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O ex-goleiro da Seleção Brasileira, Doniéber Alexander Marangon, conhecido como Doni, enfrenta decisões judiciais na Flórida que obrigam sua empresa, a D32, a pagar valores expressivos a investidores brasileiros. De acordo com documentos do tribunal do Condado de Miami-Dade, a companhia deve repassar US$ 812 mil às empresas administradas pelo cantor Michel Teló e pela atriz Thaís Fersoza. O montante resulta de aportes realizados no mercado imobiliário norte-americano que não obtiveram o retorno previsto em contrato. A informação é do g1.
As ações judiciais apontam que as empresas do setor sertanejo e da atriz emprestaram US$ 450 mil para a incorporadora de Doni em 2021. O acordo estabelecia a devolução do capital acrescida de uma taxa de juros anual de 15%. Diante da ausência de pagamento nos prazos estipulados, o caso foi levado aos tribunais, onde as sentenças definitivas atualizaram o débito com a inclusão de juros e honorários advocatícios. A defesa das vítimas é conduzida pela advogada Juliana Leite, que confirmou a fase atual de busca por bens para garantir a execução das dívidas.
A D32 atua na construção de casas em condomínios na região central da Flórida e captou recursos de diversos investidores brasileiros após o encerramento da carreira de Doni nos gramados em 2013. O ex-atleta, com passagens por clubes como Corinthians, Roma e Liverpool, atribui as dificuldades dos empreendimentos a fatores do cenário econômico, como a elevação das taxas de juros nos Estados Unidos. Doni informou que a incorporadora passa por uma reestruturação societária e que as divergências com clientes são "todas submetidas regularmente à apreciação do Poder Judiciário e tratadas de forma técnica e dentro da legalidade".
O levantamento realizado nos condados de Miami-Dade e Orange indica a existência de pelo menos 29 processos contra a empresa de Doni. Além do casal de artistas, outros nomes do esporte aparecem entre os reclamantes, como o jogador Willian Arão, que busca a recuperação de um investimento de US$ 200 mil.
A advogada Juliana Leite explica que a situação envolve o descumprimento de notas promissórias sem garantias reais.
"A gente está em negociação, porque essa parte de execução nos Estados Unidos, eles têm que nomear os bens. Já recebemos uma série de informações e estamos nessa fase de execução", afirmou a defensora.
A empresa do ex-goleiro buscou estabelecer termos de reestruturação das dívidas com os credores fora do âmbito judicial. A proposta consistia em extinguir os débitos antigos para criar novas obrigações contratuais, mas a sugestão foi rejeitada pelos representantes de Teló e Fersoza. A orientação jurídica foi manter a execução das sentenças já obtidas na Justiça para preservar a prioridade no recebimento dos valores. Há registros de investidores que aceitaram a renegociação extrajudicial, mas que também relatam o descumprimento dos novos prazos estabelecidos.
O tribunal chegou a analisar pedidos de medidas mais severas devido à ausência dos sócios em atos processuais ao longo dos últimos meses. Enquanto a fase de execução prossegue nos Estados Unidos, os valores devidos continuam sofrendo correções monetárias diárias. O desfecho dos casos depende agora da localização de patrimônio da D32 que seja suficiente para cobrir os passivos acumulados com os investidores que financiaram os projetos imobiliários na Flórida.
Michel Teló desembarca em Salvador com o espetáculo “Bem Sertanejo – O Musical”, em cartaz de 22 a 24 de março, na sala principal do Teatro Castro Alves.
A montagem tem como proposta contar a história da música sertaneja, desde a sua origem caipira, no século 17, até os dias atuais. No repertório, cerca de 60 sucessos de nomes como Tonico e Tinoco, Sérgio Reis, Almir Sater, Renato Teixeira, Chitãozinho e Xororó, Leandro e Leonardo, Zezé Di Camargo e Luciano, Gustavo Lima, Henrique e Juliano e Jorge e Mateus.
No elenco, além de Michel Teló, o público poderá conferir o trabalho de Lilian Menezes, Alan Rocha, Daniel Carneiro, Gabriel Manita, Jonas Hammar, José Mauro Brant, Pedro Lima, Rodrigo Lima, Sergio Dalcin e Gustavo Gasparani, que também assina a direção.
SALVADOR
O QUÊ: “Bem Sertanejo – O Musical”
QUANDO: 22 a 24 de março. Sexta-feira, às 20h30; Sábado, às 17h e às 20h30; e domingo, às 16h e às 19h30
ONDE: Sala principal do Teatro Castro Alves – Salvador (BA)
VALOR: A a E - R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia) | F a P - R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia) | Q a Z - R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) | Z1 a Z11 - R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)
O espetáculo "Bem Sertanejo - O Musical" irá desembarcar no Norte e Nordeste durante março e abril. A turnê, que pela primeira vez irá acontecer nessas regiões, passará por seis cidades, Salvador, Recife, Belém, Maceió, Natal e Fortaleza. A capital baiana receberá cinco apresentações do musical, do dia 22 a 24 de março, no Teatro Castro Alves.
A montagem, que estreou em 2017, conta a história da música sertaneja, desde a sua origem até os dias de hoje. Além disso, ela mostra as transformações e as influências que as canções caipiras sofreram. O repertório do espetáculo conta com músicas de artistas como Tonico e Tinoco, Sérgio Reis, Almir Sater, Renato Teixeira, Chitãozinho e Xororó, Leandro e Leonardo, Zezé Di Camargo e Luciano, Gustavo Lima, Henrique e Juliano, Jorge e Mateus, entre outros.
"Bem Sertanejo", que tem texto e direção de Gustavo Gasparani, conta no elenco com o cantor sertanejo Michel Teló, Lilian Menezes, Alan Rocha, Daniel Carneiro, Gabriel Manita, Jonas Hammar, José Mauro Brant, Pedro Lima, Rodrigo Lima e Sergio Dalcin.
O projeto é apresentado pelo Ministério da Cidadania, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Em junho de 2018, o Ministério da Cultural deu aval para que o musical pudesse captar mais de 7,6 milhões de reais através de incentivos fiscais (lembre aqui).
O espetáculo se preocupa em criar um vínculo com o público, e uma das ações realizadas pela produção do musical é oferecer duas atividades em todas as apresentações para o público em geral. A primeira delas é a visita guiada pelos bastidores, o público pode se inscrever para conhecer a dinâmica por trás do palco. A outra atividade é uma palestra após a sessão sobre o processo criativo e a conspecção do espetáculo. A conversa com o público, sempre com um integrante da equipe criativa do musical, acontece na própria plateia e qualquer um pode participar.
Além disso, a produção separa uma cota de convites para ONGs e projetos de incentivo à inclusão. Os ingressos estão à venda no site do Ingresso Rápido.
SERVIÇO
O QUÊ: Bem Sertanejo - O Musical
QUANDO: Sexta, 22 de março, às 20h30 | Sábado, 23 de março, às 17h e ás 20h30 | Domingo, 24 de março, às 16h e 19h30
ONDE: Teatro Castro Alves - Salvador (BA)
VALOR: Plateia A a E - R$ 120 | Plateia F a P - R$ 100 | Plateia Q a Z - R$ 80 | Plateia Z1 a Z11 - R$ 50
O Ministério da Cultura deu aval para que a terceira temporada do musical "Bem Sertanejo" possa captar mais de 7,6 milhões de reais através de incentivos fiscais. As informações foram divulgadas no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (22). O espetáculo, que contou com Michel Teló em seu elenco durante as temporadas anteriores, tem texto e direção de Gustavo Gasparini (Gilberto Gil – Aquele Abraço). A produção, que estreou em 2017, conta a história da música sertaneja, desde a sua origem até os dias de hoje. Além disso, ela mostra as transformações e as influências que as canções caipiras sofreram. De acordo com a Veja, a ideia do musical surgiu da série de mesmo nome que era exibida pelo programa Fantástico, da Rede Globo. Em cada episódio, o cantor Michel Teló viajava pelo Brasil para conversar com artistas consagrados da música sertaneja, como Chitãozinho e Xororó, Daniel Rionegro, entre outros. Ainda não se sabe se Teló voltará para a próxima temporada do musical “Bem Sertanejo”. Ate o final deste ano, a empresa responsável pelo espetáculo deverá encontrar patrocinadores que tenham interesse em contribuir com a relação da produção através de incentivos fiscais.

A irreverência, marca registrada de Tom Zé, pregou mais uma peça nos fãs do estimado compositor. Nesta semana, declarações elogiosas do cantor para Michel Teló surpreenderam o público. “Trocaria tudo o que eu fiz por ‘Ai seu eu te pego”, declarou o músico, em entrevista à revista O Grito. Tom Zé ainda afirmou que música de Teló “é coisa de gênio”. “Existem pessoas que, mesmo sem a visita de todas as musas, conseguem captar do cotidiano coisas geniais que vivemos, como por exemplo ‘Ai se eu te pego’. Quantas vezes você não fala isso na rua? ‘Ai se eu te pego’ é coisa de gênio! Trocaria tudo que eu fiz por ‘Ai se eu te pego’, pela simplicidade genial da frase. Pessoas como eu, que preciso ficar 2 horas por dia para compor 8 compassos, tem um trabalho mais árduo na hora de compor”, disse após sua apresentação no Sesc, em São Paulo, nesta sexta-feira (11).
O cantor latino-americana Pitbull disse recentemente que usou o brasileiro Michel Teló como "avenida de duas mãos" quando descobrir que o sucesso de "Ai, se eu pego" já era um fenômeno mundial. "Pensei que era um fenômeno brasileiro, mas todo mundo ficava louco quando eu tocava 'Ai Se Eu te Pego' nos clubes. Eu usei Teló como uma avenida de duas mãos. Vi os movimentos dele e apliquei na minha dança. E ele conseguiu o topo da Billboard", disse em entrevista à Folha de S.Paulo. O cantor ficou conhecido em 2009 com o hit "I Know You Want me (Calle Ocho)" e este ano deu uma guinada na carreira de Jennifer Lopez ao regravar com a cantora a "Llorando se Fue", mais conhecida no Brasil por "Chorando se Foi", do Kaoma, de 1989. Ele a transformou em "On the Floor", comprada 3,4 milhões de vezes pelo iTunes.
O “Pop Music Festival” teve sua primeira versão brasileira em março do ano passado, e teve como atrações internacionais a colombiana Shakira, a banda norte-americana Train, o jamaicano Ziggy Marley e o DJ superstar Fatboy Slim. O evento passou por Porto Alegre, Brasília e São Paulo e reuniu um público de mais de 100 mil pessoas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Quem defende ditadura não deveria ser candidato".
Disse o vice-presidente Geraldo Alckmin, durante sua despedida do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços ao indicar ter ficado “honrado” com o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor novamente a chapa nas eleições de 2026, e também fazer duras críticas ao principal adversário do atual governo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).