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moeda digital
O Banco Central anunciou os próximos passos para implementação da primeira moeda digital oficial brasileira e adiantou que o “primo do Pix” se chamará Drex. Segundo a autarquia, o nomenclatura vem da abreviação de digital real x. A projeção é que o produto seja disponibilizado ao público até o fim de 2024, embora o cronograma ainda possa sofrer alterações.
O coordenador da iniciativa do Real Digital, Fábio Araújo, participou da transmissão do BC nas redes sociais na tarde desta segunda-feira (7) e afirmou que o projeto segue em fase de testes.
O BC já havia antecipado que o tema vinha sendo discutido nos últimos anos, com a criação de um grupo de trabalho em 2020 e as diretrizes do projeto divulgadas em 2021.
COMO FUNCIONA
De acordo com informações do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, a moeda digital será como as cédulas físicas, com os mesmo valores e fundamentos. A emissão, assim como é feito nas notas atuais, só poderá ser feita pelo BC, com lastro no real brasileiro.
A moeda terá como foco o uso em carteiras digitais chanceladas pela autoridade monetária para pagamentos, mas também poderá ser trocada pelo real tradicional, em notas. As operações terão garantia jurídica e de privacidade e um dos objetivos é aumentar a segurança, com novas possibilidades para garantir a autenticidade de transações.
Embora seja tratado como “primo do Pix” – na leva de iniciativas de digitalização capitaneadas pelo BC – o Real Digital será a moeda em si, enquanto o Pix é uma tecnologia para transações instantâneas.
O Real Digital também não se trata de uma criptomoeda como o bitcoin, que não tem lastro em uma moeda soberana nacional. O Real Digital terá o mesmo valor de um real em cédula física.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.