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metro campo grande
O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) autorizou a Companhia de Transportes da Bahia (CTB) a realizar o projeto de extensão do metrô de Salvador para o bairro do Campo Grande, na região central da cidade. A medida permite que a gestão realize modificações estruturais e locacionais necessarias para a ampliação do modal. Além da implementação do Tramo IV, outras intervções de urbanismo subterrâneas estão previstas no local.
De acordo com a autorização, a CTB terá validade até 2031 para realizar as obras. Além disso, o Inema ainda concedeu permissão para a instalação de uma Subestação Primária de Narandiba. O equipamento faz parte do Tramo IV, do Sistema Metroviário da capital baiana, em Lauro de Freitas.
Com validade de dois anos, a autorização vai permitir ainda a supressão de vegetação nativa e o manejo da fauna silvestre, visando viabilizar a criação do espaço. Para garantir a conformidade ambiental, a norma impõe uma série de condicionantes rigorosas, como o cumprimento de cronogramas estritos, o registro de produtos florestais e o respeito à legislação vigente sobre o patrimônio genético. Em última análise, o ato administrativo busca equilibrar a expansão da infraestrutura urbana com a necessária fiscalização e proteção dos recursos naturais do estado.
Para a supressão de vegetação, deve-se apresentar ao INEMA o cronograma de execução com antecedência mínima de 45 dias. A área que será avaliada se encontra próxima a sede da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (CONDER), na Avenida Edgard Santos, sentido Cabula VI.
CONSTRUÇÃO DE ESTAÇÃO
O Governo do Estado, por meio da Companhia de Transportes da Bahia (CTB), divulgou o resultado de uma nova etapa do processo licitatório da implantação do Tramo 4 da Linha 1 do Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas - SMSL, que corresponde ao trecho da Estação da Lapa ao Campo Grande. O anúncio foi feito durante Sessão Pública na sede da CTB.
Segundo a publicação da CTB, o Consórcio 2 de julho ficou à frente nessa fase, o que não quer dizer que seja o vencedor da licitação. O Consórcio é formado pela Álya / Odebrecht / Metro / MPE. A entidade obteve nota técnica 96 e nota preço 93,95 e nota final 95,18. O preço foi de R$ 1.127.231.801,21.
O Consórcio Mendes Jr / Power China / Toniolo / Pampulha, que também disputava a licitação, ficou com nota abaixo, obtendo 73,85 nota técnica e nota preço 100,00, com nota final de 84,31, ofertando um desconto de 103.009.721,94. A Álya teve desconto de 34.826.155,73. A publicação do edital de licitação para as obras do Tramo IV do Sistema Metroviário Salvador–Lauro de Freitas foi divulgada em junho deste ano. O novo trecho terá 1,105 km de extensão em túnel, ligando a Estação da Lapa ao Campo Grande, e representa uma nova etapa da mobilidade urbana da capital baiana.
O prefeito Bruno Reis revelou, nesta segunda-feira (22), que solicitou uma mudança no projeto do tramo 4 do metrô de Salvador, obra gerenciada pelo Governo do Estado, para garantir a manutenção do circuito Osmar, no Campo Grande. Conforme divulgado pelo Bahia Notícias, duas áreas foram desapropriadas ao redor da Praça do Campo Grande, no Centro de Salvador, podendo impactar na dinâmica da folia carnavalesca na região.
Em entrevista ao Bahia Notícias, o prefeito revelou que os ensaios preliminares do Governo para atuação na região indicavam um poço de construção no meio da Avenida Largo do Campo Grande, em frente ao Teatro Castro Alves. “Tratamos [as obras] naquele encontro com o governador. Foi apresentado o projeto, o poço de visitação da obra estava previsto no meio da rua, entre a praça e o teatro Castro Alves, e nós combinamos naquela reunião que um posto de visitação seria na praça, em um canteiro que será montado no interior da praça, e outro naquele estacionamento ao lado, onde fica o camarote da Câmara do Carnaval”, explica o gestor.
Bruno Reis destaca que “fazendo os postos de visitação nessas duas áreas, dá para compatibilizar com o Carnaval do Campo Grande e do Centro Histórico”, disse em um evento político entre União Brasil e PL em Porto Seguro, na Costa do Descobrimento. O representante do União avaliou ainda que a possibilidade de mudar um dos circuitos do Carnaval para a orla marítima é um plano de longo prazo e deve seguir investindo em um equilíbrio entre os circuitos já vigentes.
“Qual é a visão da Prefeitura? Que dois circuitos bem equilibrados, bem distribuídos, com grandes atrações que atraem o público, eles dão para funcionar bem. Lá atrás, com o advento da nova obra da Orla, que nós já inauguramos, se conjuntou a possibilidade do circuito da Barra [o circuito Dodô] acontecer lá. Naquele momento foi uma discussão, tema levantado por os atores do carnaval e, ao final, ouvindo todos, a prefeitura decidiu que iria manter o carnaval na Barra, iria fortalecer o carnaval do Centro e nesse ano tivemos um equilíbrio dos circuitos e as operações funcionaram bem”, explica Bruno.
Para o gestor municipal, esse tema será debatido pelo “prefeito que venha lhe suceder”. “A mudança para um outro local por conta dessa obra do metrô até o Campo Grande, eu acho que não será necessário, dá para compatibilizar. E no futuro, o prefeito que venha nos suceder vai discutir esse tema, porque em algum momento vai ser necessário ou um novo circuito, ou mudar o circuito de local, tendo em vista a quantidade de pessoas que cada vez mais é crescente no Carnaval”, sucinta.
Ele aponta que a discussão é eminente, considerando a rapidez do crescimento do turismo no Carnaval soteropolitano: “É provável porque a cidade está crescendo, o número de foliões vai aumentando, o número de visitantes que vêm a Salvador vão aumentando”. Ao final, Bruno Reis conclui que “a gente vai fazer o Carnaval de 2026 nesses dois circuitos [Dodô, na Barra, e Osmar, no Campo Grande]”.
O Governo do Estado, por meio da Companhia de Transportes da Bahia (CTB), divulgou o resultado de uma nova etapa do processo licitatório da implantação do Tramo 4 da Linha 1 do Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas - SMSL, que corresponde ao trecho da Estação da Lapa ao Campo Grande. O anúncio foi feito durante Sessão Pública na sede da CTB, nesta quarta-feira (3).
Segundo a publicação da CTB, o Consórcio 2 de julho ficou à frente nessa fase, o que não quer dizer que seja o vencedor da licitação. O Consórcio é formado pela Álya / Odebrecht / Metro / MPE. A entidade obteve nota técnica 96 e nota preço 93,95 e nota final 95,18. O preço foi de R$ 1.127.231.801,21.
O Consórcio Mendes Jr / Power China / Toniolo / Pampulha, que também disputava a licitação, ficou com nota abaixo, obtendo 73,85 nota técnica e nota preço 100,00, com nota final de 84,31, ofertando um desconto de 103.009.721,94.
A Álya teve desconto de 34.826.155,73.
EXPANSÃO
A publicação do edital de licitação para as obras do Tramo IV do Sistema Metroviário Salvador–Lauro de Freitas foi divulgada em junho deste ano. O novo trecho terá 1,105 km de extensão em túnel, ligando a Estação da Lapa ao Campo Grande, e representa uma nova etapa da mobilidade urbana da capital baiana.
Com investimento de mais de R$ 1,518 bilhão, a obra será realizada em parceria com o Ministério das Cidades e a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), por meio da Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB). O edital será publicado nesta terça-feira (10) no Diário Oficial do Estado, com abertura das propostas marcada para 18 de agosto.
Além da obra física, também será lançado o edital para a aquisição de 10 novos trens, modernos e com capacidade para 1.250 passageiros cada. Essa nova frota terá custo de R$ 648,4 milhões, dos quais R$ 616 milhões são oriundos do governo federal e R$ 32,4 milhões do governo estadual. A abertura das propostas está prevista para 1º de setembro.
Somando os dois investimentos, o montante total ultrapassa R$ 2,166 bilhões, sendo R$ 2,134 bilhões de recursos federais e R$ 32,4 milhões do Estado. (Atualizada às 14h15)
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.