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michelle allan
Os advogados Ana Patrícia Dantas Leão, Eugênio Kruschewsky e Michelle Allan, defendidos por César Faria, tiveram liminarmente rejeitada, por manifesta ausência de justa causa, a queixa-crime promovida pelo empresário Lucas Abud. O autor da queixa é representado pelo advogado Gamil Föppel e acusa os causídicos pelo crime de calúnia, por terem, na defesa de sua ex-esposa Fabiana Gordilho, narrado a existência de violência doméstica.
A rejeição liminar considerou o fato de existir elementos de prova da alegada violência contra sua ex-mulher, a qual os advogados dela não poderiam deixar de levar ao conhecimento do Julgador.
Para a juíza Andréa Tourinho Cerqueira de Araújo, da 1ª Vara do JECRIM de Salvador, “o que se observa é uma tentativa do querelante de criminalizar o exercício da defesa na esfera cível, o que é inadmissível.” Destacou também a magistrada que não se pode admitir que o Direito Penal seja utilizado “como instrumento de pressão ou retaliação em disputas familiares acirradas.”
A queixa-crime oferecida, mesmo sendo o processo sigiloso, foi amplamente divulgada na mídia nacional, deflagrando uma campanha difamatória contra os conceituados advogados, que atuavam no exercício legítimo da sua profissão, na defesa de uma mulher vilipendiada.
A mesma acusação foi noticiada pelo empresário Lucas Abud ao Ministério Público, também como suposto crime de fraude processual, já tendo sido definitivamente arquivada pela Procuradoria-Geral de Justiça. Tanto a notícia, como a queixa-crime, foram integralmente rejeitadas contra os citados advogados e contra sua cliente, ex-esposa do acusador.
Lucas Abud já se encontra indiciado pelo crime de lesões corporais contra sua ex-mulher e agora corre sério risco de vir a responder também por possível crime de denunciação caluniosa, por ter movido processo temerário, atentando contra o Poder Judiciário e a honra de advogados e parte. Quem vai dizer é o Ministério Público.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.