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morte de crianca em transporte
A Câmara de Vereadores de Ipirá na Bacia do Jacuípe, arquivou uma CPI [Comissão Parlamentar de Inquérito] para apurar o transporte escolar do município. Pelo placar de 7 a 6, a Casa seguiu um parecer da comissão de Constituição e Justiça [CCJ] que já havia votado pela anulação da CPI.
Nesta quarta-feira (27) faz um mês do acidente em que uma criança de cinco anos morreu. Yasmin dos Santos Oliveira era transportada em um veículo veraneio, de fabricação de 1976, quando a porta se abriu e a criança caiu na estrada. Ela ainda foi socorrida para um hospital da cidade, mas não resistiu aos ferimentos.
Votaram contra a investigação do caso no âmbito da Câmara os vereadores Raimundo Simas (União), Deteval Brandão (PSD), Weima Fraga (PSD), Benedito do Leite (PSD), Heckel Gomes (PSD), Nielson Reis (PSD) e Arnor do Sindicato (PT).
Os favoráveis à CPI foram André da Saúde (União), Mundinho de Nova Brasília (União), Suíta (União), Divanilson Almeida (União), Luma Gusmão (PCdoB) e Laelson Neves (União).
Em nota ao Bahia Notícias nesta terça, a Promotoria de Justiça de Ipirá informou que a apuração do fato “encontra-se em fase de instrução”. A partir do promotor Ailson de Almeida Marques, o órgão comunicou que já abriu uma ação civil pública para obrigar o Município a adotar medidas de segurança no transporte escolar e já requereu vistoria nos veículos que servem aos estudantes.
A Polícia Civil disse que o inquérito segue em andamento, e o laudo do Departamento de Polícia Técnica (DPT) também não foi concluído. Já a Defensoria Pública do Estado (DPE/BA) comunicou que participa da apuração do caso.
Logo após o acidente, a prefeitura de Ipirá informou que tanto o transporte como o motorista atuavam dentro da legalidade. Um dia depois do acidente, a gestão municipal informou a abertura de uma sindicância para apurar as responsabilidades em decorrência do acidente, com previsão de ser concluído em até 60 dias.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.