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mikhail degtyarev
O Comitê Olímpico Russo (ROC) informou que irá indenizar os 116 atletas que não puderam competir nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina, realizados na Itália, neste ano. Apenas 13 puderam participar, mas não representaram o país, todos competiram como atletas independentes. A compensação será feita em dinheiro.
A Rússia está proibida, pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) de participar de competições internacionais oficiais desde a invasão realizada na Ucrânia, em 2022. A sanção também atinge os atletas russos. Alguns, no entanto, foram autorizados a competir em Milão-Cortina como independentes, sem bandeira ou hino nacional.
O anúncio da compensação financeira foi feito nesta terça-feira (7) pelo ministro dos Esportes da Rússia, Mikhail Degtyarev. O ministro ainda informou que o comitê russo está trabalhando que os atletas retornem às competições internacionais.
“O Ministério do Esporte e o Comitê Olímpico Russo estão fazendo tudo o que é possível para garantir o retorno completo da seleção russa às competições internacionais sob a bandeira nacional e com o hino nacional. Quando necessário, negociamos; quando isso falha, defendemos os direitos dos atletas na Justiça para que nossa equipe possa competir por medalhas com uma delegação completa”, afirmou.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.