Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
midias sociais
O governo da Austrália pode determinar uma idade mínima para crianças utilizarem redes sociais no país. A medida seria diante de citações relacionadas a problemas e preocupações com a saúde mental e física. A iniciativa iria contrariar as reações de defensores dos direitos digitais que alertam que a determinação poderia causar atividades online perigosas.
Segundo publicação da Folha de S.Paulo, o primeiro-ministro australiano Anthony Albanese afirmou que será realizado um teste de verificação de idade antes de aplicar as leis para as redes sociais em 2024. A idade pode ser limitada entre 14 e 16 anos.
"Quero ver as crianças longe de seus dispositivos e nos campos de futebol, piscinas e quadras de tênis", constatou Albanese à Australian Broadcasting Corp.
"Queremos que tenham experiências reais com pessoas reais porque sabemos que as redes sociais estão causando danos sociais", completou.
A proposição faria com que a Austrália estivesse entre os primeiros países do mundo a implementar uma restrição de idade nas redes sociais. Outras tentativas, a exemplo da União Europeia fracassaram após reclamações, principalmente sobre redução dos direitos online de menores de idade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.