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morte de professores
O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), através da 2ª Câmara Criminal, decidiu por unanimidade acatar um habeas corpus apresentado pela defesa do publicitário Edésio Lima, acusado de ser mandante da morte de dois professores dirigente da APLB em Porto Seguro, na Costa do Descobrimento.
Segundo o Radar News, parceiro do Bahia Notícias, as vítimas, Álvaro Henrique e Elisney Pereira, foram mortas em uma emboscada em setembro de 2009. A decisão que extingue a ação penal contra Edésio Lima foi tomada na última segunda-feira (27).
Outros dois réus ainda respondem pelo duplo homicídio, em liberdade, caso dos ex-policiais militares Sandoval Barbosa dos Santos e Joilson Rodrigues Barbosa. Eles também negam participação no crime.
Edésio Lima, que ocupava a secretaria de governo e comunicação de Porto Seguro à época do crime, na administração do então prefeito Gilberto Abade, havia sido apontado pelo Ministério Público (MP-BA) como o mandante do assassinato dos professores.
Com a nova decisão, Edésio Lima não participará do júri popular marcado para o próxima terça-feira (5), no Fórum de Itabuna. O julgamento, no entanto, será mantido para os ex-policiais acusados de aliciadores dos executores do crime.
Após a decisão, Edésio Lima concedeu ao Radar News o primeiro depoimento público em quase 17 anos. O publicitário, que chegou a cumprir sete meses de prisão preventiva, reafirmou sua inocência e fez críticas à condução do inquérito.
“Venho a público não para me defender, mas para mostrar a minha indignação sobre a farsa processual que me colocaram apenas para atender ao apelo da opinião pública e aproveitamento político à época”, afirmou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.