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Atual técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti foi condenado pela Justiça espanhola a um ano de prisão por fraude fiscal cometida em 2014, quando comandava o Real Madrid em sua primeira passagem pelo clube. A decisão também prevê o pagamento de uma multa de 387 mil euros (cerca de R$ 2,4 milhões na cotação atual), além da proibição de receber subsídios ou benefícios públicos por um período de três anos.
Segundo o Ministério Público da Espanha, Ancelotti deixou de declarar corretamente rendimentos relacionados a direitos de imagem, sonegando cerca de 1.062.079 euros — o equivalente a aproximadamente R$ 6,6 milhões. O caso se refere especificamente ao ano de 2014, já que o técnico foi absolvido de acusações semelhantes relativas a 2015. As informações foram divulgadas inicialmente pela agência EFE.
Durante o julgamento, realizado nos dias 2 e 3 de abril deste ano, Ancelotti alegou desconhecimento da irregularidade e afirmou que seu foco era apenas no recebimento do salário líquido negociado com o clube espanhol. “Eu só estava preocupado em receber o salário líquido de seis milhões por três anos, e nunca percebi que algo estava errado, nem recebi nenhuma notificação de que o Ministério Público estava me investigando”, declarou o treinador durante a audiência.
A sentença, no entanto, não deve afetar sua atuação à frente da Seleção Brasileira. Ancelotti foi anunciado como novo técnico do Brasil em maio deste ano e já fez sua estreia em jogos oficiais. Sob seu comando, a equipe empatou com o Equador e venceu o Paraguai pelas rodadas 15 e 16 das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026, assegurando matematicamente a vaga no torneio que será disputado nos Estados Unidos, México e Canadá.
O Ministério Público da Espanha pediu nesta quinta-feira (23) nove anos de prisão para Daniel Alves. A informação é da agência de notícias EFE. O jogador é acusado de agressão sexual contra uma mulher de 23 anos em dezembro do ano passado, em Barcelona. Além da prisão, o pedido ainda inlcui uma indenização de 150 mil euros, o equivalente a R$ 799 mil, para a vítima.
Na última semana, o Tribunal de Barcelona notificou as partes sobre o julgamento, oficializando o encerramento das investigações e concedendo o prazo de cinco dias para a apresentação de acusação e defesa. Porém, a data ainda não foi definida.
O caso aconteceu na noite do dia 30 de dezembro de 2022, numa boate em Barcelona. A vítima foi uma jovem, de 23 anos. No momento do ocorrido, ela pediu ajuda às amigas e aos seguranças, que acionaram a polícia. A mulher fez os exames de corpo de delito. Inicialmente, Daniel Alves negou qualquer tipo de abuso, no entanto, ao se apresentar de forma espontânea à Polícia, ele acabou se contradizendo durante o depoimento e teve a prisão preventiva determinada, sem direito a fiança, no dia 20 de janeiro. Por fim, ele admitiu a relação sexual, mas de forma consensual, no banheiro do estabelecimento. A defesa do atleta chegou a entrar com três pedidos de liberdade, mas todos foram negados pela Justiça espanhola, que decidiu pelo encarceramento até o fim do julgamento.
De acordo com a imprensa espanhola, o julgamento deve ocorrer entre o final de 2023 e o início de 2024.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.