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meia maratona de pequim
A organização da Meia Maratona de Pequim investiga um caso de três atletas que supostamente ajudaram o corredor He Jie, da China, a vencer uma corria no último domingo (14). Um vídeo que circula nas redes sociais mostram os maratonistas Robert Keter e Willy Mnangat, do Quênia, e Dejene Hailu, da Etipópia, desacelerando as passadas próximo à linha de chegada e fazendo um "sinal" para que o chinês pudesse garantir o ouro e o prêmio de U$ 5.500 (R$ 28 mil). Confira o vídeo:
The rigged Beijing Half marathon race over the weekend in China ????????!!! pic.twitter.com/2jv5D8E6Sk
— The Plumber ???????? (@MavicDronePilot) April 15, 2024
O atleta de 25 anos tem histórico de recorde nacional na Maratona de Wuxi, em março de 2023, e detém o tempo de 2h06min57s. He Jie também é medalhista de ouro nos 42,195km dos Jogos Asiáticos de 2023 e em Hangzhou, cidade chinesa da última competição, terminou os 21km da meia maratona em 1h03min44s.
Segundo um porta-voz do Instituto de Esportes de Pequim, em comunicado à AFP, o órgão já investiga o incidente.
"Estamos cientes das imagens que circulam on-line da meia maratona de Pequim neste fim de semana e entendemos que uma investigação está sendo conduzida pelas autoridades locais relevantes. A integridade do nosso esporte é a maior prioridade na World Athletics, enquanto esta investigação estiver em andamento, não poderemos fornecer mais comentários", disse a World Athletics, em uma declaração ao veículo BBC Sport.
Um repórter do jornal South China Morning Post chegou a questionar a Mnangat, terceiro colocado da disputa, se ele havia deixado o companheiro ganhar. O corredor queniano confirmou que sim.
"Ele vem ao Quénia, eu fui lebre dele na maratona de Wuxi, ele é meu amigo", revelou.
Horas depois, Mnangat corrigiu sua afirmação e quis dizer que "correu como um coelho". Segundo o mesmo, o atleta dita o ritmo da prova, mas na sua inscrição não consta a indicação.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).