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morte de advogado
Um homem acusado de causar a morte por atropelamento de um advogado foi preso em Jiquiriçá, na região do Vale do Jiquiriçá. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (20) pelo Blog do Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias.
O homem preso foi identificado pelo prenome de Claudecir. Ele conduzia um veículo em um trecho da BR-420 quando atingiu o advogado José Jorge Costa Figueirêdo Júnior, de 36 anos. O fato ocorreu no dia 19 de abril passado. Ainda segundo informações, o proprietário do carro envolvido no acidente segue procurao.
José Jorge permaneceu internado por dez dias em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no dia 28 de abril.
De acordo com a Polícia Civil, as investigações apontaram indícios de que o motorista do Ford Focus dirigia sob efeito de álcool no momento do acidente. Ele teria consumido bebida alcoólica durante um torneio de futebol antes de seguir viagem.
Ainda segundo a investigação, o veículo trafegava em alta velocidade e na contramão da rodovia, tendo quase provocado outras três colisões antes de atingir o Chevrolet Onix conduzido pela vítima. Com base nas investigações, foi solicitado ao Ministério Público o pedido de prisão preventiva, que foi depois autorizado pela Justiça.
No carro conduzido por José Jorge também estavam a esposa e as duas filhas do advogado. Nenhuma delas sofreu ferimentos graves.
Um homem foi preso acusado no homicídio do advogado Gleidson Nery de Jesus, de 40 anos. Outro suspeito segue procurado pela polícia. O defensor foi morto no distrito de Pilar, em Jaguarari, no Piemonte Norte do Itapicuru, no último dia 1° de setembro.
Segundo a Polícia Civil, o suspeito, que não teve o nome informado, foi preso no distrito de Carnaíba, também em Jaguarari, enquanto praticava roubos com um adolescente. O menor não é investigado pelo assassinato do advogado. A prisão ocorreu neste sábado (21).
Devido à morte de Gleidson Nery, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) lamentou o ocorrido e disse que acompanha as investigações do homicídio. Nas redes sociais, a vítima se apresentava como profissional que atuavam em questões civis.
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Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.