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Anunciada como a primeira baiana no reality show 'Casamento às Cegas Brasil 4', Muriel de Aquino Silva, de 36 anos, foi vista poucas vezes no programa da Netflix e chamou atenção pelo desaparecimento ao longo dos episódios.
A executiva de vendas, que entrou no programa em busca de um parceiro decidido e com vontade de ter filhos, chegou a encontrar o "par ideal", Gabriel Kaled, no entanto, a história deles não foi escolhida para ser mostrada.
Foto: Netflix
O casal chegou a noivar após a fase das cabines, mas não teve lua de mel, e após muitos questionamentos, Muriel contou no Instagram que foi uma decisão da Netflix de não mostrar a história deles. “[Produtores da Netflix] Escolhem os 5 casais que eles acreditam que irá render mais conteúdo”, contou.
Foto: Netflix
Nesta temporada, a Netflix selecionou as histórias de Ariela e Evandro, Marília e Patrick, Ingrid e Leandro, Leonardo e Vanessa, e Alexandre e Renata, para continuar contando.
Apesar de terem ficado "invisíveis", Muriel e Kaled deram continuidade ao relacionamento e nos episódios finais contaram que estão pagando os boletos para fazerem a própria festa de casamento.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.