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mulheres nas artes marciais
A convidada do podcast BN na Bola nesta terça-feira (15) foi Martinna Rey, baiana multicampeã mundial de karatê. Durante a conversa com Hugo Araújo e Thiago Tolentino, a atleta ressaltou a importância da prática das artes marciais pelas mulheres para a defesa pessoal.
“Como a natação é importante para a pessoa a nível de sobrevivência, eu acho que todos devem aprender a nadar, e ultimamente, você aprender uma arte marcial também é de suma importância. Porque a gente pensava antigamente: 'vou aprender a me defender para brigar na rua, por causa de um ladrão ou por causa de uma pessoa que está tentando invadir minha casa', mas hoje em dia, a gente pratica uma arte marcial para se defender dos próximos”, afirmou.
A carateca destacou que em muitos casos, a violência está mais próxima do que o esperado, vindo até mesmo de pessoas que estão no convívio. Martinna ainda comentou que a prática das artes marciais não garantem apenas força e poder de ataque para as mulheres, mas também uma resistência para suportar golpes e um raciocínio mais rápido, onde o contexto da situação obrigue a pessoa a pensar em uma estratégia diferente.
“A violência está dentro dos nossos lares, está com nossos colegas de convívio, de trabalho, com nossos amores que não deram certo e eles não se conformam que tudo tem um fim e que esse término tem que ser amigável. Essa questão da aceitação hoje em dia é muito complicada, as pessoas não aceitam e não respeitam o limite do outro, então a arte marcial entra agora neste contexto. A gente não se defende apenas de uma pessoa que está de fora da nossa esfera, temos que nos defender da pessoa que está no nosso convívio íntimo. Então é uma questão de sobrevivência, tem que aprender não só a bater, mas também a suportar. A pessoa que treina também aprende a suportar a quantidade de golpes, o seu corpo vai estar preparado para aquilo, e se desvencilhar da melhor forma, além de garantir um raciocínio melhor para a situação”, explicou Martinna Rey.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.