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O penúltimo dia do Mundial de Natação Paralímpica contou mais uma medalha de Gabrielzinho. Com o prêmio, o Brasil seguiu na sexta colocação no quadro de medalhas, com 36 na conta, sendo 12 outros, 15 pratas e 9 bronzes.
A prova da conquista de Gabriel foram os 50m costas S2, com o tempo de 53s06. Além disso, Mariana Gesteira garantiu o segundo ouro do país nos 100m costas S9. O melhor tempo foi o da atleta que completou a prova em 1m08s79.
Nas provas de revezamento Douglas Matera, Carol Santiago, Lucilene Sousa e Matheus Rheine garantiram a medalha de prata nos 4x100 livre. Junto a eles, Gabriel Bandeira, Ana Karolina Soares, Beatriz Flausino e Arthur Xavier também conseguiram a mesma posição.
No quadro de medalhas, a China segue na liderança com 30 pódios: 16 ouros, 8 pratas e 6 bronzes. O vice é a equipe da Itália, com 40 medalhas: 15 ouros, 14 pratas e 11 bronzes. Para completar o pódio, os Estados Unidos estrelam com 30 medalhas, sendo 14 ouros, 6 pratas e 10 bronzes.
Em mais um dia de Natação Paralímpica no Campeonato Mundial de Singapura, além do ouro conquistado pelo multimedalhista Gabriel dos Santos, o Gabrielzinho, o Brasil cresceu no quadro de medalhas e chegou aos 25 prêmios na edição 2025. O atleta, além de ter sido campeão dos 200m livres, finalizou a prova em 3min58s45 e bateu o recorde da competição.
Nos 100m costas da classe S2 (deficiência física severa), Gabrielzinho já havia conquistado o tricampeonato na última terça-feira (23). No total, essa foi a oitava medalha conquistada pelo atleta, levando em consideração que, em todas as oportunidades, Gabriel dos Santos levou ouro para casa.
Ao longo da competição, Talisson Glock também foi um dos nadadores que conquistou uma medalha para o Brasil. Na prova dos 400m livre da classe S6 (deficiências físico-motoras), o atleta conquistou uma prata após ficar logo atrás do italiano Antônio Fantin.
A brasileira Lidia Cruz ainda garantiu uma medalha de bronze na disputa dos 50m costas na classe S4 (comprometimentos físico-motor significativo), com apenas um milésimo de diferença de Mira Larinova, no quarto lugar.
Ao final do dia, Mariana Ribeiro também elevou o nível do Brasil e conquistou a medalha de prata nos 100m livre na classe S9 (deficiências físicas mínimas). A equipe de revezamento medley também garantiu ouro ao país com 49 pontos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.