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meta estipulada
No último fim de semana, o jogador equatoriano, Gonzalo Plata, bateu a meta esportiva estipulada em seu contrato. Com isso, o Flamengo terá de pagar 3,9 milhões de dólares (R$ 22,8 milhões na cotação atual) para o Al-Sadd, do Catar, por mais 50% dos direitos econômicos do jogador.
O negócio foi finalizado em torno de 9 milhões de dólares. Inicialmente, o Flamengo pagou 4,25 milhões de dólares (R$ 24 milhões na cotação da época) para a liberação imediata do Al-Sadd.
No contrato, ficou estipulada uma meta: se o equatoriano de 24 anos entrasse em campo mais de 1.500 minutos no primeiro ano, o Rubro-Negro Carioca teria de pagar mais 3,9 milhões de dólares (R$ 22,8 milhões na cotação atual) equivalentes a mais 50% dos direitos. O que aconteceu.
Titular na última partida do Flamengo, contra o Vasco, no último sábado (1), Plata chegou ao número de 1.520 minutos em campo vestindo a camisa vermelha e preta. No vínculo assinado em agosto de 2024, ainda há a cláusula que indica que o Al-Sadd terá direito a 30% de lucro em eventual venda futura.
Gonzalo Plata disputou 23 partidas pelo clube carioca, sendo titular em 17 oportunidades. Foram 14 vitórias, sete empates e duas derrotas. O jogador marcou três gols, sendo um deles na final da Copa do Brasil, em que o Flamengo bateu o Atlético-MG em 2024, e também cedeu três assistências.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.