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Com a proximidade da Micareta de Feira 2025, que acontece de 1º a 4 de maio, o município de Feira de Santana juntamente com o Ministério Público do Trabalho da Bahia (MPT-BA) fizeram um acordo com cooperativas e empresas privadas, para a garantia de condições dignas para o trabalho dos catadores de materiais recicláveis durante o festejo.
A Micareta terá um sistema de custeio e apoio logístico à atividade de reciclagem de resíduos sólidos. A ação foi decidida em reunião realizada pelo órgão na quinta-feira (24), entre prefeitura, governo do estado, empresa de limpeza urbana e três cooperativas de catadores.
De acordo com o MPT, o município e o Estado vão arcar com R$ 50 mil, sendo R$ 40 repassados pelo governo e R$10 mil pela prefeitura, para as cooperativas comprarem os materiais coletados pelos catadores. Além disso, duas centrais de reciclagem serão montadas pela prefeitura no circuito da festa. Elas terão estrutura de banheiros, água, espaço para armazenagem e pesagem além de área de descanso.
A Sustentare, concessionária de limpeza urbana que atua em Feira de Santana fornecerá sacos de ráfia, big bags, luvas e protetores auriculares, além de fornecer alimentação para os cooperados e disponibilizar um caminhão para o transporte dos materiais coletados. O estado também se comprometeu a fornecer fardamentos e EPIs.
As condições das centrais vão ser inspecionadas pelo MPT à medida em que os espaços forem sendo montados. Uma primeira visita aos dois pontos de compra e armazenamento será feita nesta semana e outras inspeções não estão descartadas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.