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mulheres presas em juazeiro
Três mulheres foram presas nesta sexta-feira (14) acusadas de integrar uma organização criminosa com atuação em Juazeiro, no Sertão do São Francisco. Segundo a Polícia Civil, uma das detidas é cunhada do líder da quadrilha e responsável pela contabilidade do grupo.
Na casa da acusada, os policiais apreenderam uma quantia de R$ 20 mil, além de joias, vários relógios, caderno de anotações do tráfico, cartões bancários e escrituras públicas de imóveis. Durante as investigações, descobriu-se que a quadrilha movimentou mais de R$ 3 milhões em 2022.
A ação faz parte da segunda fase da Operação Holanda deflagrada para desarticular o braço financeiro da organização criminosa. Outros sete mandados de prisão preventiva foram cumpridos em Juazeiro, Casa Nova e Camaçari. Alguns dos acusados já estão detidos em presídios. A operação foi conduzida pelos Departamentos de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e de Polícia do Interior (Depin).
As três mulheres foram levadas para uma delegacia e tiveram cumpridos os mandados de prisão por tráfico de drogas, homicídio, lavagem de dinheiro, organização criminosa e associação para o tráfico cumpridos.
Todo material apreendido será encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) para perícia. Atuaram também na operação a Coordenação de Apoio Técnico à Investigação (CATI), policiais da 17ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Juazeiro), Núcleo de Operações do DHPP, Rondesp Norte e o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado do Ministério Público da Bahia (MP-BA).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.