundo para a reconstrução do acervo. “É uma enorme tragédia, mas temos que olhar para frente e pensar na reconstrução. O Brasil precisa do museu nacional de volta”.

 

Kellner também destacou que outras coleções doadas ao museu, fruto de parcerias serão anunciadas em breve. O presidente do Museu ainda indicou que a reabertura da instituição deve acontecer no mês de abril de 2026.

 

“O que perdemos é grave e não temos como recuperar. Os fósseis e o material etnográfico. São peças únicas. Nós temos que aprender com os nossos erros e merecer essas novas coleções. Por isso, essas doações são importantes para nós”, destacou Kellner.

 

O Museu Nacional é um dos mais antigos do Brasil. Foi fundado em 1818 pelo Imperador Dom João VI e foi residência da Família Real Portuguesa e sede do Governo Imperial. O seu acervo incluía mais de 20 milhões de itens, como fósseis de dinossauros e objetos históricos.

 

Em setembro de 2018, um incêndio acometeu o Museu Nacional, fazendo com que quase a totalidade de seu acervo fosse destruído. As causas do fogo foram atribuídas a uma combinação de fatores, como a falta de investimentos, infraestrutura precária e ausência de planos de contingência.

Museu Nacional inicia reconstrução três anos após o incêndio
Foto: Reprodução/TV Record

Mais de três anos após o incêndio, o Museu Nacional começa nesta sexta-feira (12), a ser reconstruído. Segundo o Folha, a reforma externa está prevista para ser concluída até o dia 7 de setembro de 2022.

 

A previsão inicial para a reforma do espaço estava prevista para 2019, mas foi adiada. O palácio bicentenário já foi casa da família imperial e primeira instituição científica do país. O interior do edifício está planejado para ser concluído em 2026, segundo o projeto apresentado.

 

"É uma emoção muito grande o início dessa obra, para todos nós que lutamos tanto, sofremos tanto", discursou Alexander Kellner, diretor do museu, ligado à UFRJ.

MPT-ES destina R$ 130 mil para ajudar na reconstrução do Museu Nacional 
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Após o incêndio de grandes proporções ocorrido em 2018, destruindo parte do acervo e as instalações do Museu Nacional (relembre), no Rio de Janeiro, o equipamento cultural receberá mais de R$ 130 mil do Ministério Público do Trabalho do Espírito Santo  (MPT-ES).

 

De acordo com informações da coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo, o MPT-ES fará o repasse de R$ 131.277,11 por meio da Associação de Amigos do Museu Nacional. Ainda segundo a publicação, o valor foi obtido a partir de uma ação de compensação contra uma empresa do setor de serviços alimentícios. 

 

Antes da pandemia, a reabertura parcial do museu estava programada para 2022, ano em que o Brasil completará 200 anos de independência. A conclusão das obras para reconstrução, por sua vez, eram previstas para 2025 (clique aqui e saiba mais).

Saída de Araújo cessa plano de transformar Museu Nacional em Palácio Imperial
Museu passou por reforma após incêndio | Foto: Tânia Rego / Agência Brasil

Após Ernesto Araújo entregar o cargo de Ministro das Relações Exteriores (clique aqui), o plano de tirar o papel da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) na administração do Museu Nacional e transformar o espaço em Palácio Imperial ficou comprometido.

 

De acordo com informações da coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo, o ex-chanceler “era um dos entusiastas” da ideia de transformar o equipamento em um centro turístico dedicado à memória do Império (saiba mais), mesmo já existindo o Museu Imperial, em Petrópolis (RJ). 

 

Segundo a publicação, o ex-ministro chegou a participar de uma reunião com os “conspiradores”, gerando reação da Academia Brasileira de Ciências e a Academia Brasileira de Letras, que manifestaram a poio à UFRJ, por meio de nota. "Trata-se de uma articulação descabida contra uma instituição científica que tem prestado relevantes serviços à sociedade brasileira", diz o documento.

Alemanha deve liberar parte dos R$ 2,7 milhões para reconstrução do Museu Nacional
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Mais de dois anos após o incêndio que destruiu as instalações e o acervo do Museu Nacional (relembre), o governo da Alemanha deve liberar em breve uma doação para a reconstrução do espaço. De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, esta será a primeira parcela do total de R$ 2,7 milhões previstos pelo país para a restauração deste patrimônio brasileiro. 

 

A reabertura parcial do Museu Nacional está programada para 2022 (clique aqui), ano em que o Brasil completará 200 anos de independência. A conclusão das obras, por sua vez, devem acontecer em 2025 (saiba mais), de acordo com a Agência Brasil.

Destruído por incêndio, Museu Nacional terá obras concluídas em 2025
Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil / Reprodução

Com previsão de reabertura parcial para 2022 (relembre aqui), ano em que o Brasil completará 200 anos de independência, o Museu Nacional terá as suas obras concluídas em definitivo em 2025, segundo informações da Agência Brasil. 

 

A data para o término do restauro foi apresentado, nesta quarta-feira (11), como parte do cronograma da nova estrutura de governança do museu. Para três anos antes, em 2022, a previsão é de que as fachadas, cobertura e jardins já estejam totalmente restaurados, de acordo com a arquiteta Lucia Bastos, que coordena o projeto Museu Nacional Vive.  

 

Localizado na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro, o Museu Nacional foi destruído por um incêndio na noite do dia 2 de setembro de 2018 (relembre aqui). Entre as poucas peças que resistiram ao fogo estava o meteorito Bendegó. Segundo o G1, a pedra encontrada em 1784, no interior da Bahia, foi levada em 1888 para o local após ordens do Imperador Dom Pedro II.

Caetano doa imposto para o Museu Nacional, atingido por incêndio em 2018
Foto: Lia de Paula/ MinC

Caetano Veloso e Paula Lavigne destinaram uma parte do Imposto de Renda para a reconstrução do Museu Nacional, que foi destruído por um incêndio em 2018. Lavigne utilizou as redes sociais para distribuir mensagens estimulando outras pessoas a se engajar.

 

Conforme noticiou o Estadão, Paula disse que o gesto não é doação, que é possível usar até 6% do IR, recebendo a restituição do valor no ano seguinte.

Reitoria da UFRJ diz que Museu Nacional do Rio deve reabrir exposição no palácio em 2022
Foto: Divulgação / Tânia Rêgo / Agência Brasil

O Museu Nacional do Rio de Janeiro pretende consolidar parcerias com instituições públicas e privadas com o intuito de reconstruir o prédio histórico e conquistar a meta de reabrir uma parte do palácio em 2022 para celebrar o bicentenário da independência do Brasil. 

 

De acordo com a Agência Brasil, a informação é da reitora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Denise Pires de Carvalho. “Estamos iniciando o projeto Museu Nacional Vive, com esse novo modelo de governança, que pretende atrair novos parceiros visando, em 2022, podermos inaugurar pelo menos uma parte do palácio com exposições que vão festejar o bicentenário da independência brasileira”, afirmou a reitora.

 

Em setembro de 2018, um incêndio destriu o Museu Nacional que continha um dos acervos mais importantes do mais com cerca de 20 milhões de peças. O prédio histórico foi moradia da família imperial, no parque da Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro. 

 

Segundo a reitora, em 2020 as áreas administrativa e acadêmica do museu serão reinauguradas com a construição do Campus da Cavalariça. O diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner explicou que o novo campus será construído no terreno de 44 mil metros quadrado, pertecente a União, que já foi destinado para o museu, faltando apenas alguns detalhes burocráticos para consolidar a doação.

 

Nós precisamos pensar na reconstrução da estrutura física dos laboratórios que nós perdemos. Este terreno vai ser o futuro Campus Cavalariça. O governo brasileiro cedeu esse terreno, estamos só acertando detalhes finais. Queremos construir ali inclusive um centro cultural educacional, mas ainda não temos verba. Quando conseguir essa verba, ele pode ser construído em seis, no máximo, nove meses”, disse a reitora. 

 

Denise Pires ainda afirmou que os primeiros processos de licitação do projeto do Campus da Cavalariça já foram iniciados. Segundo a reitora, as obras para a construção dos laboratórios e da parte administrativa devem começar ainda este ano, com a destinação de parte da verba da emenda impositiva da bancada fluminense, que já está disponível para a universidade.

 

“O valor disponível hoje é de R$ 68 milhões, sendo R$ 43 milhões destinados pela emenda impositiva da bancada do Rio de Janeiro na Câmara dos Deputados, R$ 21 milhões de um convênio com o BNDES e outros R$ 5 milhões repassados pelo Ministério da Educação que estão sendo administrados pela Unesco para o gerenciamento do projeto”.

UFRJ deve R$ 669 mi a responsável por obras do Museu Nacional e atribui culpa ao MEC
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), instituição à qual o Museu Nacional está vinculado, deve R$ 669 milhões para a empresa responsável pelas obras emergenciais do equipamento cultural.


De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o valor corresponde à última parcela da reforma, que tem como propósito recuperar as instalações destruídas em um incêndio ocorrido em 2018 (clique aqui).


Ainda segundo a publicação, a UFRJ confirmou a inadimplência, mas atribui a falta de pagamento pelo dato de o Ministério da Educação não ter repassado os recursos previstos para este fim.

Reitora da UFRJ quer abrir ala de Museu Nacional para 200 anos da independência
Foto: Divulgação / Roberto da Silva

Primeira mulher a assumir a reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Denise Pires de Carvalho disse que pretende reabrir pelo menos uma ala do Palácio São Cristóvão, do Museu Nacional.

 

Segundo informações da Agência Brasil, a reitora pretende reabrir até o Bicentenário da Independência do Brasil, em 7 de setembro de 2022. O Museu Nacional foi destruído por um incêndio no dia 2 setembro de 2018, perdendo grande parte do seu acervo e das pesquisas brasileiras. 

 

"Estamos trabalhando para que pelo menos uma parte do palácio possa ser inaugurada no bicentenário da Independência. Vamos trabalhar para isso e espero que possamos ter o apoio não só da comunidade nacional, da nossa sociedade, mas da sociedade internacional", destacou Denise. 

 

A reitora informou que é preciso recuperar também as salas de aula e laborartórios destruídos pelo incêndio e disse que a reconstrução do museu acontecerá em três frentes: o palácio; as áreas acadêmicas, que ficarão em um novo prédio; e a reforma do Horto Botânico do Museu Nacional, área que passou a concentrar todas as atividades desde o incêndio. 

 

"Esperamos que as obras para os laboratórios e salas de aula comecem e se concluam antes disso [reinauguração do Palácio]. Esperamos que elas comecem ainda este ano".

Museu Nacional recebe primeira parcela para reconstrução após liberação do MEC
Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil

O Museu Nacional, que sofreu um incêndio em setembro do ano passado, receberá do Ministério da Educação R$ 908 mil, dos R$ 12 milhões previstos para serem liberados até o final de 2019. A primeira parcela destinada ao museu, de acordo com O Globo, será destinada a reconstrução da fachada do casarão. 

 

O anúncio da liberação da quantia foi feito por Alexandre Kellner, diretor do Museu Nacional. De acordo com o representante da instituição, o total a ser recebido até 2021 é de cerca de R$ 43,1 milhões, 20% a menos do valor inicial previsto de R$ 55 milhões. A redução da verba faz parte do plano de contingenciamento que a pasta vem executando em diversas áreas da educação.

 

Ainda segundo Kellner, estrangeiros também garantiram ajuda. A Alemanha, por exemplo, se comprometeu em doar R$ 145 mil para a recuperação da parte elétrica de edificações vizinhas. E a França, por meio do Museu do Louvre, comunicou que vai emprestar ao Museu algumas obras. Ao todo, por parte dos países europeus, o Museu Nacional receberá ajuda de mais de 1 milhão de reais. 

Governo corta 12 milhões de orçamento para reconstrução do Museu Nacional
Foto: Divulgação

Após o incêndio que destruiu suas instalações e parte do acervo, o Museu Nacional, que tem buscado ajuda estrangeira para sua reconstrução (clique aqui), tem sofrido com o contingenciamento da gestão do presidente Jair Bolsonaro (PSL).


De acordo com informações do UOL, o bloqueio orçamentário no Ministério da Educação atinge recursos destinados à instituição, que é administrada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Segundo a publicação, dados divulgados pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior no Brasil (Andifes) apontam que o orçamento de R$ 55 milhões para a recuperação do museu sofreu um corte de 21,63%, que corresponde a cerca de R$ 12 milhões.


Os R$ 55 milhões são provenientes de uma emenda coletiva concedida pela bancada dos deputados do Rio de Janeiro, em 2018, tendo a verba destinada para recuperar a fachada, estrutura, telhado, além da construção de laboratórios e espaços para armazenamento do acervo da instituição. 


Segundo o reitor da UFRJ, Roberto Leher, "alguns processos licitatórios já estão em andamento, e outros estão em processo de finalização da licitação", mas o corte acende um “sinal vermelho” no mercado. "Se o dinheiro não for liberado, entramos em um ciclo vicioso: começamos a atrair empresas de má qualidade ou começamos a atrair empresas que vão colocar sobrepreço muito elevado. Porque, quando há dúvida sobre o pagamento, é isso que acontece nos processos licitatórios", explica. 

Alemanha deve doar cerca de R$ 4,5 milhões para reconstrução do Museu Nacional no Rio
Foto: Divulgação

A ida do diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner, à Europa (clique aqui e saiba mais) parece ter rendido bons frutos. 


De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, após ele se reunir com a ministra das Relações Exteriores da Alemanha, Michelle Müntefering, o país vai liberar, na próxima semana, a segunda parcela de aproximadamente R$ 4,5 milhões, para a reconstrução do museu brasileiro, que foi destruído em um incêndio em setembro de 2018.


Segundo a publicação, Kellner e Müntefering fecharam ainda uma agenda de atividades de aproximação entre pesquisadores e cientistas dos Brasil e da Alemanha.

Sem auxílio do governo do Brasil, diretor do Museu Nacional busca ajuda na Europa
Foto: Divulgação

Após o incêndio que destruiu as instalações e parte do acervo do Museu Nacional, o diretor da instituição, Alexander Kellner, pedirá ajuda fora do Brasil. 


De acordo com informações da coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo, sem auxílio do governo federal, Kellner viaja nesta terça-feira (21) rumo à Alemanha e França, em busca de apoio com recursos e peças. Ainda segundo a publicação, o governo alemão já fez uma doação de  1 milhão de euros, dos quais 180 mil já foram repassados ao Museu Nacional.

Governo finaliza projeto contra incêndios em museus; orçamento é de R$ 200 milhões
Foto: Divulgação

Após os desastres no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, e na catedral de Notre-Dame, em Paris, o Ministério da Cidadania finalizou um projeto para a prevenção de incêndios e recuperação elétrica em museus federais e equipamentos tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).


De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o orçamento previsto para ser aplicado é de R$ 200 milhões para reformar cerca de 50 locais. Ainda segundo a publicação, o governo pretende usar recursos do Fundo de Defesa de Direitos Difusos, vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. Dentre os locais a serem recuperados estão os museus de Arte Sacra, em Paraty, da Inconfidência, em Ouro Preto, e o Imperial, em Petrópolis.

Pesquisadores do Museu Nacional vão ao Egito para restaurar tumba
Foto: Divulgação

Pesquisadores do Museu Nacional viajarão ao Egito, em maio, para integrar o estudo e restauração de uma tumba que pertencia a Neferhotep, integrante da elite do país em 1323 a.C.. 


De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o grupo é formado por sete brasileiros, que irão trabalhar com equipes da Universidade de Buenos Aires (Argentina), Universidade de Chieti e Pescara (Itália) e da Fundação Gerda Henkel (Alemanha).


Ainda segundo a publicação, a tumba encontra-se próxima à margem oeste do rio Nilo e será aberta ao público após o trabalho dos pesquisadores.
 

Relatório sobre incêndio no Museu Nacional aponta falha na instalação de ar-condicionado
Foto: Reprodução/ TV Globo

A Polícia Federal afirmou nesta quinta-feira (4) que o incêndio responsável por destruir o Museu Nacional, no Rio de Janeiro, em setembro de 2018, se deu a partir de um dos aparelhos de ar-condicionado que estava localizado no auditório térreo do prédio de três andares. Porém, a Polícia não chegou a esclarecer se houve ação culposa (negligência) ou dolosa (criminosa, com intenção de provocar danos). 

 

De acordo com informações do site G1, o superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, Ricardo Saadi, antes de apresentar o laudo à imprensa informou que não iria responder a pergunta sobre ter ocorrido ação criminosa no incêndio. Segundo ele, a investigação ainda está acontecendo e ainda não há uma data prevista para a divulgação da conclusão do inquérito. 

 

As informações sobre o trabalho pericial foram apresentadas pelo delegado responsável pela investigação, Paulo Telles, e três peritos – um especialista em incêndios, eletricidade e outro em audiovisual. Foi descartado pela perícia que o fogo tenha sido provocado por uma descarga atmosférica (raios), incendiaríssimo, que seria um ato voluntário que provoca um incêndio ou balão inflamável. 

 

Segundo o perito Marco Antônio Isaac, especialista em eletricidade, o rompimento do cabo, que causou o incêndio, é “típico de um evento de uma sobre corrente, uma corrente maior que o aparelho pode suportar sem queda do disjuntor”, ou seja, isso gerou um curto-circuito no aparelho. 

 

O perito especialista em incêndio, Carlos Alberto Trindade, destacou que foi identificada uma falha na instalação do sistema de ar-condicionado do auditório. Um dos três equipamentos não possuía aterramento externo e não havia disjuntor individualizado para cada um dos três aparelhos.

Perícia aponta que curto em ar-condicionado causou incêndio do Museu Nacional
Foto: Divulgação

Um laudo da Polícia Federal (PF) aponta que um curto-circuito ocasionado pelo superaquecimento de um aparelho ar-condicionado foi a causa do incêndio no Museu Nacional, em setembro de 2018, no Rio de Janeiro.


De acordo com informações do Estado de S. Paulo, o documento, ao qual o jornal teve acesso, será um dos elementos utilizados pela PF para concluir o inquérito aberto sobre o caso. Até então está descarta a possibilidade de incêndio criminoso, mas os investigadores ainda irão analisar se houve negligência por parte da administração. Ainda segundo a publicação, além do laudo pericial, as autoridades irão levar em consideração também outras provas colhidas, como depoimentos.


Segundo o jornal, para investigar as causas do incidente do Museu Nacional, a PF contou com peritos de várias especialidades, dentre eles um especialista em incêndios originários de instalações elétricas, três especialistas em incêndios de grandes proporções, dois peritos treinados para reconstituição em 3D e outros dois profissionais especializados em perícia em “local de crime”, treinados para encontrar vestígios.


Durante a investigação, o local foi reconstituído em laboratório, para facilitar a interpretação de todos os acontecimentos anteriores ao início do incêndio e a dinâmica que ocasionou a destruição de todo o prédio. Nesta etapa, segundo uma fonte do jornal, os peritos notaram que o primeiro sinal de fumaça foi visto em uma sala no segundo andar do museu, onde ficava a sala que abrigava a reprodução do esqueleto do dinossauro Maxakalisaurus topai. O ar-condicionado apontado pelo laudo como foco do incêndio estava localizado exatamente abaixo deste local.

UFRJ lança edital para reforma da fachada do Museu Nacional
Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) lançou um edital para a escolha da empresa que será a responsável pelo projeto de reforma da fachada do Museu Nacional, que foi destruído por um incêndio em setembro de 2018. 

 

De acordo com informações da Agência Brasil, o anuncio do edital foi feito pelo diretor do museu, Alexandre Kellner, após sua visita ao que restou do prédio do Museu Nacional. A expectativa é que as obras tenham início ainda em 2019.  

 

"Já está na rua o edital para a confecção de projetos básicos para o início da restauração do nosso museu. Ainda não é o projeto definitivo para a recuperação do prédio, mas apenas da fachada do prédio, cujo valor deverá ficar um pouco acima de R$ 1 milhão”, disse Kellner.

 

Segundo Alexandre, a UFRJ já dispõe de R$ 71 milhões para ajudar na recuperação total do Museu Nacional. Desse valor, R$ 55 milhões foram obtidos a partir da emenda parlamentar para a reconstrução do Palácio Imperial e que já estão no orçamento da União para este ano. 

 

Outros R$ 15 milhões foram alocados pelo Ministério da Educação (MEC) e parte deles (R$ 10 milhões) estão sendo utilizados de forma emergencial na estrutura que foi criada para viabilizar as obras de escoramento da estrutura física do museu e também na própria montagem deste escoramento e da cobertura provisória das instalações.

 

Kellner informou que o Museu Nacional pretende realizar uma exposição com todo o acervo e peças que estão sendo recolhidas dos escombros ainda este ano. Entre elas, estão o Crânio de Luzia e o meteorito Bendegó.

Ministério da Cidadania cria grupo para mapear eventuais riscos ao patrimônio cultural
Foto: Reprodução / TV Globo

Após quase cinco meses do incêndio que atingiu o Museu Nacional, o governo federal, por ondem do ministro da Cidadania, Osmar Terra, criou nesta segunda-feira (28), um grupo de trabalho para investigar e observar as condições de museus, bibliotecas e imóveis tombados da União. 0s técnicos do governo também irão auditar o legado da Olimpíada do Rio de 2016.

 

De acordo com informações do site G1, o secretário especial de Cultura, Henrique Pires, informou que os profissionais terão seis meses para mapear eventuais riscos ao patrimônio cultural e também para apresentar um plano de ação que já tenha sugestões orçamentárias para solucionar situações críticas que venham a ser identificadas ao longo da inspeção. Segundo o ministério, a intenção é garantir o funcionamento e a manutenção desses imóveis. 

 

"Os bens culturais tombados têm enorme valor simbólico e referencial para o Brasil. Qualquer destruição de patrimônio é uma perda irreparável, não somente pelo valor financeiro, mas, principalmente, pelo valor simbólico", destacou o secretário. 

 

O Museu Nacional, que é dono de um acervo com cerca de 20 milhões de itens, teve a maior parte dos fósseis, registros históricos, múmias e obras de artes transformados em cinzas após um incêndio que aconteceu em setembro de 2018, durante o governo Michel Temer. 

 

As causas do incêndio ainda estão sendo investigadas, mas, após a tragédia, especialistas apontaram que prédio bicentenário estava em situação de penúria, com falta de manutenção e fiação elétrica exposta. 

 

Segundo o Ministério da Cidadania, o grupo de trabalho criado nesta segunda será presidido pela Secretaria Executiva da pasta com coordenação técnica do Instituo do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

 

O Ministério da Cidadania é responsável pela administração direta de 30 museus federais. Além disso, a pasta gerencia diversos espaços culturais que estão ligados à Fundação Nacional de Artes e ao Iphan.

 

LEGADO DAS OLIMPÍADAS 
A assessoria do ministério informou que o Parque Olímpico da Barra da Tijuca e o Velódromo Olímpico, ambos no Rio, também serão analisados pelos técnicos do governo.

 

Após o fim das olimpíadas, o espaço que custou bilhões ficou em estado de abandono e grande parte do legado continua sem uso. 

 

De acordo com o Ministério da Cidadania, o governo tem a intenção de assegurar aos dois espaços que foram utilizados nos jogos de 2016 condições de segurança para que eles continuem funcionando com plena capacidade.

Após incêndio, BNDES libera R$ 3,3 milhões para a reconstrução do Museu Nacional
Foto: Reprodução / TV Globo

Após o incêndio que destruiu parte do acervo e instalações do Museu Nacional (clique aqui), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou R$ 3,3 milhões e aprovou novas condições para a reconstrução da instituição. De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, o contrato de apoio foi assinado em junho de 2018, antes da tragédia, mas um aditivo vai deve ser assinado nos próximos dias, para permitir o uso do dinheiro para a recuperação do museu. 


Ainda segundo a publicação, o valor total da operação é de R$ 21,7 milhões, destinados ao Programa de Reconstrução do Museu Nacional. Deste valor, R$ 13,7 vão para a recuperação da instituição, sendo que R$ 3,3 milhões já foram liberados. De acordo com a colunista, do restantes, R$ 7,7 milhões serão para a elaboração de projeto arquitetônico, reforma e readequação do prédio da biblioteca central e R$ 368 mil para reestruturarum fundo patrimonial que contribua para a sustentabilidade do museu.

Museu Nacional apresenta primeira exposição após incêndio
Foto: Divulgação

O Museu Nacional apresentou a exposição “Quando Nem Tudo Era Gelo - Novas Descobertas no Continente Antártico” nesta quarta-feira (16). Esta é a primeira mostra após o incêndio que aconteceu em setembro de 2018, e destruiu cerca de 90% do acervo do museu.

 

A exposição foi montada no Centro Cultural Casa da Moeda, no centro do Rio de Janeiro e abriu para o público nesta quinta-feira (17). A mostra que tem entrada gratuita ficará em cartaz até maio.

 

“Quando Nem Tudo Era Gelo” inclui 160 peças do projeto Paleoantar, dedicado a coletar e estudar rochas e fósseis da Antártida. Entre as peças, oito foram resgatadas dos escombros do prédio. Um dos itens mais significativos é um fóssil de pterossauro, um réptil voador cujo primeiro registro na Antártida remonta ao período Cretáceo.

 

O diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner, declarou que a exposição “demonstra que o museu segue vivo e continua cumprindo a sua função”, ao abrir uma exposição quatro meses depois do incêndio.

Reconstrução de Luzia será feita em três etapas e poderá levar um ano, diz Museu Nacional
Fotos: Divulgação

O mais antigo fóssil humano das Américas, fragmentado durante o incêndio no Museu Nacional, em setembro deste ano, no Rio de Janeiro, começará a ser reconstruído no segundo semestre de 2019. Segundo o jornal O Globo, a reconstrução será dividida em três etapas: diagnóstico, reconstituição virtual e remontagem física. A previsão é de que o processo termine em 2020.

 

Para o trabalho de reconstrução do fóssil que é chamada de "a primeira brasileira", será criado um novo laboratório. Segundo a arqueóloga Cláudia Carvalho, que, ao lado de outros três pesquisadores do Museu Nacional, cuida da recuperação de Luzia, a nova sala está sendo preparada com dinheiro doado pelo governo alemão e com recursos que estão sendo adquiridos lentamente pelo museu. "O laboratório deverá receber equipamentos especiais, como um grande microscópio. Mas precisamos de outros itens, como um software de reconstrução virtual. Ainda não temos verba para todo o material necessário", explica.

 

Após a tragédia, que destruiu a maior parte dos 20 milhões de itens do acervo do Museu Nacional, os pesquisadores desacreditaram que o fóssil de Luzia, de 11.500 anos, tivesse resistido ao fogo. No entanto, no dia 19 de outubro, uma equipe de resgate encontrou os fragmentos do crânio de Luzia dentro de uma caixa de metal parcialmente destruída (lembre aqui).

Museu Nacional recebe doação de quase 190 mil euros do governo alemão
Foto: Reprodução / TV Globo

O Museu Nacional no Rio de Janeiro, que foi destruído por um incêndio no dia 2 de novembro, recebeu nesta segunda-feira (10) uma doação no valor de 180.800 euros do governo alemão.

 

De acordo com informações da Agência Brasil, o valor que equivale cerca de 808 mil reais, será utilizado na recuperação do acervo resgatado do Museu. 

 

O cônsul-geral da Alemanha no Rio de Janeiro, Klaus Zillikens, informou que a doação representa apenas uma etapa inicial, já que o Museu Nacional continuará sendo ajudado. O governo alemão tem o intuito de disponibilizar um aporte de até 1 milhão de euros, que devem ser repassados de acordo com as demandas do museu.

 

O Museu Nacional afirma que a doação será usada na compra de materiais específicos de recuperação, listados pelas equipes de busca. Artigos como computadores e lupas especiais serão adquiridos - uma delas, inclusive, vai ser usada em particular na reintegração de Luzia, o fóssil humano mais antigo do Brasil.

 

“É um valor que entra para aquilo que a gente precisa. Nós estamos extremamente gratos pela sensibilidade do governo alemão”, reforçou o diretor do museu, Alexander Kellner. 

Balé Teatro Castro Alves estreia espetáculo ‘CHAMA: Coreografia para artistas incendiárixs’
Montagem é inspirada no incêndio do Museu Nacional Foto: Vitor Abdala/A. Brasil

O Balé Teatro Castro Alves (BTCA) estreia, no dia 14 de dezembro, às 20h, na Sala do Coro do Teatro Castro Alves, o espetáculo “CHAMA: Coreografia para artistas incendiárixs”. Dirigida pelos coreógrafos Jorge Alencar e Neto Machado, a montagem utiliza como ponto de partida o incêndio ocorrido no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, para debater temas como memória, construção e reconstrução, além de questionar as atitudes da sociedade diante de ruínas. 


No palco, os dançarinos atravessam escombros e desmontes para encontrar modos de permanência e resistência. “Um museu em chamas, um teatro em ruínas, um antigo cinema do Centro da cidade tornado estacionamento, não são apenas metáforas: são o próprio corpo da destruição. Num Brasil em brasas, o corpo que arde e urge. E questiona: o que te incendeia? O que você atira na fogueira? O que se transforma com o fogo?”, debate o espetáculo.


SERVIÇO
O QUÊ:
“CHAMA: Coreografia para artistas incendiárixs” 
QUANDO: Sexta-feira, sábado e domingo, 14, 15 e 16, às 20h
ONDE: Sala do Coro do Teatro Castro Alves – Salvador (BA)
VALOR: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

Pesquisadores do Museu Nacional terão recursos para projetos
Foto: Reprodução / Destak

A Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento Social e a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) lançaram nesta quinta-feira (25) um edital para apoiar os pesquisadores vinculados ao Museu Nacional, no Rio de Janeiro.O intuito com o edital é garantir a continuidade da produção acadêmica após o incêndio que ocorreu no dia 2 de setembro. 

 

De acordo com informações da Agência Brasil, as propostas podem ser encaminhadas até o dia 23 de novembro, e será permitida apenas uma proposta por pesquisador. Os resultados serão divulgados a partir do dia 13 de dezembro. Vale destacar, que além do vínculo empregatício, institucional e localizado no Museu Nacional, os pesquisadores devem ter pesquisas ativas. 

 

A inscrição acontece em duas fases, primeiro um cadastro on-line do proponente e dos demais integrantes da equipe responsável e depois deverá ser feito o preenchimento do formulário online (acesse aqui).

 

Os recursos para o financiamento do Edital somam R$ 3.132 milhões definidos na programação orçamentária da Faperj.

Crânio de Luzia é encontrado por pesquisadores em escombros do Museu Nacional
Foto: Divulgação

Pesquisadores do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, encontraram partes do crânio e do fêmur de Luzia, fóssil humano mais antigo do Brasil, que desapareceu nos escombros do Museu Nacional, destruído por um incêndio no dia 2 de setembro (relembre aqui). 


De acordo com informações da Folha de S. Paulo, o crânio está fragmentado e os técnicos anunciaram que cerca de 80% desses fragmentos já foram identificados e o restante está passando por um trabalho de limpeza e estabilização. 

 

Após serem estabilizadas, as partes encontradas ficarão guardadas em um local, que por segurança não será informado, até que os pesquisadores consigam analisá-las e montá-las novamente. 


As partes apresentadas pelo museu nesta sexta-feira (19) estavam guardadas em uma caixa de metal dentro de um armário em um lugar estratégico do museu, para se houvesse um acidente. Outras partes dos ossos de Luzia estavam expostas ao público, mas ainda não foram encontradas. 

Turma da Mônica publica HQ em homenagem a Museu Nacional; confira
Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil

Como forma de homenagear o Museu Nacional, que teve a maior parte de seu acervo destruído, a Maurício de Sousa Produções fez uma história em quadrinhos especial. Intitulada "Insubstituível", a trama faz parte da Turma do Penadinho, cujo cenário é um cemitério.

 

Na história, a Dona Morte abriga as múmias Hori, Pestejef e Harsiese, o crânio de Luzia, fóssil humano mais antigo da América do Sul, esqueletos de dinossauros, artefatos indígenas, africanos e outras figuras, simbolizando as milhares de peças que foram destruídas com o incêndio no último dia 2, no Rio de Janeiro.

 

“Se alguém chegasse ao nosso cemitério hoje e perguntasse 'quem morreu?', eu diria... '200 anos de história!'. Mas daí, olhando tudo o que vocês fizeram... Eu vejo que a alma do museu continua aqui... Porque a história nunca morre de fato, se a gente mantiver ela viva!”, declara a Dona Morte ao final. Toda a HQ foi disponibilizada gratuitamente no Facebook da Turma da Mônica, na última sexta-feira (21).

BNDES quer regulamentar modelo sustentável de gestão de museus e bibliotecas
Foto: Vitor Abdala/Agência Brasil / MF Press Global

Após o incêndio que destruiu o acervo e instalações do Museu Nacional, no Rio de Janeiro (clique aqui e lembre), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pretende regulamentar um modelo de gestão e sustentabilidade financeira para museus, bibliotecas e outros tipos de equipamentos culturais. De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, o banco de fomento tem colaborado com a Casa Civil para aprimorar o texto de um projeto de lei que cria um modelo brasileiro de “endowments”, um tipo de estrutura para abrigar recursos a partir de doações e filantropia, no qual o dinheiro fica protegido em uma aplicação financeira de longo prazo. Através deste modelo, as instituições só poderão usar os rendimentos para custear as despesas.


“Na Europa, esse tipo de fundo existe desde o século 16. No geral, eles cobrem de 30% a 40% dos custos dos equipamentos culturais. E como só é usado o que entra de rendimento, os ‘endowments’ proporcionam uma fonte de rende quase infinita”, explicou Luciane Gorgulho, chefe do departamento de economia da cultura do BNDES, à coluna. 

Peritos descobrem local onde começou fogo no Museu Nacional
Foto: Vitor Abdala/Agência Brasil / MF Press Global

Após estudar a área, os peritos da Polícia Federal já descobriram onde teve início o fogo que destruiu o acervo e as dependências do Museu Nacional, no dia 2 de setembro (clique aqui e saiba mais). De acordo com o G1, apesar de já terem esta informação, os peritos não divulgaram o local exato, para evitar especulações sobre a tragédia. De acordo com apuração do RJTV, os investigadores não descartam a possibilidade de ter ocorrido um incêndio criminoso.

Exposição em Brasília reúne coleção indígena que escapou do incêndio do Museu Nacional
Foto: Reprodução/ Memorial dos Povos Indígenas

A exposição “Índios: Os primeiros brasileiros", que está em Brasília desde o dia 28 de agosto, reúne uma coleção de 262 peças que escaparam do incêndio do Museu Nacional que ocorreu na noite do último domingo (2) (relembre aqui).

 

Os objetos, que estão expostos no Memorial dos Povos Indígenas na capital federal, fazem parte do acervo de 40 mil peças indígenas que foram perdidas pelo fogo, que destruiu toda a parte interna da construção do museu no Rio de Janeiro. 

 

Segundo o G1, o curador da exposição, Fernando Pacheco, contou em entrevista ao portal que os objetos foram reunidos por ele, como parte de um projeto de pesquisa que ele realiza há alguns anos. Ele ainda contou que o que restou faz parte de uma “pequena amostra” do acervo que tratava também da parte antropológica. 

 

A exposição já passou por outras seis cidades antes de Brasília e pretende ficar por lá até o dia 16 de dezembro. O local ficará aberto de terça a domingo, nos períodos da manhã e tarde. 

Itamaraty e bisneto da princesa Isabel dizem ter mesa original usada para assinar Lei Áurea
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil/Agência Brasil

O Itamaraty e um descendente real reivindicam a posse da mesa usada para assinar a Lei Áurea, em 1888. De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, tanto o Ministério das Relações Exteriores, quanto João Henrique de Orleans e Bragança, bisneto da princesa Isabel, dizem que móveis de propriedade de cada um são os originais usados no momento histórico.

 
“A mesa que eu tenho foi para o exílio [com a família real]”, defendeu o príncipe, citando uma pintura de Victor Meirelles, de 1888, que retrata a assinatura da lei que aboliu a escravatura, como prova de que a sua mesa é a verdadeira. No quadro, o móvel que aparece é redondo, como o seu, já o do Itamaraty é retangular. “É a palavra da princesa Isabel contra a do Itamaraty”, destacou João Henrique de Orleans e Bragança, que pretende doar a mesa ao Museu Nacional. O Itamaraty, por sua vez, defende que a prova de que seu móvel é o verdadeiro é o livro “Palácio Itamaraty - Brasília - Rio de Janeiro” (1993).

Temer se reúne com banqueiros para discutir a reconstrução do Museu Nacional
Foto: Divulgação / Marcos Corrêa / PR

O presidente Michel Temer realizou uma reunião nesta quarta-feira (5), no Palácio do Planalto, com presidentes de bancos públicos e privados e representantes de entidades para tentar obter apoio financeiro das instituições para ajudar na reconstrução do Museu Nacional do Rio de Janeiro. 

 

De acordo com informações do site G1, Temer informou no inicio da reunião que o governo está trabalhando com a hipótese de criar fundos privados, cujos recursos iriam ser destinados à recuperação do Museu Nacional e também a investimentos em outros museus do país. Cerca de 90% do acervo do museu, com 20 milhões de peças, foi consumido pelo fogo. O incêndio destruiu a parte interior do palácio.

 

"Decidimos a hipótese da constituição de um fundo voltado inicialmente para a recuperação da obra física do Museu Nacional, mas de igual maneira à recuperação do acervo do Museu Nacional", relatou Temer aos banqueiros.

 

Durante a reunião desta quarta, Temer disse aos banqueiros que o incêndio do Museu Nacional foi uma “tragédia” para a história do Brasil e “para a museologia em geral”. Além disso, o presidente destacou que o acontecimento teve “repercussão internacional” e que alguns países se colocaram à disposição para ajudar a recompor o acervo do Museu Nacional. 

 

“Devo registrar que este lamentável evento teve repercussão internacional. E não foram poucos os países e autoridades que se comunicaram com nosso governo dispostos a colaborar até com a remessa de peças do próprio acervo, para substituir o acervo que foi destruído”, declarou.

 

Na reunião Temer chegou a convidar as empresas e entidades a ingressarem no comitê criado pelo governo para acompanhar a recuperação do Museu. 

National Geographic oferece ajuda financeira e parte de seu acervo ao Museu Nacional
Foto: Reprodução / TV Globo

Após o incêndio no Museu Nacional (clique aqui), o diretor-executivo da National Geographic Society (NatGeo), Gary Knell, ofereceu ajuda para que o Brasil reconstitua o equipamento histórico e cultural. De acordo com informações do jornal O Globo, Knell esteve reunido com o embaixador Sergio Amaral nesta terça-feira (4), e disse que pretende oferecer ajuda financeira e também parte de seu acervo, já que a NatGeo realiza pesquisas, possui museus e publicações focadas em história natural e antropologia. “Eles estão preparando uma oferta ao governo brasileiro para reunir parte de seu acervo, que é muito grande em História Natural, e se colocaram à disposição até para fazer a aproximação com outros museus do mundo”, revelou o embaixador, contando ainda que Gary Knell ofereceu itens originais e cópias. Segundo a publicação, a NatGeo informou também que está mobilizando sua rede de pesquisadores e colaboradores no Brasil para auxiliarem na reconstrução do acervo do Museu nacional.

 

 

A vice-diretora do Museu Nacional / UFRJ, Cristiana Serejo, revelou na última terça, que outras instituições internacionais também têm oferecido ajuda para a recuperação do museu brasileiro (clique aqui e saiba mais).

Bombeiros encontram crânio humano em escombros do Museu Nacional
Crânio pode ser de Luzia, fóssil humano mais antigo da América | Foto: Globo

Os bombeiros encontraram, nesta terça-feira (4), um crânio humano em meio aos escombros do Museu Nacional, após o incêndio que comprometeu o acervo e instalações do prédio histórico (clique aqui e saiba mais). De acordo com informações do G1, um grupo de especialistas irá analisar o material, que pode se tratar de Luzia, o fóssil humano mais antigo da América, com cerca de 12.500 a 13 mil anos. Um dos bombeiros que trabalhou para conter as chamas revelou que tentou resgatar o item histórico, mas não teve êxito. "Fizemos um esforço gigantesco e conseguimos nos aproximar e abrir o armário. Ao procurar Luzia, encontrei vazio e um ferro incandescente que derreteu minha luva e queimou meus dedos. Doeu, muito. Saí da sala e chorei. De dor? Não. De frustração", lembrou o soldado Rafael Luz.

Só 2 dos 13 candidatos à presidência propõem políticas para museus em programa de governo
Foto: Vitor Abdala/Agência Brasil / MF Press Global

No momento em que o país discute as consequências do incêndio que consumiu as obras e instalações do Museu Nacional, no Rio de Janeiro (clique aqui e saiba mais), a agência Lupa fez uma análise dos programas de governo dos 13 candidatos à Presidência registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e concluiu que apenas dois deles têm propostas específicas voltadas para os museus: Marina Silva (Rede) e o PT. De acordo com o levantamento, sete dos candidatos têm propostas para a cultura, sem especificar os museus: Alvaro Dias (Podemos), Ciro Gomes (PDT), Eymael (DC), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSOL), João Amoedo (Novo) e João Goulart Filho (PPL). Quatro presidenciáveis, no entanto, não trazem proposta alguma para a cultura: Cabo Daciolo (Patriota), Henrique Meirelles (MDB), Jair Bolsonaro (PSL) e Vera Lucia (PSTU).

'Cultura brasileira e o Brasil estão de luto', diz MinC sobre incêndio no Museu Nacional
Foto: Vitor Abdala/Agência Brasil / MF Press Global

O Ministério da Cultura (MinC) emitiu uma nota oficial sobre o incêndio que atingiu o acervo e as instalações do Museu Nacional, no Rio de Janeiro (clique aqui e saiba mais). No documento, a pasta lamentou “profundamente” o incidente e disse considerar que “as causas e responsabilidades devem ser rigorosamente apuradas”.


Destacando a importância do museu, que este ano completou 200 anos, o MinC  afirmou que vinha desde 2017 apoiando a direção do Museu Nacional na elaboração de projetos e na busca por recursos para financiar o plano de revitalização e requalificação. “Um total de R$ 21,7 milhões foi conseguido junto ao BNDES, que financiaria grande parte do projeto. Outras ações foram realizadas pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), com o objetivo de apoiar a gestão do Museu Nacional na busca de soluções. Infelizmente não houve tempo”, diz a nota, acrescentando que o incidente “trata-se de uma perda irreparável para o país” e que “a cultura brasileira e o Brasil estão de luto”.

 
O Ministério da Cultura afirma ainda que é necessária uma mobilização nacional para a reconstrução do museu e que a pasta “fará todo o esforço para apoiar este processo, olhando também para os demais museus do País, com o intuito de evitar que tragédias como essa se repitam e causem mais prejuízo ao patrimônio cultural brasileiro”. O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão afirmou que nesta segunda-feira (3) irão começar a fazer o projeto de reconstrução. "Também ordenei um levantamento completo das condições de proteção contra incêndio em todos os museus federais, para verificar que medidas devem ser tomadas de modo a evitar outra tragédia", afirmou Sá Leitão.

Tas chama Boulos de 'enganador' após candidato culpar Temer por incêndio em museu
Foto: Divulgação

Em plena campanha para as eleições presidenciais, os candidatos não tardaram para se manifestar após o incêndio que atinge o Museu Nacional, no Rio de Janeiro (clique aqui e saiba mais). “Muito triste o incêndio do Museu Nacional no Rio de Janeiro, atingindo 20 milhões de itens da nossa história. Os cortes criminosos de Temer em recursos da Cultura e em investimentos estão condenando nosso futuro e destruindo nosso passado”, criticou Guilherme Boulos (Psol), através do Twitter. 


O comentário do candidato parece ter irritado o jornalista e apresentador Marcelo Tas, que respondeu ao comentário energicamente. “Desculpe, não dá para me manter em silêncio. Este patrimônio de 200 anos sofre negligência do governo Temer? Tem certeza que escreveu isso?”, questionou o ex-integrante do CQC, emendando: “Você é um tremendo cara de pau, um enganador. Que alívio saber que apenas 1% dos eleitores cai no seu blablablá, impostor!”.


Boulos, por sua vez, se defendeu das acusações. “Se informe antes de atacar de forma gratuita e violenta. O orçamento do Museu Nacional neste ano foi o menor da última década, resultado da política de corte de investimentos do governo Temer. O abandono e o descaso evidentemente aumentam o risco de tragédias como a de hoje”, afirmou o candidato do Psol.


O presidente Michel Temer, citado tanto por Boulos, quanto por Tas, também comentou o incêndio. “Incalculável para o Brasil a perda do acervo do Museu Nacional. Foram perdidos 200 anos de trabalho, pesquisa e conhecimento. O valor para nossa história não se pode mensurar, pelos danos ao prédio que abrigou a família real durante o Império. É um dia triste para todos brasileiros”.

 


Foto: Vitor Abdala/Agência Brasil / MF Press Global

 

Confira os comentários de outros presidenciáveis sobre o incêndio no Museu Nacional:

 

Fernando Haddad
“Ninguém me tira da cabeça que se o Lula for registrado ele ganha no primeiro turno. Falo como cientista político. A prisão dele é inconstitucional. Há uma compreensão profunda do povo brasileiro sobre o que está acontecendo”.

 

Geraldo Alckmin
“O incêndio de grandes proporções que atinge o Museu Nacional, no Rio de Janeiro, agride a identidade nacional e entristece todo o país. Neste momento de profunda perda, quero me solidarizar não apenas com os cariocas, mas com todos os cidadãos brasileiros.

 

Ainda sobre o incêndio no Museu Nacional, diante da perda irreparável do maior acervo museológico brasileiro, devemos resgatar o compromisso de zelar permanentemente, com consciência e investimento, pela preservação do patrimônio e da memória do país”.

 

Marina Silva
"A catástrofe que ainda atinge o Museu Nacional neste domingo equivale a uma lobotomia na memória brasileira.


O acervo da Quinta da Boa Vista contém objetos que ajudaram a definir a identidade nacional, e que agora estão virando cinza.


Infelizmente, dado o estado de penúria financeira da UFRJ e das demais universidades públicas nos últimos três anos, esta era uma tragédia anunciada".

 

Jair Bolsonaro e Ciro Gomes não se manifestaram até então.

Museu mais antigo do Brasil fecha por falta de dinheiro
Foto: Divulgação
O Museu Nacional, mantido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), teve a visitação interrompida por tempo indeterminado desde segunda-feira (12), por causa de problemas com limpeza e vigilância, decorrentes da falta de verba para manutenção. O anúncio do fechamento foi fixado na porta da instituição e divulgado no site oficial do museu. A crise ocorre há meses e, nos últimos dias, funcionários terceirizados responsáveis pela limpeza fizeram uma paralisação, por não receberem seus salários. Ainda na segunda (12) o Ministério da Educação liberou R$ 4 milhões para a UFRJ, mas a instituição ainda não pode avaliar se o dinheiro será suficiente para quitar dívidas e reabrir o museu. Em 2014, cerca de R$ 60 milhões, 20% do orçamento anual do museu, não foram liberados pelo MEC.
 

 
Em nota enviada antes da liberação da verba, a direção da UFRJ criticou a atuação do governo federal. “Naquela que deveria ser a ‘Pátria Educadora’, conforme promessa da presidente Dilma Rousseff em sua posse, a UFRJ não tem recebido os recursos que lhe cabem, até para pagamento das empresas que prestam serviços de limpeza e portaria ao Museu Nacional. Impotente diante do que parece ser uma total insensibilidade da chamada ‘política de austeridade’ diante das necessidades básicas de nossa universidade e, neste caso, do Museu Nacional, só nos resta esclarecer a comunidade universitária e a sociedade sobre a realidade que explica a suspensão das visitas, e vir a público para solicitar o apoio da sociedade e buscar sensibilizar as autoridades governamentais”.
 
Após a liberação da verba, em texto assinado pela reitoria, a universidade informa que o pagamento de dívidas poderá ser feito a partir desta semana. “A UFRJ aguarda a normalização do Sistema Integrado de Administração Financeira do Tesouro Nacional (Siafi) para realizar liquidação e pagamentos de faturas”, diz a nota oficial. “Os pagamentos em atraso só poderão ser feitos agora”, conclui.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
De duas, uma: ou alguém afasta o Soberano de enxada, pás e afins, ou coloca ele num curso de pedreiro. Outro que precisa de um choque de realidade, aparentemente, é Juninho de Elmar. E enquanto Bruno de Wagner confunde a todos com sua estratégia eleitoral, o Galego se mostra o melhor garoto propaganda do governo. Mas ninguém está com uma imagem melhor do que Maistarde. E o Bonitão mostrou que o molejo ainda está em dia. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro
Foto: Reprodução / TV Globo

"Não tenho que justificar nada para ninguém". 

 

Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL) ao comentar sobre a sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, preso no caso do Banco Master. Em coletiva realizada em frente ao Quartel-General da Polícia Militar do Rio, onde acompanhou a entrega de armamentos e viaturas, o parlamentar afirmou que não precisava avisar a aliados sobre sua relação com Vorcaro.

Podcast

Deputado Adolfo Menezes é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira

Deputado Adolfo Menezes é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira
Foto: Projeto Prisma
O deputado estadual Adolfo Menezes (PSD) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (4). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias. 

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