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morte de professoras em ilheus
Nesta segunda-feira (15), completa-se um mês do triplo homicídio que chocou Ilhéus, no Litoral Sul, e que vitimou Alexsandra Oliveira Suzart, de 45 anos; Maria Helena do Nascimento Bastos, de 41; e Mariana Bastos da Silva, de 20. As três mulheres foram encontradas mortas com marcas de facadas no dia 16 de agosto, após ficarem um dia desaparecidas.
O principal suspeito, Thierry Lima da Silva, em situação de rua, foi preso e confessou o crime. Ele permanece custodiado no Conjunto Penal de Itabuna, na mesma região. Em depoimento, afirmou que teria agido sozinho e que, sob efeito de drogas, arrastou uma das vítimas com o objetivo de cometer um roubo.
Segundo ele, as outras duas mulheres tentaram intervir e também foram atacadas. O suspeito relatou ainda ter levado R$ 30 das vítimas.
Apesar da confissão, a investigação ainda não foi concluída. Um dos pontos pendentes é a divulgação do exame de DNA coletado nos corpos, que poderá esclarecer se houve participação de outras pessoas no crime.
De acordo com informações da TV Santa Cruz, a Delegacia de Homicídios de Ilhéus segue apurando as circunstâncias do caso, enquanto o acusado permanece preso preventivamente.
MORTE DE COMPANHEIRO
Thierry também é suspeito de matar Lucas dos Santos Nascimento, com quem tinha um relacionamento. Segundo o delegado Jorge Figueiredo, por conta desse crime, ele teve o mandado de prisão preventiva cumprido, após ter sido preso em flagrante por confessar o triplo homicídio das mulheres.
A vítima teria morrido no dia 21 de agosto após ficar 14 dias internada no Hospital Costa do Cacau, em Ilhéus, com sinais de politraumatismo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.