Artigos
A mãe da gula
Multimídia
Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
muda
A Premier League anunciará em fevereiro a campanha “With Pride”, iniciativa que passará a substituir a parceria mantida por 12 anos com a campanha Rainbow Laces, da ONG Stonewall. A mudança ocorre após episódios de controvérsia envolvendo atletas que optaram por não participar das ações anteriores por motivos religiosos. A informação foi divulgada inicialmente pelo Trivela.
De acordo com a liga, nenhum jogador será obrigado a utilizar braçadeiras com as cores do arco-íris. O posicionamento de apoio à comunidade LGBTQIA+ será demonstrado de forma coletiva, por meio de painéis de LED, telões, ativações nos estádios e outras ações institucionais.
Entre as iniciativas previstas, a Premier League planeja a produção de uma sessão de fotos com um torcedor LGBTQIA+ representando cada clube, material que será publicado pela revista britânica Gay Times. Além disso, um artista queer será convidado a criar obras temáticas exclusivas para cada equipe da competição.
Nos últimos anos, a campanha Rainbow Laces esteve no centro de debates dentro da liga. O então capitão do Crystal Palace, Marc Guehi, escreveu uma mensagem religiosa em sua braçadeira durante a ação. Já Sam Morsy, capitão do Ipswich Town, manifestou desconforto em relação ao uso do símbolo por razões religiosas. Em outro episódio, jogadores do Manchester United desistiram de participar de uma ação de apoio após um atleta se recusar a integrar a iniciativa.
Segundo o jornal The Athletic, um jogador também teria se incomodado ao aparecer na arte de divulgação de uma partida durante o período da campanha Rainbow Laces. O clube envolvido afirmou que a escolha não foi intencional, mas o atleta demonstrou preocupação com a possibilidade de ser rotulado como homossexual.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.