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Enquanto 70 municípios baianos alcançaram a marca de 6 pontos nos anos iniciais do ensino fundamental, mais de 60% das cidades ficaram abaixo da média estadual nos anos finais. Os novos dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) referentes a 2025, obtidos pela equipe do Bahia Notícias (BN), revelam um cenário de desigualdades no desempenho escolar entre as redes de ensino público na Bahia.
Em resposta enviada à reportagem do BN, a assessoria de comunicação do Ministério da Educação (MEC) informou que a Bahia conta com 11.798 instituições de ensino na base histórica do Ideb. Todavia, em 2025, foram analisadas 6.929 instituições — o equivalente a 58,7% do total da base de dados. Desse total de locais avaliados, 3.495 correspondem aos anos iniciais do ensino fundamental (1.º ao 5.º ano), 2.410 aos anos finais do ensino fundamental (6.º ao 9.º ano) e 1.024 ao ensino médio.
MÉDIA BAIANA
No contexto nacional, a Bahia se destaca como um dos poucos estados que não conseguiram atingir nenhuma das metas esperadas em cada fase de ensino. Essa é uma meta estipulada desde 2021 para superar a queda histórica no nível da educação pública decorrente da pandemia ocorrida no governo Bolsonaro.
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- Salvador avança no Ideb 2025 nos Anos Iniciais e Finais do Ensino Fundamental.
Eram esperados os seguintes valores para o Brasil: nota 6 na fase inicial do ensino fundamental (1.º ao 5.º ano). A Bahia obteve nota 5,7. Na segunda fase desse tipo de ensino (6.º ao 9.º ano), era esperado 5,5; a Bahia ficou com 4,5. E no Ensino Médio do Brasil era esperado 5,2; a Bahia pontuou a nota 4.
Foto ilustrativa: Carol Garcia / GOVBA
Mesmo sem atingir os valores estipulados, os dados provam que a educação do Brasil e da Bahia melhora a curtos passos. Nas palavras do atual ministro da Educação, o senhor Leandro Barchini, isso não era imprevisto devido aos desafios da educação do país.
“Este é o melhor Ideb da série histórica. O Brasil enfrentou simultaneamente três problemas históricos da educação: colocou mais estudantes na escola, melhorou sua trajetória e elevou a aprendizagem. [Eu] fiquei satisfeito, mas não plenamente satisfeito. A gente precisa avançar mais. Mas, quando a gente olha para 20 anos atrás, quando o Ideb começou a ser calculado, houve uma mudança brutal”, relata em entrevista ao SBT News.
MAS E O INTERIOR?
Entre todos os territórios da Bahia, ficam claras particularidades, mas, no geral, é nítida a desigualdade de acesso à educação. Quando se observam os números em todos os municípios baianos em 2025, nota-se que há diferenças marcantes conforme a etapa de ensino:
- Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano): Apresentam o cenário mais positivo. Com média estadual de 5,7 pontos, 369 municípios ficaram acima desse patamar, com 48 ficando abaixo. Nesse caso ocorreram bons exemplos: 70 cidades baianas conseguiram atingir a meta nacional (acima de 6,0).
- Anos Finais do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano): Com média estadual de 4,5 pontos, apenas 159 dos 417 municípios (38,1%) ficaram acima da média baiana, enquanto 258 (61,9%) permaneceram abaixo.
- Ensino Médio: A Bahia registrou média de 4,0 pontos, figurando como a quarta pior média do Brasil. Em todo o estado, 170 dos 417 municípios (40,8%) alcançaram nota igual ou superior a 4, enquanto 247 (59,2%) ficaram abaixo desse patamar.
Infográfico ilustrativo com os resultados | Foto com inteligência artificial / NotebookLM
A responsabilidade administrativa varia conforme o ciclo escolar: na maioria dos 417 municípios, o ensino fundamental nos anos iniciais é determinado principalmente pelo desempenho das escolas e colégios municipais, geridos pelas prefeituras e secretarias municipais de educação. Veja:
Nos anos finais (5º ao 9º ano), a competência passa a ser dividida de forma mais direta com o governo estadual, enquanto no ensino médio o peso principal recai sobre as redes estadual e federal. O Bahia Notícias disponibilizou um mapa interativo para consulta dos resultados de cada município baiano.
BAHIA NO BRASIL
O desempenho geral evidencia as disparidades entre os diferentes tipos de administração escolar. A média esperada para o estado era de 6 pontos, mas as redes públicas ficaram com 5,4; as estaduais, com 6,1; e as particulares, com 6,7. Esse resultado desigual indica que parte do desempenho abaixo do esperado deriva das redes municipais de ensino público.
Veja o desempenho no cenário do Brasil:
O Ideb é calculado com base na combinação de dois fatores principais:
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Fluxo escolar (taxa de aprovação): Percentual de alunos que não repetiram de ano, apurado pelo Censo Escolar.
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Desempenho em avaliações: Notas obtidas pelo Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, aplicadas a estudantes do 2º, 5º e 9º anos do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio.
CASOS CURIOSOS
Em Salvador: A capital apresenta forte desigualdade entre redes. Nos anos finais do ensino fundamental, a rede federal (Institutos Federais e Colégio Militar) obteve nota 7,4 — muito superior à média estadual da etapa (4,5). Por outro lado, a rede estadual nos anos finais alcançou 3,7, ficando atrás da municipal (4,5).
Foto: Betto Jr./Secom PMS
No total, 58 escolas municipais de Salvador foram avaliadas, com a Escola Municipal Hildete Bahia de Souza alcançando a maior pontuação (5,5) em Pernambués e a Escola Municipal Maria Dolores, em Tancredo Neves, obtendo a menor (3,5) no ensino fundamental, anos finais.
Foram avaliadas 114 estaduais dessa modalidade, com o Colégio Estadual Ruben Dario Tempo Integral, na San Martin, recebendo a menor nota, 2,7, e o Colégio da Polícia Militar Luiz Tarquinio, o CPM de Luiz Tarquinio, a maior, 5,5.
Confira uma lista completa:
Nos anos iniciais do ensino fundamental, Salvador foi a única cidade em que a rede estadual (5,6) superou a municipal (5,3). No ensino médio, a rede federal registrou o melhor resultado (4,7), contra 3,4 da rede estadual.
O levantamento do BN identificou particularidades em diversos municípios do estado:
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Vitória da Conquista, no sudoeste baiano: Nos anos finais do ensino fundamental, a rede estadual registrou nota 6,8, superando expressivamente a municipal (4,9). No ensino médio, a rede federal alcançou 5,4, enquanto a estadual obteve 4,4.
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Teixeira de Freitas, no extremo sul da Bahia: A rede estadual nos anos finais atingiu nota 6,5, diante de 4,5 da rede municipal.
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Barreiras, no Oeste do estado: A nota dos anos finais foi superior na rede estadual (5,8) em comparação com a municipal (4,8).
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Alagoinhas, no Litoral Norte: Registrou nos anos finais nota superior na rede estadual (4,1) em relação à municipal (3,8).
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Santa Inês, no Vale do Jiquiriçá: No ensino médio, a rede estadual (4,2) superou a rede federal (4,0).
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Uruçuca, no Litoral Sul: No ensino médio, a rede federal obteve nota 3,9, acima dos 3,4 registrados pelo governo estadual.
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Xique-Xique, na região de Irecê: As redes estadual e municipal empataram no ensino médio com nota 3,3. O ensino médio federal obteve desempenho superior, atingindo nota 4,6 sob liderança do Instituto Federal local.
- Catu, no litoral norte: Apesar de altas pontuações na rede federal por meio do IF de Catu, não foram registradas pontuações no eixo federal do ensino médio no IDEB 2025.
Foram identificadas cidades com variação entre as redes nos anos finais — com desempenhos como 5,7 (estadual) contra 4,5 (municipal); 4,4 (estadual) contra 3,7 (municipal); 4,9 (estadual) contra 3,7 (municipal); e casos em que a rede municipal superou a estadual, como 3,5 contra 3,3. Em outra localidade, a nota do ensino médio da rede municipal ou federal atingiu 5,5, superando os 3,9 da rede estadual.
Foto: Jefferson Peixoto / PMS
A reportagem também identificou a ausência de dados em determinados municípios ou etapas específicas de ensino em 2025, com localidades sem registros de pontuação nos anos iniciais, nos anos finais ou no ensino médio.
O BN preparou uma lista detalhada com todos os resultados registrados (ou ausências de dados) das escolas no ensino médio do Ideb:
(Lista)
Apesar de ter empréstimo confirmado para o Lyon em janeiro, Endrick esteve em campo pelo Real Madrid na última quarta-feira (17), contra o Talavera CF, e completou uma meta em dinheiro prevista na venda da jovem promessa do Palmeiras ao clube madrilenho. São 75 mil euros (R$485 mil reais na cotação atual) por ter sido escalado como titular e ter jogado por mais de 45 minutos.
Endrick tem viagem prevista para França logo após o natal e deve ser apresentado pelo Lyon no dia 1º de janeiro de 2026. Pelo Real Madrid, esta foi a única meta de contrato pelo atacante nesta temporada, onde ele passou a maioria dos jogos sem sair do banco de reservas.
Durante o empréstimo, Endrick poderá disputar apenas as metas individuais. É o caso do Prêmio Kopa ou Golden Boy, Top-3 da Bola de Ouro ou Fifa The Best. As metas de gols, partidas e títulos são válidas apenas para o desempenho pelo Real Madrid.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu nesta quinta-feira (29), mudar o sistema de metas de inflação. O conselho decidiu que a meta de inflação de 2026 será de 3%. A decisão encerra as incertezas acerca do papel do Banco Central nos próximos anos.
O conselho optou também por alterar o sistema de metas de inflação vigente há mais de 20 anos e estabeleceu um alvo contínuo a partir de 2025.
A decisão foi tomada pelo colegiado formado pelos ministros da Fazenda, Fernando Haddad e do Planejamento Simone Tebet, além do presidente do BC, Campos Neto.
Com a mudança, o CMN adotou um horizonte contínuo para cumprir as metas. O Banco Central agora não mira mais o índice de inflação do ano fechado para perseguir o alvo sem um calendário fixo.
A decisão foi confirmada pelo Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em coletiva de imprensa.
“Eu anunciei ao CMN e explico porque é ato prerrogativa do presidente mudança no regime em relação ao ano-calendário, conforme já discutido com sociedade, já tinha manifestado minha simpatia por uma mudança desse padrão que só se verifica em dois países, dentre os quais o Brasil, adotaremos meta contínua a partir de 2025, decidimos manter a meta a luz dos indicadores econômicos", explicou Haddad.
A alteração foi divulgada com o mercado financeiro ainda aberto, durante esta quinta-feira. O anúncio contrariou o próprio ritual de divulgação de decisão do CMN.
Haddad apontou que a antiga regra não era "factível" e a substituição do ano-calendário seria "fundamental para o país" e uma "modernização necessária".
O ministro explicou ainda que a mudança no regime, a partir de 2025 está relacionada ao final do mandato do atual presidente do BC, Roberto Campos Neto, que será encerrado em dezembro de 2024.
"Por que a partir de 2025? Quando começa o mandato de um novo presidente, decidimos alterar o regime para horizonte contínuo a partir dessa data", afirmou.
A tradição do CMN fixa as metas de inflação a serem buscadas pelo BC com três anos de antecedência. Seguindo o rito comum, o colegiado anunciou o alvo de 2026.
Os objetivos definidos previamente são de –de 3,25% para este ano é de 3% para 2024 e 2025, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos –seguem sem alteração.
A meta, que baliza as expectativas do mercado financeiro do país, estava sendo reduzida desde 2019 em 0,25 ponto percentual ao ano até chegar aos 3%, em alinhamento com outras economias emergentes.
O debate sobre a mudança nas metas entrou no radar depois que o presidente Lula (PT), criticou as metas fixadas nos últimos anos. Ele considerava os números muito baixos. Em abril, o presidente disse que a meta da inflação “está errada, muda-se a meta”.
Após a repercussão negativa do mercado, sem boas expectativas e maiores pressões sobre os juros, efeito contrário ao almejado pelo Governo Federal, o debate sobre a eventual mudança perdeu força, dando mais espaço à mudança no formato.
A calibragem da taxa básica de juros, a Selic, é realizada pelo Comitê de Política Monetária - Copom, com o papel de atingir o centro da meta de inflação. A meta é considerada formalmente cumprida se fica dentro do intervalo de tolerância.
Quando a inflação está acima do teto no período estabelecido para seu cumprimento, o até então “ano-calendário”, o presidente do BC fica obrigado a apresentar uma carta aberta ao ministro da Fazenda, explicando as razões de não ter cumprido a meta e dando as providências que serão tomadas para que a inflação volte ao intervalo fixado.
Diferente do que ocorre com as discussões sobre saúde, segurança, educação e geração de emprego, cultura passa longe dos debates acirrados entre os candidatos ao governo da Estado. Na última semana, a Academia de Letras da Bahia (ALB) chegou a lançar uma carta aberta para que eles assumam o compromisso de realizar medidas em favor de alguns setores.
A partir disso, o Bahia Notícias analisou as promessas e planos para o setor de seis dos sete postulantes ao Palácio de Ondina — Orlando Andrade, do PCO, não disponibilizou seu programa no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o DivulgaCand.
Candidato à reeleição, o governador Rui Costa (PT) promete em seu Programa de Governo Participativo, ou PGP 2018, requalificar e ampliar os espaços culturais já existentes; criar o Centro Cultural de Cajazeiras; desenvolver polos de cultura em parceria com municípios e consórcios territoriais e desenvolver uma política de formação artística e cultural. Outros destaques da gestão petista são a qualificação em elaboração e gestão de projetos culturais; a reestruturação do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI); e a criação do centro de referência em engenharia de espetáculo.
Principal opositor de Rui Costa nesta eleição, o ex-prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo (DEM), aponta em seu plano de governo que a cultura baiana "foi vítima de preconceitos ideológicos e ínfimos recursos" nos últimos anos. A partir disso, o projeto do democrata defende a recuperação do "espaço perdido". Com mais propostas para o setor descritas no documento, em comparação com os demais candidatos — Zé Ronaldo tem o maior plano de governo, com 116 páginas —, o texto fala em democratizar a gestão cultural para fortalecer o Conselho Estadual de Cultura e reativar os conselhos setoriais; aproximar a cultura do turismo, da educação e da ciência e tecnologia; revigorar o Fundo de Cultura e o Faz Cultura; redirecionar as ações da TVE para a área cultural; redefinir a estrutura de gestão da rede de museus e criar um centro de cultura popular.
Entre as ações estruturantes, a candidatura democrata indica a retomada do programa Biblioteca para Todos; condições para o funcionamento dos Arquivos Públicos; a modernização e a construção de museus; a implantação de centros de cultura nas cidades de porte médio; e a recriação do Polo de Teledramaturgia na TVE, com o objetivo de apoiar filmagens e gravações de novelas e filmes.
O plano de Célia Sacramento (Rede), ex-vice prefeita de Salvador, também dedica um tópico à Cultura. Algumas das promessas da candidatura são implantar um Plano Estadual de Cultura, que valorize as diversas formas de expressão; priorizar a difusão cultural no interior e no litoral; fortalecer as atividades culturais dos museus estaduais, apoiar a Rádio Educadora e a TVE, a fim de viabilizar sua sustentabilidade econômica e, ao mesmo tempo, renovar a cena artística do Estado; implantar um centro de cultura negra de referência; simplificar, descentralizar recursos e desburocratizar editais de produção cultural.
Já no programa do ex-prefeito de Salvador, João Henrique (PRTB), a ideia principal é o fortalecimento do setor em consonância com as políticas do Ministério da Cultura. O documento fala ainda em discutir as políticas que ancoram "a institucionalidade, a organização democrática da cultura e a participação das comunidades culturais com novas instituições". Outro fator é a aproximação com a Secretaria de Educação, com o intuito de garantir maior inclusão de manifestações culturais nas grades curriculares, e com a Secretaria de Comunicação, levando cantores, cantoras, blocos afro e outras entidades para os veículos públicos. O documento promete também estudar o sistema e o Plano Estadual de Cultura para consolidar a cooperação entre Estado, União e municípios; reformar, qualificar e valorizar o patrimônio histórico e arquitetônico do Centro Histórico de Salvador e do interior; fomentar a produção das culturas digitais para ampliar a economia criativa e fomentar o planejamento e tratamento de ações para o patrimônio histórico.
O programa de Marcos Mendes, do PSOL, se dedica mais a fazer uma breve análise sobre como o modelo político retrata a cultura e a arte, criticando o processo de "adestramento do desejo". O documento, no entanto, não explica quais seriam as propostas para o setor. Ao final, o plano destaca que o programa está "em construção" e que o debate iniciado com ele "deve contar com a contribuição cotidiana de todos e todas as exploradas e oprimidas em nossa sociedade".
Com seis páginas, o programa de governo de João Santana (MDB) nada tem a dizer sobre projetos relacionados à Cultura na Bahia. A área é um dos tópicos temáticos citados no eixo de sustentabilidade e transformação social, mas, assim como acontece com os outros pontos levantados no plano do ex-ministro emedebista, não há qualquer detalhamento sobre o que seria feito no setor.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.