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morto a tiros
Um homem foi morto a tiros em praça pública, em um dos pontos conhecidos do município no centro de Capim Grosso, no Centro-Norte baiano. O caso aconteceu ainda na madrugada desta quarta-feira (17), o crime ocorreu na praça Cesiano Carlos do Nascimento, a principal com a sede da prefeitura da cidade.
Segundo informações colhidas no local, a vítima foi surpreendida por disparos de arma de fogo e, devido à gravidade dos ferimentos, não resistiu e veio a óbito antes mesmo da chegada de socorro médico. A Polícia Militar isolou a área até a chegada da equipe do Departamento de Polícia Técnica (DPT).
Após a realização da perícia de campo, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Jacobina, onde passará por necropsia antes de ser liberado para o sepultamento. Até o fechamento desta matéria, não há informações sobre a autoria ou a motivação do ataque.
A Delegacia Territorial de Capim Grosso já deu início às investigações as informações foram confirmadas pelo Augusto Urgente, parceiro do Bahia Notícias. Agentes da Polícia Civil buscam por câmeras de segurança nas proximidades e depoimentos de testemunhas para identificar os responsáveis pelo homicídio.
Um homem, de 42 anos, foi morto a tiros neste domingo (18) em São Sebastião do Passé, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). O crime ocorreu neste domingo (18) no bairro Urbis 4. Segundo a Polícia Civil, a vítima foi identificada como Carlos Gustavo Dórea Sena Franca. Até a manhã desta segunda-feira (19), nenhum suspeito foi localizado.
O corpo da vítima foi levado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) onde passará por perícia. Não há informações sobre o velório e sepultamento da vítima. A 37ª Delegacia investiga a autoria e a motivação do homicídio.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.