Artigos
Pesquisa, diagnóstico e dignidade: o compromisso do MCTI com a saúde da mulher
Multimídia
Rosemberg prevê vitória de Jerônimo contra ACM Neto no 1º turno
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
morte em paulo afonso
Um vereador de Paulo Afonso, na divisa da Bahia com Sergipe e Alagoas, foi encontrado morto na noite desta quinta-feira (17). A vítima, identificada como Albério Carlos Caetano da Silva (PRD), conhecido como Bero do Jardim Aeroporto, foi encontrado sem vida em um imóvel no bairro Boa Esperança. O legislador, de 53 anos, estava no quarto mandato consecutivo.
O velório acontece nesta sexta-feira (18) na casa dos pais do vereador, no bairro Jardim Aeroporto. Não foi divulgado onde e quando acontecerá o sepultamento.
A morte do vereador ocorreu momentos depois do homicídio de um homem, conhecido como Marquinhos, ocorrido em via pública, perto de um campo de futebol. Ainda não há informações se os casos têm alguma relação.
Segundo o PA Notícias, o presidente da Câmara de Paulo Afonso, Zé de Abel (PSD), manifestou pesar sobre a morte do colega. “Recebemos com profunda tristeza a notícia do falecimento do vereador Bero do Jardim Aeroporto (…). Que Deus, em sua infinita misericórdia, conforte os corações enlutados e conceda descanso eterno ao nosso estimado amigo”, disse o presidente da Câmara da cidade.
Bero do Jardim Aeroporto era natural de Sertânia, em Pernambuco, e chegou a Paulo Afonso em 1973, ainda criança, junto com os pais.
Ao longo do tempo se tornou conhecido pela defesa de causas sociais e foi presidente da Associação de Moradores do Bairro Jardim Aeroporto. Na última eleição, o vereador foi o quinto mais votado e obteve 1,5 mil sufrágios.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.