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Artigos

Daniela Cháves
Cultura independente à própria sorte
Foto: Divulgação

Cultura independente à própria sorte

Desde março de 2023, a Casa do Improviso se constituiu como um raro exemplo de iniciativa cultural independente em Salvador: um espaço erguido não por políticas públicas estruturantes, mas pela insistência de artistas que decidiram investir, com recursos próprios e redes de afeto, na criação de um território vivo para as artes cênicas.

Multimídia

Deputado Antonio Henrique Jr. destaca alinhamento ideológico com o PV: “A gente veio representar o partido, ajudar a crescer”

Deputado Antonio Henrique Jr. destaca alinhamento ideológico com o PV: “A gente veio representar o partido, ajudar a crescer”
O deputado estadual Antonio Henrique Jr (PV) comentou sobre a migração partidária dos parlamentares eleitos pelo Progressistas na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) após a consolidação da federação PP-União Brasil, na oposição ao governo estadual. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (27), o deputado afirmou que a decisão de romper com o partido e se manter na base governista foi coletiva.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

missao

Presidenciáveis comemoram rejeição de Messias, dizem que governo Lula "acabou" e falam sobre ação de Alcolumbre
Foto: montagem com fotos Agência Brasil, governo MG e reprodução redes sociais

A derrota do governo Lula na noite desta quarta-feira (29), no Senado, na votação da indicação de Jorge Messias para uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), foi repercutida por diversos presidenciáveis em postagens nas redes sociais e entrevistas. Todos os que comentaram a rejeição de Messias fizeram críticas a Lula e ao STF, mas também a Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado. 

 

Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por exemplo, que como senador votou contra a indicação ao STF e ainda teria participado de articulações para a rejeição de Jorge Messias, disse que não tinha “motivos para comemorar”, mas que via a derrota como o “fim do governo Lula”. 

 

“Por 42 votos a 34, o Senado fez história e evitou que a esquerda e o PT aparelhassem ainda mais o Estado e a Justiça. Podemos dizer com confiança que o Brasil tem futuro”, afirmou o pré-candidato do PL, que promoveu um churrasco em sua casa para comemorar a derrota do governo Lula. 

 

Na mesma linha, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) disse que a votação do Senado conta Messias foi um “golaço do Brasil”. Zema, que recentemente manteve discussões públicas com o ministro Gilmar Mendes, do STF, afirmou que a derrota de Messias foi um “basta” à politização do Supremo.

 

“Finalmente o Senado fez o que devia ter sido feito. Barrou mais uma indicação política do Lula. É um basta à politização do STF. Um basta ao comportamento vergonhoso de ministros, um basta às perseguições. O Brasil está se levantando. Não é escada, Alexandre de Moraes. Não é ofensa, Gilmar Mendes. É o Brasil que trabalha, que paga impostos, batendo na porta de vocês. Chega de intocáveis”, afirmou o presidenciável. 

 

Já o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), foi mais econômico e fez apenas um pequeno comentário em seu perfil na rede X, criticando principalmente o presidente Lula.

 

“O que melhor define a rejeição é um termo muito usado por nós: O Senado não aceitou que o Lula indicasse seu cabo de chicote como membro do Supremo”, disse Caiado. 

 

Renan Santos, candidato a presidente pelo partido Missão, também fez fortes críticas a Lula, dizendo que a votação teria representado o “começo do fim do governo”. Renan Santos, entretanto criticou também Davi Alcolumbre e o centrão, chamando-os de “lixo da República”. 

 

“Essa é uma das maiores derrotas do STF. O Lula queria colocar o seu terceiro advogado pessoal no STF. Era Dias Toffoli, era Cristiano Zanin e agora seria o Messias. O próprio STF aceitava, porque queriam uma operação em que se salvariam da treta do Banco Master. Mais um ministro com força e com nome limpo. Foram lá, fecharam com nomes do centrão, da esquerda, fizeram o acordo com o PL. Estava todo mundo só naquele teatrinho. De treta com um dos piores seres humanos da República que é o Alcolumbre. Quando a República brasileira é tocada por lixo, o lixo faz isso com você”, afirmou o pré-candidato. 

 

“Então Lula foi traído por pessoas que incentivou. O centrão sempre foi parceiro de negócios do petismo, então, o STF está na sarjeta e Lula está no seu pior momento em toda a sua história. Nunca foi tão grande a chance de Lula sequer ser candidato. Lula não concorre para perder, e sem apoio do centrão, não vai buscar voto no Nordeste”, completou Renan Santos. 

 

Em outra corrente de raciocínio, o pré-candidato a presidente pelo DC, Aldo Rebelo, relacionou a derrota na indicação de Jorge Messias à insatisfação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, com dificuldades impostas pelo governo Lula à exploração de petróleo na margem equatorial, próxima ao Amapá. Para o pré-candidato, o governo Lula, ao dificultar a possibilidade de desenvolvimento do estado do presidente do Senado, levou ele a “dar o troco” na votação do indicado ao STF. 

 

“O Amapá que está dentro da margem equatorial, que aspira a ter uma indústria de petróleo e gás, que tem sido bloqueada por ações do Ministério do Meio Ambiente e pelo Ibama. Então se Lula, que se mostrou indignado pela derrota com Messias, quer saber as razões, pergunte ao presidente do Ibama”, disse Aldo.

 

“O Amapá é um estado que tem 73% da população vivendo da transferência de renda, do Bolsa Família. Não há atividade econômica. O Amapá é um estado sem futuro para a sua juventude, e a única esperança que tem é na mineração, na agricultura, na área de petróleo e gás, e está tendo esse crescimento impedido pelo governo federal. O governo menosprezou a aspiração do Amapá a ter um futuro com a sua indústria de petróleo e gás. Messias pagou pelos erros, pelas omissões e caprichos do governo Lula com o presidente do Senado”, completou o pré-candidato do DC.

 

Outros presidenciáveis como Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza) e Samara Martins (UP) não se pronunciaram sobre a rejeição da indicação de Jorge Messias.
 

Pesquisa BTG/Nexus mostra estabilidade na eleição presidencial, com Lula e Flávio disputando voto a voto
Foto: Montagem com imagens da Agência Brasil, Agência Senado e redes sociais

Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (27) revela que o cenário da eleição presidencial de 2026 segue sendo disputado voto a voto entre os dois principais candidatos, principalmente nas simulações de segundo turno. Enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera nos cenários de primeiro turno, na simulação de segundo turno o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece praticamente empatado, como outras pesquisas já vêm mostrando desde o mês de março.

 

No principal cenário estimulado de primeiro turno da BRG/Nexus, Lula tem 41% das intenções de voto, contra 36% de Flávio Bolsonaro. A vantagem do presidente varia de três a cinco pontos percentuais, a depender da composição da disputa. 

 

O levantamento também mostra que o presidente Lula marcou 41% em todos os cenários de primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro oscilou com mais ou menos votos nas simulações. Segundo o relatório da pesquisa, esses percentuais indicam um núcleo mais consolidado de voto em torno dos dois principais nomes.

 

Confira abaixo os cenários de primeiro turno:

 

Cenário 1

 

Lula (PT) - 41%
Flávio Bolsonaro (PL) - 36%
Romeu Zema (Novo) - 4%
Ronaldo Caiado (PSD) - 3%
Renan Santos (Missão) - 3%
Augusto Cury (Avante) - 2%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 1%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Brancos, nulos ou nenhum - 6%
Não sabem/não responderam - 2%

 

Cenário 2

 

Lula - 41%
Flávio Bolsonaro - 36%
Romeu Zema - 5%
Ronaldo Caiado - 4%
Renan Santos - 4%
Aldo Rebelo - 1%
Brancos, nulos ou nenhum - 7%
Não sabem/não responderam - 2%

 

Cenário 3

 

Lula - 41%
Flávio Bolsonaro - 38%
Ronaldo Caiado - 6%
Renan Santos - 4%
Aldo Rebelo - 1%
Brancos, nulos ou nenhum - 7%
Não sabem/não responderam - 2%

 

Nas simulações de segundo turno, o quadro fica mais apertado, como vem sendo visto em todas as últimas pesquisas dos mais diversos institutos. Neste BTG/Nexus, Lula aparece numericamente à frente dos adversários testados, mas a disputa contra Flávio Bolsonaro é a mais acirrada.

 

Na comparação com a pesquisa BTG/Nexus anterior, Lula e Flávio estavam empatados em 46% a 46%. Agora, o presidente mantém os mesmos 46%, enquanto Flávio oscila para 45%, quadro que, entretanto, segue entendido como de empate técnico. 

 

Cenários de segundo turno:

 

Lula 46% x 45% Flávio Bolsonaro

Lula 45% x 41% Romeu Zema

Lula 45% x 41% Ronaldo Caiado

 

A disputa presidencial também é marcada por rejeição elevada dos dois principais oponentes. Quando os entrevistados da BTG/Nexus são perguntados sobre o potencial de voto em cada candidato, 49% dizem que não votariam em Lula de jeito nenhum. No caso de Flávio Bolsonaro, esse percentual é de 48%.

 

Esse recorte do levantamento mostra ainda que 34% dizem que Lula é o único candidato em quem votariam, e 16% afirmam que poderiam votar nele, mas também em outro. No caso de Flávio, 27% dizem que ele é o único em quem votariam, e 21% afirmam que poderiam votar nele e em outro nome.

 

A pesquisa foi realizada pela Nexus por telefone, entre os dias 24 e 26 de abril, com 2.028 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-01075/2026.
 

Na Antena 1, Renan Santos esclarece uso de cogumelos e defende distribuição no SUS: “Fiquei super produtivo”
Foto: Reprodução / Youtube

O pré-candidato à Presidência pelo partido Missão, Renan Santos, esclareceu o uso dos “cogumelos mágicos”, que foram citados em mensagens vazadas na última semana. Em entrevista ao programa Linha de Frente, da Rádio Antena 1 Salvador, nesta quinta-feira (16), o presidenciável afirmou que realizou uma “microdosagem”, visando aguçar a criatividade para escrever um artigo.

 

“A microdosagem que você citou são as pessoas que fazem o uso pra aumentar o desempenho delas, não só criativo, mas desempenho de trabalho. Eu, por exemplo, quando eu tomei, eu fiz essa microdosagem, eu precisava escrever artigos pra nossa revista e funcionou super bem, eu fiquei super produtivo, uma coisa boa pra trabalhar. Boa parte da galera, inclusive na Faria Lima, faz uso disso. Sim, eu já experimentei, e o que as pessoas não vão ver é eu dando uma de político mentiroso”, afirmou Renan Santos.

 

Segundo o pré-candidato, o uso da substância possui benefícios comprovados, principalmente, no combate à ansiedade e depressão. Durante entrevista, Renan também relembrou a situação do canabidiol, componente extraído da cannabis, e defendeu que o Sistema Único de Saúde (SUS) faça uma “utilização controlada”.

 

“Essa discussão envolve não só o uso medicinal da dapsilocibina [substância encontrada em cogumelos], mas também o canabidiol, que pode ser utilizado, por exemplo, por enfrentamento da epilepsia. Começou a ser debatido e eu acho isso legal pra caramba. Acho que eu gostaria de ver esse tipo de substância sendo usada de maneira controlada no SUS. Eu acho que são opções que a gente tem de tratamento que podem ser muito úteis pro mal que acomete especialmente os mais jovens, que é o mal da depressão e o mal da ansiedade”, defendeu Renan Santos.

 


Imagem: Reprodução / Metrópoles

 

POLÍTICA NA BAHIA
Renan Santos afirmou que foi procurado por lideranças políticas da Bahia em busca de apoio, mas disse que não pretende avançar nessas articulações neste momento. Segundo ele, houve “conversinhas”, porém sem desdobramentos. 

 

“Já teve umas conversinhas assim, mas eu não tô levando muito à frente, porque eu não acredito nesse jogo. Se eu precisar fazer esse jogo, quer dizer que o meu projeto é ruim”, declarou.

 

Renan afirmou que sua estratégia na Bahia não passa, inicialmente, por alianças políticas, mas pela difusão do próprio projeto. Ele disse que pretende percorrer o estado, repetindo o modelo adotado em outras regiões. “Eu vou chegar, vou fazer igual eu fiz, vou rodar a Bahia inteira, e eu vou bater em quem precisa e vou elogiar quem precisa elogiar”, disse.

 

O pré-candidato também indicou que não pretende fazer distinção partidária nas críticas ou elogios. “Se tiver uma boa iniciativa numa cidade no interior da Bahia de um prefeito que é do PSD, eu vou elogiar. E se eu precisar bater num cara do PSD, do PT, eu vou bater”, afirmou. De acordo com Renan, o objetivo é influenciar o debate político a partir de

 

propostas próprias e de um “sistema de valores”. Ele defendeu que eventuais apoios só devem ocorrer após outros candidatos demonstrarem alinhamento com suas ideias. “Como o meu projeto é melhor, eu quero ver, antes de tudo, candidatos a governo endossando minhas propostas”, disse.

 

O pré-candidato também citou experiências em outros estados, como o Maranhão, ao afirmar que sua atuação tem provocado reações de adversários. Apesar disso, ressaltou que não busca confronto direto. “Não quero brigar com ninguém, eu só quero falar real e apresentar nosso projeto”, concluiu.

 

Confira a entrevista completa:
 

Rejeição de Lula é maior entre os eleitores bolsonaristas do que a de Flávio em meio a quem se diz "lulista"
Foto: Montagem com imagens da Agência Senado e da Agência Brasil

Um recorte da pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (11) revela que apesar de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o pré-candidato do PL, senador Flávio Bolsonaro (RJ) terem rejeição quase idêntica, o líder petista tem seu nome mais desaprovado entre eleitores que se dizem “bolsonaristas’ do que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro é rejeitado por aqueles que se colocam como “lulistas”.

 

No cômputo geral, o senador Flávio Bolsonaro possui a maior rejeição entre todos os pré-candidatos listados pela Genial/Quaest. Flávio aparece com 55%, enquanto o presidente Lula possui 54% de pessoas que dizem que o conhecem e não votariam nele nas eleições de outubro. 

 

A rejeição dos demais pré-candidatos foi a seguinte: Ratinho Jr. (PSD) - 40%; Ronaldo Caiado (União) - 35%; Eduardo Leite (PSD) - 35%; Romeu Zema (Novo) - 34%; Aldo Rebelo (DC) - 26%; e Renan Santos (Missão) - 19%.

 

A Quaest dividiu os eleitores em “lulistas”, “esquerda não lulista”, “Independente”, “direita não bolsonarista” e “bolsonarista”. O presidente Lula recebe a sua maior rejeição entre o grupo que se define como “bolsonarista”, com 96% dizendo que não votariam nele.

 

Já o senador Flávio Bolsonaro tem o seu maior índice de rejeição em meio aos eleitores que se dizem “lulistas”. Nesse grupo, o candidato do PL é rejeitado por 88% dos entrevistados, o que mostra que ele tem números melhores do que Lula quando a avaliação se dá no campo inimigo.

 

Em meio aos eleitores que se dizem “independentes”, há um empate na rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro: 64% para cada. Na aprovação entre os independentes, entretanto, Lula se sai melhor, com 30% que dizem que votariam nele contra 24% que afirmam que votariam no filho de Jair Bolsonaro. 
 

Real Time mostra Lula consolidado na frente de Flávio Bolsonaro; Ratinho Jr. é melhor dos nomes do PSD
Foto: redes sociais / Governo do Paraná/ Ricardo Stuckert

A mais nova pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta segunda-feira (9), mostra uma liderança mais folgada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre seus adversários do que outros levantamentos recentes. A pesquisa elaborou três cenários, só modificando o nome dos eventuais candidatos do PSD. 

 

Em todos os cenários, inclusive no espontâneo (em que os entrevistados respondem sem a apresentação de listas com nomes), Lula lidera acima da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais. O adversário mais forte do atual presidente, assim como já mostrado em outras sondagens, é o candidato do PL, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

 

Entre os três nomes do PSD colocados nos cenários - Ratinho Jr., Ronaldo Caiado e Eduardo Leite -, o que apresentou melhor resultado foi o governador do Paraná.

 

Confira abaixo os resultados do cenário espontâneo e dos três simulados apresentados aos entrevistados da Real Time Big Data:

 

Resposta espontânea

 

Lula (PT) - 28%
Flávio Bolsonaro (PL) - 14%
Jair Bolsonaro (PL) - 6%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 2%
Ratinho Jr. (PSD) - 2%
Ciro Gomes (PSDB) - 1%
Romeu Zema (Novo) - 1%
Outros - 1%
Nenhum/branco/nulo - 14%
Não sabe - 31%

 

Cenário 1

 

Lula (PT) - 39%
Flávio Bolsonaro (PL) - 30%
Ratinho Jr. (PSD) - 10%
Romeu Zema (Novo) - 3%
Aldo Rebelo (DC) - 2%
Renan Santos (Missão) - 1%
Nulo/branco - 7%
Não sabe/não respondeu - 8%

 

Cenário 2

 

Lula (PT) - 40%
Flávio Bolsonaro (PL) - 32%
Eduardo Leite (PSD) - 5%
Romeu Zema (Novo) - 4%
Aldo Rebelo (DC) - 3%
Renan Santos (Missão) - 1%
Nulo/branco - 7%
Não sabe/não respondeu - 8%

 

Cenário 3

 

Lula (PT) - 40%
Flávio Bolsonaro (PL) - 32%
Ronaldo Caiado (PSD) - 6%
Romeu Zema (Novo) - 4%
Aldo Rebelo (DC) - 2%
Renan Santos (Missão) - 1%
Nulo/branco - 7%
Não sabe/não respondeu - 8%

 

A pesquisa Real Time Big Data entrevistou 2.000 eleitores em todo o território nacional, entre os dias 6 e 7 de fevereiro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06428/2026.
 

Volta a circular vídeo em que presidente do Missão diz que Jair Bolsonaro é corrupto e Flávio "tem que morrer"
Foto: Reprodução Redes Sociais

Voltou a viralizar nas redes sociais nesta reta final do mês de janeiro um vídeo gravado em dezembro do ano passado pelo presidente do Missão, o pré-candidato a presidente Renan Santos, com diversos ataques ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Renan Santos, fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), chega a dizer no vídeo que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) “tem que morrer”. 

 

No vídeo, Renan Santos acusa o senador e pré-candidato a presidente de corrupção e traição ao movimento. O presidente do Missão afirma que a atuação de Flávio Bolsonaro teria enfraquecido pautas defendidas pelo MBL e favorecido a defesa do Supremo Tribunal Federal.

 

“Flávio Bolsonaro é um ladrão. Nossa função histórica (do MBL) não é só acabar com a roubalheira e com a esquerda. O traíra tem de morrer. O traíra é Flávio Bolsonaro, ele precisa ser destruído. Eu vou acabar com a raça do Flávio Bolsonaro”, disse Renan Santos.

 

Em outro trecho do vídeo, o fundador do MBL amplia as críticas a Flávio e estende as agressões ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

 

“Não há Lava Jato. As ruas foram tomadas pelo culto ao bolsonarismo. Tudo foi entregue ao Supremo Tribunal Federal porque o Flávio Bolsonaro é corrupto, ladrão, vendilhão e fraco. O pai dele, outro fraco, para protegê-lo, entregou tudo ao STF”, afirmou.

 

As falas de Renan Santos foram rebatidas nas redes sociais por diversos políticos e influenciadores de direita. O ex-vereador por São Paulo, Fernando Holiday, que foi fundador do MBL junto com Renan, repudiou os comentários do presidente do partido Missão, e denunciou o ex-parceiro de movimento ao Ministério Público de São Paulo.

 

Holiday, que atualmente está no PL, em ofício ao Ministério Público, afirma que Renan Santos atentou contra a vida de Flávio Bolsonaro, e pede que, “diante da gravidade do conteúdo”, sejam abertas investigações. “Nada vai nos impedir de mudar esse país”, diz o ex-vereador em postagem na rede X.
 

AtlasIntel/Bloomberg mostra Lula ganhando de todos os adversários, mas margem no segundo turno é apertada
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em um quadro parecido com o que já havia sido apresentado pela Genial/Quaest na semana passada, a primeira pesquisa AtlasIntel/Bloomberg de 2026, divulgada nesta quarta-feira (21), da mesma forma mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente de todos os seus adversários. Pelo levantamento, Lula ganha tanto no primeiro quanto nas simulações de segundo turno. 

 

Para o primeiro turno, a AtlasIntel/Bloomberg testou cinco cenários, com diferentes listas de adversários. No primeiro deles, foram inseridos os nomes de praticamente todos os que são pretensos candidatos, e mesmo assim Lula alcançou 48,4%. Neste primeiro cenário, o mais surpreendente foi o crescimento de Renan Santos, do Missão.

 

Lula (PT) - 48,4%
Flávio Bolsonaro (PL) - 28%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 11%
Renan Santos (Missão) - 2,9%
Ronaldo Caiado (União) - 2,9%
Ratinho Jr. (PSD) - 1,7%
Romeu Zema (Novo) - 1,7%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Voto branco/nulo - 2,1%
Não sei - 0,3%

 

Nos cenários seguintes, alguns nomes ora são retirados, ora são colocados de volta. Em todos eles, o presidente Lula lidera, e a menor diferença foi em um eventual embate com o candidato Flávio Bolsonaro, do PL. 

 

Confira abaixo os quatro outros cenários de disputas em primeiro turno, conforme a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg. 

 

Cenário 2

 

Lula (PT) - 48,9%
Flávio Bolsonaro (PL) - 35%
Ronaldo Caiado (União) - 4,39%
Renan Santos (Missão) - 3,4%
Ratinho Jr. (PSD) - 2,8%
Romeu Zema (Novo) - 2,8%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Voto branco/nulo - 1,5%
Não sei - 0,4%

 

Cenário 3

 

Lula (PT) - 48,5%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 28,4%
Ronaldo Caiado (União) - 5%
Ratinho Jr. (PSD) - 3,9%
Romeu Zema (Novo) - 3,9%
Renan Santos (Missão) - 3,2%
Aldo Rebelo (DC) - 1,1%
Voto branco/nulo - 5%
Não sei - 1,1%

 

Cenário 4 

 

Lula (PT) - 48,4%
Michelle Bolsonaro (PL) - 30,9%
Ronaldo Caiado (União) - 11,3%
Renan Santos (Missão) - 3,9%
Eduardo Leite (PSD) - 1,7%
Aldo Rebelo (DC) - 0,7%%
Voto branco/nulo - 2,8%
Não sei - 0,5%

 

Cenário 5

 

Lula (PT) - 48,8%
Ronaldo Caiado (União) - 15,2%
Romeu Zema (Novo) - 11,4%
Ratinho Jr. (PSD) - 9,4%
Renan Santos (Missão) - 3,9%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Voto branco/nulo - 8,1%
Não sei - 2,2%

 

Nas simulações de segundo turno apresentadas aos entrevistados da AtlasIntel/Bloomberg, o presidente Lula teria vantagem de quatro a 25 pontos contra os nomes de adversários que podem disputar eleições. A Atlas chegou a simular uma disputa entre o líder petista e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), apesar de ele estar inelegível. De acordo com as simulações Lula marcaria 49% dos votos totais contra praticamente todos os adversários.

 

Confira abaixo os cenários de segundo turno da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg:

 

Lula 49 x 46 Jair Bolsonaro
Lula 49 x 45 Tarcísio de Freitas
Lula 49 x 45 Michelle Bolsonaro
Lula 49 x 45 Flávio Bolsonaro
Lula 49 x 39 Ronaldo Caiado
Lula 49 x 39 Romeu Zema
Lula 49 x 39 Ratinho Jr. 
Lula 48 x 23 Eduardo Leite

 

Uma outra simulação de primeiro turno feita pela AtlasIntel/Bloomberg retirou o nome do presidente Lula e o substituiu pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O instituto fez duas simulações de disputa, uma delas com o governador Tarcísio de Freitas e outra com Flávio Bolsonaro. Confira os resultados.

 

Cenário 1 (sem Lula)

 

Fernando Haddad (PT) - 41,5%
Flávio Bolsonaro (PL) - 35,4%
Ronaldo Caiado (União) - 5,2%
Renan Santos (Missão) - 3,4%
Romeu Zema (Novo) - 3,3%
Eduardo Leite (PSD) - 2,6%
Aldo Rebelo (DC) - 1,1%
Voto branco/nulo - 6,3%
Não sei - 1,1%

 

Cenário 2 (sem Lula)

 

Fernando Haddad (PT) - 42%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 28,9%
Ronaldo Caiado (União) - 5%
Ratinho Jr. (PSD) - 4,9%
Romeu Zema (Novo) - 3,8%
Renan Santos (Missão) - 3,6%
Aldo Rebelo (DC) - 0,7%
Voto branco/nulo - 9,5%
Não sei - 1,6%

 

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.418 eleitores, entre os dias 15 a 20 de janeiro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro do levantamento é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Entre impasse com Sandro Filho e Senado com “esquecido”, Missão do MBL articula chapas na Bahia para 2026 após oficialização
Foto: Igor Barreto / Bahia Notícias | Reprodução / Redes sociais

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por decisão unânime, na última terça-feira (4), o registro do partido Missão, legenda ligada ao Movimento Brasil Livre (MBL). O voto do relator, ministro André Mendonça, foi acompanhado pelos ministros Antonio Carlos Ferreira, Floriano de Azevedo Marques, Nunes Marques, e pelas ministras Isabel Gallotti, Estela Aranha e Cármen Lúcia, presidente da Corte.

 

Após a decisão, membros do MBL celebraram o reconhecimento da nova sigla. Entre eles, o deputado federal Kim Kataguiri, que chegou a discursar no plenário da Câmara dos Deputados. O movimento, agora formalizado como partido político, iniciou o esboço de suas estratégias para as eleições de 2026, incluindo a formação das primeiras chapas.

 

 

Segundo um dos líderes do recém-criado partido, embora ainda não haja “como calcular concretamente as pessoas que vão compor as chapas”, o foco inicial na Bahia é estruturar uma candidatura voltada à Câmara dos Deputados, sem descartar a possibilidade de disputar cadeiras na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).

 

Como estratégia para atrair novos nomes, o Missão pretende apostar na mobilização digital, marca registrada do MBL, e na figura de Renan Santos, um dos fundadores do movimento e pré-candidato à Presidência da República em 2026, como catalisador de apoios e filiações.

 

Na Bahia, o principal nome ventilado até o momento é o do vereador Sandro Filho, que, segundo informações do BN, pretende concorrer a deputado federal já no próximo ano. Considerado uma das lideranças locais do MBL, Sandro enfrenta, porém, um impasse político. Se optar por se filiar ao Missão, precisará de uma quantidade maior de votos para conquistar uma vaga na Câmara dos Deputados do que precisaria se permanecesse no Progressistas (PP), partido ao qual está filiado atualmente. Isso ocorre por conta do sistema proporcional de votação, que define o quociente eleitoral de acordo com o desempenho da legenda.

 

Apesar disso, dirigentes do Missão veem com otimismo a possível adesão de Sandro Filho à nova sigla. Um membro do movimento afirmou ao Bahia Notícias que a decisão do vereador “tem prazo máximo” e deve ser tomada até o fim do mês de novembro.

 

Outro nome cotado no grupo é o de Quécia Reis, integrante da equipe de Sandro e uma das coordenadoras do MBL na Bahia. Segundo fontes do partido, ela tem forte probabilidade de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia.

 

Em conversa com o BN, uma liderança do Missão revelou ainda a intenção de ressuscitar um nome histórico da política baiana para concorrer ao Senado: o ex-deputado federal Gerson Gabrielli, que exerceu mandato entre 1999 a 2007. De acordo com o dirigente, Gabrielli “tem o desejo de sair na nossa chapa”.

 

Entretanto, outro integrante do partido ponderou que a eventual candidatura de Gabrielli dependerá da movimentação do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil). Segundo ele, caso Neto acabe por lançar sua própria candidatura ao Senado, hipótese que “vem sendo ventilada”, as chances de Gabrielli disputar o cargo diminuem drasticamente.

“Missão”: TSE aprova criação de partido vinculado ao MBL
Foto: Reprodução / Redes sociais

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou o pedido de criação do Partido Missão (Missão), vinculado ao Movimento Brasil Livre (MBL), movimento fundado por Renan Santos e Kim Kataguiri, em 2014. Em decisão unânime nesta terça-feira (4), o Missão passará a integrar o quadro partidário brasileiro com o número 14. 

 

Os ministros Isabel Galotti, Antonio Carlos Ferreira, Floriano de Azevedo Marques, Estela Aranha, Nunes Marques e Cármen Lúcia seguiram o voto do relator, André Mendonça, pela aprovação da nova sigla. 

 

O ministro André Mendonça, relator do pedido de criação da legenda, lembrou que a Constiuição garante a formação partidária e apontou que todos os documentos e requisitos exigidos pela Justiça Eleitoral foram apresentados pela agremiação. 

 

No processo, o partido, que pretende lançar candidato próprio à presidência da República em 2026, apresentou 577.999 apoios válidos, cerca de 77 mil assinaturas a mais que número superior ao mínimo exigido, de 500 mil. O partido também comprovou a constituição de diretórios estaduais em pelo menos nove unidades da Federação e apresentou um estatuto próprio, outros requisitos da legislação eleitoral.

 

O estatuto do partido define princípios liberais e inclui propostas como responsabilidade fiscal, combate à corrupção, endurecimento das leis penais e industrialização do Nordeste. Com uma onça como símbolo, as lideranças do partido já anunciaram a intenção de lançar um candidato à presidência em 2026.

Cármen Lúcia adia julgamento no TSE sobre a criação do partido Missão, formado por integrantes do MBL
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A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, adiou para a próxima semana a análise do processo que pode levar à criação do partido Missão, formado por integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL). Segundo Cármen Lúcia, o relator do processo, ministro André Mendonça, não pôde comparecer à sessão desta quinta-feira (30). 

 

Caso o TSE autorize, o Missão terá seu registro oficializado e se transformará será o 30º partido político em atividade no país. O objetivo dos integrantes da legenda é ter o partido apto para participar das disputas eleitorais de 2026. O pedido de criação do Missão foi formalizado em julho.

 

Em setembro, o Ministério Público Eleitoral deu o aval para criação da nova sigla. O vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Barbosa, indicou que o grupo cumpriu os requisitos para a criação do partido, o que inclui mais de 500 mil assinaturas e a elaboração do programa e do estatuto.

 

“Requerente cumpriu a fase administrativa e atendeu as exigências necessárias para a perfectibilização do pedido de registro do partido político”, registrou Barbosa.

 

O presidente do Missão, quando for oficializada a sua existência como partido político, será o dirigente do MBL, Renan Ferreira dos Santos. O Missão usará o número 14, que durante 45 anos pertencia ao PTB. 

 

O número ficou livre após o PTB se fundir ao Patriota, em 2023, com a criação posterior do PRD, que utiliza o número 25.
 

TSE pode oficializar na próxima quinta-feira a criação do partido Missão, fundado por integrantes do MBL
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A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, marcou para a sessão da próxima quinta-feira (30) o julgamento do pedido para a criação do Missão, o partido criado pelos integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL). Se houver uma maioria de votos favoráveis à homologação da sigla entre os sete ministros do TSE, o Missão se tornará o 30º partido com funcionamento autorizado no Brasil. 

 

O relator do pedido de criação do partido é o ministro André Mendonça. Os ministros vão analisar a posição apresentada pelo vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Barbosa, que indicou que o Missão cumpriu todos os requisitos exigidos para a criação de um partido político, entre eles ter mais de 500 mil assinaturas certificadas pela Justiça Eleitoral.

 

“Requerente cumpriu a fase administrativa e atendeu as exigências necessárias para a perfectibilização do pedido de registro do partido político”, afirmou Barbosa.

 

Segundo informações divulgadas pelo site G1, o TSE já validou cerca de 590 mil assinaturas de apoio à formalização do partido, número que supera em 42.900 o mínimo exigido pela legislação eleitoral, que era de 547 mil apoios certificados. 

 

Nos documentos apresentados ao TSE, o Missão indica que utilizará o número 14 nas urnas eletrônicas, que foi usado durante muitos anos pelo PTB. Caso tenha sua inscrição homologada, a nova legenda terá direito a recursos do fundo eleitoral para financiamento de campanhas nas eleições de 2026.

 

Segundo o estatuto submetido ao TSE, a nova sigla se define como um partido de “caráter liberal” e defensor de um Estado “enxuto e funcional”. O documento também mostra que a legenda defende a implementação de uma reforma administrativa no Brasil.

 

O novo partido deve ser presidido por Renan Ferreira dos Santos, dirigente e um dos fundadores do MBL. Em entrevista ao Bahia Notícias, no mês de julho, Renan garantiu que há planos para lançar algum candidato pelo partido em 2026. Segundo ele, não há possibilidade de apoiar um nome de outro partido para presidente no primeiro turno.

 

“Para lançar a candidatura de 2026, tem eu [Renan] e o Danilo Gentili, mas ainda nada certo. Zero chance de apoiar algum nome de fora”, avaliou Renan. 

 

O dirigente do MBL também esclareceu que um dos principais objetivos do partido é “ficar conhecido no Brasil e mostrar uma proposta revolucionária para o país”.

 

Além desses membros, o Missão deve contar com o deputado federal Kim Kataguiri (União-SP), cofundador do MBL, que confirmou, em conversa com o Bahia Notícias, sua transferência para o novo partido já na próxima janela partidária, prevista pela legislação para sete meses antes das eleições de 2026. 

 

“Me transfiro já na próxima janela partidária e serei, com muita honra, o primeiro deputado federal do partido Missão, já disputando a reeleição pelo meu partido nas eleições do ano que vem”, adiantou Kataguiri.

 

O parlamentar também avaliou que o Missão se posiciona como um partido “verdadeiramente de direita” e que, por não dispor de fundo eleitoral e tempo de televisão, deve ter dificuldade para atrair deputados de outras legendas. Segundo ele, o partido “vai iniciar restrito nesses aspectos”.

 

Em suas redes sociais, o Missão apresenta algumas bandeiras de luta que adotará a partir da oficialização da sua criação, tais como: Endurecimento das leis penais; fim dos privilégios do funcionalismo; industrialização do Nordeste; guerra contra o tráfico de drogas; respeito à responsabilidade fiscal; prioridade para a educação básica; combate à corrupção.
 

MBL consegue assinaturas necessárias para fundar o Missão no TSE; 21 outros partidos tentam oficializar registro
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Os integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL) anunciaram, em uma live no YouTube, que coletaram o número de assinaturas necessárias para oficializar o pedido de criação do partido Missão, que deve reunir os membros do grupo em uma só legenda. A documentação já foi enviada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

Para fundar um partido, o MBL precisava reunir 0,5% dos votos válidos para a Câmara dos Deputados em 2022, o que, segundo o TSE, corresponde a 547 mil assinaturas.

 

De acordo com informações obtidas junto ao tribunal, o Missão conseguiu, até o momento, 572.394 assinaturas em todo o Brasil, sendo 30.215 na Bahia, o sexto estado com maior número de apoiamentos. A região com mais assinaturas é São Paulo, com 229.800, seguida do Rio de Janeiro, com 67.388. O terceiro, quarto e quinto lugares na lista são ocupados por Pernambuco (42.420), Minas Gerais (39.139) e o Distrito Federal (31.264).

 

Com sede em São Paulo, o partido é presidido por Renan Ferreira dos Santos, dirigente e um dos fundadores do MBL. Em entrevista ao Bahia Notícias, Renan garantiu que há planos para lançar algum candidato pelo partido em 2026. Segundo ele, não há possibilidade de apoiar um nome de outro partido para presidente no primeiro turno.

 

"Para lançar a candidatura de 2026, tem eu [Renan] e o Danilo Gentili, mas ainda nada certo. Zero chance de apoiar algum nome de fora", avaliou.

 

Ele também esclareceu que um dos principais objetivos do partido é "ficar conhecido no Brasil e mostrar uma proposta revolucionária para o país".

 


Renan Santos | Foto: reprodução / redes sociais

 

A legenda reúne algumas figuras que ganharam destaque nacional após polêmicas, como o ex-deputado estadual de São Paulo e criador de conteúdo Arthur do Val (Mamãe Falei), cassado por unanimidade e com os direitos políticos suspensos por oito anos após quebra de decoro parlamentar, em razão de áudios sexistas sobre mulheres ucranianas.

 


Arthur do Val | Foto: Agência Alesp

 

Além desses membros, o Missão deve contar com o deputado federal Kim Kataguiri (União-SP), cofundador do MBL, que confirmou, em entrevista ao Bahia Notícias, sua transferência para o novo partido já na próxima janela partidária, prevista pela legislação para sete meses antes das eleições de 2026.

 

“Me transfiro já na próxima janela partidária e serei, com muita honra, o primeiro deputado federal do partido Missão, já disputando a reeleição pelo meu partido nas eleições do ano que vem”, adiantou.

 

O parlamentar também avaliou que o Missão se posiciona como um partido "verdadeiramente de direita" e que, por não dispor de fundo eleitoral e tempo de televisão, deve ter dificuldade para atrair deputados de outras legendas. Segundo ele, o partido “vai iniciar restrito nesses aspectos”.

 


Kim Kataguiri | Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

 

O coordenador nacional do MBL, professor Ricardo Almeida, falou, em uma entrevista exclusiva ao Bahia Notícias, que o novo partido tem como alvo, para 2026, a ampliação da bancada na Câmara.  

 

"Para 2026, nosso objetivo é ampliar a nossa bancada de deputados federais. Essa é atualmente vista como a maior prioridade do movimento, ampliar essa bancada de deputados federais pela importância que a bancada tem em relação à cláusula de barreira, a participação dos candidatos em debates e outras consequências que uma bancada federal traz", explicou o professor. 

 


Ricardo Almeida | Foto: Reprodução / Redes sociais

 

A cláusula de barreira estabelece critérios que os partidos políticos devem cumprir para terem acesso aos recursos do fundo partidário e ao tempo de rádio e TV. Esses critérios estão vinculados ao desempenho nas eleições federais. Em 2026, a legenda que quiser superar a cláusula precisará atender a pelo menos um dos seguintes requisitos: obter no mínimo 2% dos votos válidos nas eleições para a Câmara dos Deputados, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação, com, no mínimo, 1% dos votos válidos em cada uma delas, ou eleger ao menos 11 deputados federais, também distribuídos em pelo menos um terço dos estados.

 

Na Bahia, o MBL tem como principal representante político o vereador Sandro Filho (PP). Em entrevista ao Bahia Notícias, o parlamentar confirmou que o partido deve lançar candidaturas já em 2026, mas ponderou sobre sua transferência na próxima janela partidária e a viabilidade do Missão na Bahia.

 

“Graças a Deus, a gente conseguiu organizar o partido e colocar [o MBL] de pé. Acredito que, em 2026, já teremos candidaturas em vários estados e cidades do país. Sobre minha filiação, tudo depende da conjuntura: se for viável aqui na Bahia, não vejo problema nenhum em fazer parte. Pelo contrário, pode até fortalecer o grupo de [ACM] Neto na disputa contra o PT. Mas, se não for o momento, a gente espera. Política é um jogo de paciência, não de pressa. O importante é que temos força de vontade e estamos construindo algo com planejamento", declarou o vereador.

 

Sandro Filho | Foto: Igor Barreto / Bahia Notícias

 

NOVOS PARTIDOS

Além do Missão, atualmente o Tribunal Superior Eleitoral registra outros 21 partidos considerados “em formação”. As legendas que possuem permissão para a coleta oficial de apoiamentos já venceram as primeiras etapas previstas na Lei nº 9.096/95 e na Resolução TSE nº 23.282/10. 

 

De acordo com a legislação, essas etapas consistem nos seguintes passos:

  • possuir pelo menos 101 eleitores, com domicílio eleitoral em, no mínimo, um terço dos Estados; 
  •  elaborar o programa e o estatuto do partido; 
  •  eleger os dirigentes nacionais provisórios; 
  •  publicar o inteiro teor do programa e do estatuto no Diário Oficial da União; 
  •  obter o registro cível no cartório da capital federal; 
  •  informar ao tribunal regional eleitoral sua comissão provisória ou pessoas responsáveis pelo partido em formação. 

 

Após terem cumprido as primeiras exigências, as agremiações que tentam se viabilizar enfrentam a fase considerada mais difícil para conseguirem receber a chancela do TSE e a permissão de funcionamento: conquistar o apoiamento mínimo de cerca de 547 mil eleitores para registro nos órgãos da Justiça Eleitoral.

 

Esses apoiamentos, que precisam ser chancelados pelos cartórios eleitorais, deverão estar distribuídos em pelo menos nove Estados, sendo que em cada um deles deverá ser observado, no mínimo, um décimo por cento (0,1%) do eleitorado que compareceu à votação em cada um deles. 

 

A legislação também impõe que o partido em formação deve entregar nos cartórios eleitorais informações como o nome completo do eleitor que está fazendo o apoiamento, além de sua assinatura e número do título eleitoral, e todos os dados precisarão ser checados e validados.

 

Na lista dos partidos listados que se encontram nesta fase da homologação dos apoiamentos, o Missão é disparado o que está mais próximo de se tornar uma agremiação oficializada pela Justiça Eleitoral. O grupo já tem mais do que o necessário exigido. 

 

Além do Missão, a segunda legenda com mais assinaturas chanceladas nos cartórios eleitorais é o Republicano Cristão Brasileiro (RCB). O partido, que tem sede em Brasília, já alcançou 9.587 apoiamentos certificados, um número ainda baixo diante da necessidade de se atingir 547 mil assinaturas. 

 

A terceira sigla na lista das mais adiantadas é o Movimento Consciência Brasil (MCB). O partido, com sede em Goiânia, é presidido por Edmilson Gomes da Silveira Junior, e conseguiu 1.199 assinaturas. 

 

Confira abaixo quais são os demais partidos que tentam viabilizar seu funcionamento, e quantos apoiamentos certificados já possuem:

  • Consciência Democrática (CD) - 0 
  • Evolução Democrática (Evolução) - 0
  • Juntos pela República (Juntos) - 5
  • Meio Ambiente e Integração Social (Mais) - 0 
  • Ordem (Ordem) - 0 
  • Partido Afrobrasilidade (Afro) - 0 
  • Partido Ambientalistas (Ambientalistas) - 38
  • Partido Brasil Novo (PBN) - 0
  • Partido Capitalista Popular (PCP) - 0
  • Partido Conservador Brasileiro (Conservador) - 794
  • Partido da Segurança Privada (PSP) - 76
  • Partido Democrático Afro-Brasileiro (PDA-B) - 153
  • Partido Direita Brasil (PDB) - 0 
  • Partido do Autista (PA) - 4
  • Partido do Desenvolvimento Sustentável (PDS) - 0 
  • Partido Esperança Brasil (Esperança) - 0 
  • Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) - 164
  • União Democrática Nacional (UDN) - 0 
  • União Trabalhista Brasileira (UTB) - 0
Kim Kataguiri, autor do projeto "anti-Oruam", quer ser candidato a presidente por meio do Missão, partido criado pelo MBL
Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Autor do polêmico projeto chamado “Lei Anti-Oruam”, para impedir que artistas que façam apologia ao consumo de drogas e ao crime organizado sejam contratados em eventos financiados com dinheiro público, o deputado federal Kim Kataguiri (União-SP) revelou qual o seu objetivo principal até as eleições de 2026: se candidatar a presidente da República, de preferência pelo partido Missão, idealizado pelos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL) e que tanta viabilizar sua criação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

 

Em entrevista nesta quarta-feira (12) ao site Metrópoles, Kataguiri disse que a intenção do novo partido, quando estiver oficialmente criado, é a de realizar prévias para escolher o candidato a presidente, como acontece na política norte-americana. E o deputado já adiantou que pretende apresentar seu nome nessas futuras prévias do Missão.

 

“A nossa ideia no Missão é ter prévias, e eu disputaria sim as prévias dentro do partido para poder ser candidato à presidência da República”, disse o parlamentar na entrevista.

 

O projeto presidencial do deputado Kim Kataguiri, entretanto, esbarra em alguns impedimentos que teriam que ser superados até o mês de março do ano que vem. O primeiro deles, a idade. De acordo com a Constituição, a idade mínima para um candidato concorrer à Presidência da República é de 35 anos, e Kataguiri tem apenas 29. 

 

Pela data de nascimento do deputado paulista, 28/01/1996, ele só poderia concorrer ao cargo de presidente nas eleições de 2034, já que em 2030 ele ainda estaria com 34 anos e também não teria ainda a idade mínima exigida para ocupar a Presidência da República. 

 

Kim Kataguiri e outros nomes que já foram defendidos para se lançarem candidatos a presidente, como o também deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), de 28 anos, podem ter suas pretensões atendidas caso seja aprovado no Congresso uma proposta de emenda à Constituição que reduz a idade mínima para candidaturas. O projeto, idealizado pelo deputado Eros Biondini (PL-MG), aliado de Nikolas, busca reduzir de 35 para 30 anos a idade mínima no caso dos candidatos a presidente da República e senador. 

 

Já para as candidaturas aos governos estaduais, a proposta de Biondini é a de reduzir essa idade mínima de 30 para 28 anos. Em relação a mandatos de deputados federais e prefeitos, a idade mínima cairia de 21 para 20 anos, segundo a ideia original.

 

Em conversa com o Bahia Notícias, o deputado Eros Biondini disse que a sua proposta tem recebido acolhida de diversos partidos. O deputado mineiro disse já ter alcançado 110 assinaturas no requerimento da PEC, e acredita que logo conseguirá o mínimo de 171 apoios para protocolar a proposta, que somente então começará a tramitar. 

 

“Essa proposta não atende apenas ao Nikolas. Vários nomes de lideranças jovens poderiam concorrer a presidente ou ao Senado, como o Kim Kataguiri, o João Campos, prefeito de Recife. Eu tenho recebido muitos elogios sobre a proposta de pessoas de vários partidos porque ela abre a chance de promover uma renovação maior na política”, afirmou o deputado Biondini ao BN. 

 

O segundo obstáculo para a candidatura de Kataguiri a presidente é a criação do partido pelo qual ele quer se lançar candidato. O Missão, que tem sede em São Paulo e é presidido por Renan Ferreira dos Santos, dirigente do MBL, já conseguiu certificar 307 mil assinaturas juntos aos cartórios eleitorais, o que representa 56% do total exigido pelo Tribunal Superior Eleitoral (547 mil).

 

Os dirigentes do Missão alegam já ter conseguido mais de 800 mil assinaturas, muito acima do necessário, e dizem acreditar que em mais alguns meses o mínimo das fichas de futuros filiados estará certificado na Justiça Eleitoral. Renan Santos diz que a ideia é que o novo partido seja criado e comece a atuar ainda em 2025, para já participar, no ano que vem, das eleições para o Congresso, governos estaduais e Presidência.

 

Enquanto aguarda a criação do partido e a conquista de assinaturas para que a PEC da redução da idade mínima possa iniciar sua tramitação, o deputado Kim Kataguiri busca apoios para avançar com a sua proposta da “Lei Anti-Oruam”. O projeto foi protocolado na semana passada, após receber o apoio de 46 deputados, entre eles Capitão Alden, do PL da Bahia. O texto, agora, aguarda despacho do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) para começar a tramitar em comissões da Casa.

 

O projeto de Kataguiri altera a Lei de Licitações para incluir trecho que torna proibida a “expressão, veiculação ou disseminação, no decorrer da apresentação contratada, de apologia ou incentivo ao consumo de drogas, ao crime organizado ou à prática de condutas criminosas” na contratação de shows, artistas ou eventos pelo governo. Em caso de descumprimento, o projeto estabelece multa de, no mínimo, 100% do valor do contrato e declaração de inidoneidade para licitar ou contratar.

 

A iniciativa do deputado faz referência ao rapper Oruam, do Rio de Janeiro. O músico é filho de Marcinho VP, apontado como líder do Comando Vermelho e que está preso desde 1996, para cumprir condenação de 44 anos por tráfico de drogas e participação em homicídios. Oruam, nome artístico de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, tem 23 anos e em 2022, chamou atenção ao se apresentar no festival Lollapalooza vestindo uma camiseta com a foto do pai e a palavra “liberdade”. 

 

Questionado pelo BN se o projeto também abordaria outros ilícitos em músicas não apenas do cantor Oruam, mas também de outros funkeiros, como, por exemplo, a apologia à sexualização infantil, o deputado Kataguiri disse que não irá misturar os temas em sua proposição.

 

“Se formos abordar todos os aspectos em um mesmo projeto, é o primeiro passo para que ele acabe não sendo votado. Eu reconheço que o funk também promove uma excessiva sexualização, principalmente entre crianças e adolescentes, mas vamos nos concentrar na questão do incentivo ou apologia ao consumo de drogas, ao crime organizado e à prática de condutas criminosas”, disse Kataguiri ao BN.  
 

TSE tem 17 partidos que tentam oficializar seu registro; Missão, criado pelo MBL, é o que tem mais chances de vingar
Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE

Consulta feita pela reportagem do Bahia Notícias ao Tribunal Superior Eleitoral revela que, neste momento, existem 17 partidos em formação no Brasil, ou seja, que estão buscando cumprir as exigências da legislação eleitoral para terem seu registro chancelado pelo TSE. Desses partidos, o mais adiantado de todos na coleta das assinaturas necessárias exigidas pelo Tribunal é o Missão, partido que tenta ser criado pelos integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL).

 

A fase mais difícil enfrentada pelos partidos que tentam conquistar a certificação oficial do TSE é a coleta de assinaturas em todo o Brasil. Para que o partido seja oficializado, são necessária mais de 546 mil assinaturas de pessoas não filiadas a outros partidos, conquistadas em no mínimo nove unidades da Federação, e com os nomes reconhecidos e atestados em cartório. O partido deve conseguir esse apoiamento no prazo de dois anos contados da conquista da personalidade jurídica.

 

O Missão, que tem sede em São Paulo e é presidido por Renan Ferreira dos Santos, dirigente do MBL, já conquistou até o momento um terço das assinaturas necessárias. No TSE consta que o Missão conseguiu até agora 189.574 assinaturas já certificadas, e ainda precisa de cerca de 356 mil apoiamentos. 

 

O partido que tenta ser criado pelos integrantes do Movimento Brasil livre conseguiu 91124 assinaturas em São Paulo; 19.590 no Rio de Janeiro; 24.533 no Distrito Federal; 15.030 em Pernambuco; 11.595 na Bahia; 11.017 no Paraná; 7583 em Minas Gerais; 4124 no Rio Grande do Norte; 2695 em Sergipe; 860 em Santa Catarina; 814 no Rio Grande do Sul; 476 na Paraíba; 133 no Ceará. 

 

Em postagem recente nas suas redes sociais, o Missão comemorou o fato de ter superado o Aliança Pelo Brasil, legenda que o ex-presidente Jair Bolsonaro tentou viabilizar no TSE. Em abril de 2024, acabou o prazo de dois anos para o partido conseguir as assinaturas necessárias, e naquele momento, o partido sonhado por Bolsonaro e seus filhos haviam recolhido apenas 183 mil assinaturas, que posteriormente foram descartadas.

 

Idealizado pelo mesmo grupo que fundou o MBL no final de 2014, na esteira das manifestações de rua surgidas após os primeiros escândalos divulgados pela operação Lava jato, o Missão defende bandeiras como o endurecimento das leis penais; o fim dos privilégios do funcionalismo; a industrialização da região Nordeste; a guerra contra o tráfico de drogas; o respeito à responsabilidade fiscal; a priorização da educação básica; o combate implacável à corrupção; o aumento da qualidade em saúde; o combate à poluição e ao desmatamento.

 

A legenda em formação tem 63 mil seguidores em sua conta no Instagram, e cerca de 15 mil no X. O MBL, que tem entre suas principais lideranças o deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP), quer conseguir as assinaturas necessárias já em 2025 para poder estar apto a concorrer nas eleições de 2026.

 

Depois da fusão entre PTB e Patriota, surgiu em novembro do ano passado o PRD (Partido Renovação Democrática), que foi o último a obter o registro oficial no Tribunal Superior Eleitoral. Atualmente, são 29 os partidos registrados no Tribunal e com direito a funcionar, inclusive com recebimento de verbas do fundo partidário. 

 

Se os 17 que estão atualmente em busca de assinaturas para viabilizar o seu registro conseguiram atingir os 546 mil apoiamentos necessários para cumprir uma das exigências do TSE, o Brasil teria no ano que vem um total de 46 partidos. Entretanto, a grande maioria das legendas que tenta obter a certificação dos eleitores não consegue atingir a quantidade mínima de assinaturas no prazo total de dois anos.

 

Em novembro do ano passado, eram 21 os partidos que estavam registrados no TSE com autorização para o processo de coleta de assinaturas. Esses 21 partidos em formação já haviam vencido as primeiras etapas previstas na Lei nº 9.096/95 e na Resolução TSE nº 23.282/10 para obter a licença do Tribunal para poderem oficialmente coletar os apoiamentos. Essas etapas consistem nos seguintes passos:

  • possuir pelo menos 101 eleitores, com domicílio eleitoral em, no mínimo, um terço dos Estados; 
  • elaborar o programa e o estatuto do partido; 
  • eleger os dirigentes nacionais provisórios; 
  • publicar o inteiro teor do programa e do estatuto no Diário Oficial da União; 
  • obter o registro cível no cartório da capital federal; 
  • informar ao tribunal regional eleitoral sua comissão provisória ou pessoas responsáveis pelo partido em formação. 

 

Depois que cumprem essas primeiras exigências previstas na legislação, as agremiações passam então pela fase mais difícil para conseguirem a chancela do TSE, que é de conquistar o apoiamento mínimo de mais de 546 mil eleitores com registro nos órgãos da Justiça Eleitoral, e em pelo menos nove unidades da Federação. Das 21 agremiações que em novembro do ano passado estavam nesta fase, 14 estouraram o prazo de dois anos e perderam o selo do TSE de "partidos em formação".  

 

Apenas sete dos 21 partidos que há exatos um ano já estavam coletando assinaturas em apoio à sua criação seguem em busca de atingir o número mínimo exigido pelo TSE. São esses os partidos: 

  1. Consciência Democrática, com sede em Brasília e liderado por Cristiano Rosa Abadia
  2. MCB, ou Movimento Consciência Brasil, presidido por Edmilson Gomes da Silveira Junior, com sede em Goiânia
  3. MEB, ou Movimento Esperança Brasil, com sede no Espírito Santo, um grupo liderado por Benedito Corrêa dos Santos 
  4. Ordem, com sede em Brasília, presidido por Samuel Messias da Silva Oliveira
  5. Partido Afrobrasilidade, ou Afro, é uma iniciativa surgida a partir de Minas Gerais, comandada por Weder Gonzaga Fernandes Bueno
  6. Partido Ambientalistas, sediado em São Paulo, presidido por Wilson Grassi Júnior 
  7. Partido da Segurança Privada, ou PSP, com sede em Brasília, cujo grupo é comandado por Kelson Renato Ribeiro 

 

Em meio aos demais dez partidos que surgiram há menos tempo e foram autorizados a coletar assinaturas, além do Missão, está o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), que teve seu pedido de refundação autorizado em dezembro do ano passado. O antigo PTB, que funcionava desde 1981, deixou de existir em 9 de novembro de 2023, após o TSE deferir o pedido de fusão da sigla com o Patriota, que fez nascer o Partido da Renovação Democrática (PRD).

 

Após a decisão do TSE, um grupo de 212 brizolistas, liderado pelo ex-deputado federal Vivaldo Barbosa, realizou assembleia, homologou seu estatuto, e ingressou rapidamente com pedido de refundação do PTB. Com a autorização dada pelo TSE, o novo PTB tenta conseguir apoios, mas até agora, não chancelou nenhuma assinatura nas 27 unidades federativas.

 

O presidente do novo PTB, Vivaldo Barbosa, segue afirmando que o renascimento do PTB atende a um sonho não realizado pelo ex-governador Leonel Brizola. Em 1980, o TSE concedeu a sigla do Partido Trabalhista Brasileiro ao grupo encabeçado pela ex-deputada Ivete Vargas e o então advogado Roberto Jefferson, que anos depois se tornaria presidente do partido. Ivete e Jefferson fizeram o pedido de registro antes do ex-governador Brizola. Pela quantidade de assinaturas conquistadas até o momento, o sonho de Leonel Brizola seguirá sem ser realizado. 

 

Veja abaixo outros partidos que buscam se viabilizar, mas ainda possuem poucas assinaturas para alcançar o registro definitivo pelo TSE:

  • Mais - Meio Ambiente e Integração Social, com sede em São Paulo e que tem como presidente Marcilio Duarte Lima. 
  • PCP - Partido Capitalista Popular, com sede em Brasília, e presidido por Agenor Candido Gomes
  • Conservador - Partido Conservador Brasileiro, com sede em São Paulo, presidido por José Carlos Bernardi
  • Partido do Autista, com sede em São Paulo, presidido por Osmar Bria
  • Partido do Desenvolvimento Sustentável, com sede em Brasília, presidido por João Caldas da Silva
  • UTB - União Trabalhista Brasileira, com sede em Brasília, presidido por Eryk de Vaz Braga
  • RCB - Republicano Cristão Brasileiro, com sede em Brasília e presidido por Michel Winter
  • UDN - UNIÃO DEMOCRÁTICA NACIONAL, com sede em São Paulo e presidido por Marcus Alves de Souza

 

Pela lei dos partidos políticos, uma agremiação precisa cumprir todos os passos e requisitos para sua criação até seis meses antes de um pleito, se busca disputar uma eleição. As 21 siglas que tentam se viabilizar no TSE teriam, portanto, até o começo do mês de abril para vencerem todas as exigências a fim de conseguir ter seu número na urna eletrônica em outubro de 2026.

Presente de última hora: Nasa sugere a habitantes da Terra enviar nome para Júpiter
Foto: Nasa

Já pensou ter o seu nome ou de quem você ama no espaço? Imagina dar esse presente especial? A Nasa sugeriu, neste domingo (24), aos esquecidos de plantão que enviem nomes para Júpiter. 

 

Na publicação feita nas redes sociais, a agência espacial norte-americana disse que até o dia 31 de dezembro habitantes de todo o planeta Terra poderão mandar os nomes que desejam enviar na missão Europa Clipper. Todos os nomes encaminhados serão gravados em microchips da sonda espacial.

 

Até agora, conforme a Nasa, 2 milhões de nomes já foram cadastrados no site oficial. Somente do Brasil já foram incluídos 46 mil nomes. 

 

A missão Europa Clipper vai partir com destino a Júpiter em outubro de 2024 e a previsão de que chega ao planeta apenas em 2030, após percorrer 2,9 bilhões de quilômetros. 


Para participar da missão basta acessar o site da Nasa e colocar o nome e sobrenome.

 

 

Carlos Bolsonaro quer derrubar Regina Duarte, diz coluna
Foto: Divulgação

Filho do presidente, Carlos Bolsonaro reagiu mal à entrevista de Regina Duarte ao Fantástico, na qual ela critica parte dos aliados de Jair Bolsonaro, classificando-os como “facção” interessada em minar sua gestão (clique aqui e saiba mais).


Segundo a coluna da Lauro Jardim, no jornal O Globo, assessores do Palácio do Planalto revelaram que Carlos ficou “apoplético” com a fala da nova secretária especial da Cultura. Ainda de acordo com a publicação, ele chegou a afirmar que sua missão é derrubar Regina Duarte, pois se sentiu atingido com a declaração da artista. Enquanto o clima tenciona, Jair Bolsonaro segue acompanhando de longe, nos Estados Unidos. 


Antes mesmo de assumir o cargo no governo, Regina já era criticada por olavistas e pelo próprio guru Olavo de Carvalho (clique aqui). Após a nomeação, as falas da atriz repercutiram mal entre aliados do presidente, gerando críticas do Ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, Luiz Ramos (clique aqui) e até o cancelamento de uma nomeação feita por Regina (clique aqui).

Embaixador abre Mostra de Cinema LGBT Canadá-Brasil nesta sexta em Salvador
Foto: Fundo Canadá
Após realizar agenda nesta quinta-feira (3), em Salvador, incluindo uma reunião com o governador Rui Costas e secretários, o Embaixador do Canadá no Brasil, Riccardo Savone, abre a Mostra de Cinema LGBT Canadá-Brasil “Nós, Por Exemplo”, realizada nesta sexta (4) e sábado (5), na sede do Grupo Gay da Bahia. O evento, aberto ao público e gratuito, começa às 19h, e contará com a presença de autoridades locais. Na sexta, Savone visitará ainda o Museu Afro-Brasileiro, para conhecer a história e o acervo da instituição. Pela primeira vez no estado, a missão oficial tem como objetivo fortalecer as relações entre o Canadá e a Bahia, além de buscar oportunidades de cooperação, com ênfase nas áreas comerciais, ciência e tecnologia e promoção da diversidade e inclusão social.
'Alice Através do Espelho' tem trailer oficial divulgado; filme estreia em maio
Foto: Divulgação
Sequência de "Alice no País das Maravilhas", o longa "Alice Através do Espelho" teve seu trailer oficial nessa quarta-feira (20). Dirigido por James Bobin, o filme traz a protagonista, interpretada por Mia Wasikowska, de volta ao País das Maravilhas, onde vai se deparar com personagens, como Zanik Hightopp (Rhys Ifans), pai do Chapeleiro Maluco e o Tempo (Sacha Baron Cohen), na sua missão para recuperar um misterioso globo metálico. O elenco conta ainda com nomes, como Johnny Depp, Anne Hathaway, Helena Bonham Carter. A estreia nos cinemas brasileiros será no dia 26 de maio.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Do jeito que tem gente balançando que nem gangorra entre o Cacique e o Soberano, e os outros candidatos ao Senado, vai acabar surgindo o Santinho Frankenstein. Mas outro filme também pode estar em alta em 2026: o "Esquadrão Suicida". Já Elmato parece que não passa dos trailers. Na guerra das IAs, tentaram atacar o Soberano e se bobear deixaram ele foi feliz. Enquanto isso, o Cavalo do Cão vai treinando sua mira. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Bruno Reis

Bruno Reis
Foto: Aline Gama / Bahia Notícias

"Vivemos na ditadura do PT". 


Disse o prefeito Bruno Reis (União) ao criticar a resposta da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) às críticas feitas por sua esposa à situação da saúde da saúde em Uauá, interior baiano. Nesta segunda-feira (4), ele repudiou o comunicado e afirmou que vivemos em uma “ditadura”. 

Podcast

Deputado Adolfo Menezes é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira

Deputado Adolfo Menezes é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira
Foto: Projeto Prisma
O deputado estadual Adolfo Menezes (PSD) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (4). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias. 

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