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murilo couto
O comediante brasileiro Murilo Couto precisou cancelar a apresentação que faria em Moçambique no final de semana após ter a entrada no país africano impedida pelas autoridades.
O ex-The Noite estava na companhia de outros humoristas, sendo Gilmário Vemba, da Angola e Hugo Sousa, de Portugal, que também tiveram a entrada barrada sem maiores justificativas.
Murilo ficou aguardando a liberação o aeroporto internacional de Maputo desde 14h (9h no horário de Brasília). O valor dos ingressos adquiridos pelo público serão reembolsados pela produtora.
Especula-se que a proibição da entrada do trio de humoristas no país tenha ligação política. Isso porque, em julho, Gilmário participou de um encontro em Lisboa, onde celebraram a expressão “Anamalala”, que em macua, língua falada no norte moçambicano, significa “vai acabar” ou “acabou”.
O termo foi utilizado pelo ex-candidato à presidência Venâncio Mondlane, durante a campanha nas eleições de 9 de outubro de 2024, cujo resultado ele contesta.
Desde então, o país vive um cenário de tensão social, com manifestações convocadas por Mondlane contra a vitória de Daniel Chapo.
O humorista Murilo Couto desembarca na capital baiana para única apresentação do show “Falando com Carros”, em cartaz no dia 28 de agosto. O espetáculo será realizado a partir das 22h, no Big Bompreço Drive-In Salvador, localizado no Centro de Convenções, na Boca do Rio.
Com mais de 10 anos de experiência na comédia stand up, esta é a estreia do humorista paraense no formato drive-in. Para a nova empreitada, ele promete levar ao palco o improviso, além de seus personagens como o rapper Emicouto e o Murilo Coach.
Os ingressos custam R$ 200 (setor azul e vermelho) e R$180 (setor amarelo e branco) por veículo, com lotação máxima de quatro pessoas. As entradas estão à venda na plataforma Sympla (clique aqui).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.