Artigos
Cartografia da Erosão Eleitoral
Multimídia
ACM Neto reage ao voto Lula-Neto e acusa PT de pressionar eleitores: “Não é dono do voto de ninguém”
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
megaoperacao do rio
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) identificou indícios de obstrução intencional de imagens em 7,8% das câmeras corporais analisadas de policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) que participaram da megaoperação Contenção, realizada nos complexos do Alemão e da Penha em 28 de outubro de 2025. A ação deixou 122 mortos, sendo 117 suspeitos e cinco policiais. O relatório foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF).
A análise abrange as Câmeras Operacionais Portáteis (COPs) de 51 policiais do batalhão. Os investigadores identificaram ainda a retirada do equipamento em 17,6% dos casos analisados. Em 11,8% dos registros, havia pessoas feridas, e em todos esses casos os agentes prestaram socorro. O MPRJ destacou que não foram identificadas prisões em nenhuma das gravações dos 51 policiais examinados.
A decisão de iniciar a análise pelos agentes do Bope ocorreu porque os depoimentos colhidos indicam que a maior parte dos policiais que atuaram na mata, onde ocorreu a maioria das mortes, pertencia ao batalhão. No total, o MP-RJ analisa mais de 3.600 horas de gravações produzidas por policiais militares do Rio.
O procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira, ressalta no documento que os dados ainda estão em fase "embrionária" e serão analisados em conjunto com os demais elementos produzidos pelas equipes de investigação. Paralelamente, o Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp) segue ouvindo os policiais que participaram da operação e se envolveram em confrontos armados. Até o último relatório enviado ao STF, no mês passado, 204 agentes já haviam sido ouvidos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Carlos Viana
"Agora, imagina se fosse alguém da direita. Uma cantora fazendo lá o 22 no palco. Seriam pelo menos 24 horas para se explicar, depois multa, prisão, condenação e Deus sabe o que mais de perseguição".
Disse o senador e candidato à reeleição por Minas Gerais, Carlos Viana (PSD) ao afirmar que vai denunciar a cantora baiana Ivete Sangalo por suposta promoção de “showmício” ao declarar apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por meio de um gesto com as mãos. O parlamentar confirmou a denúncia em vídeo publicado nas redes sociais nesta terça-feira (29).