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João Fonseca continua em ascensão no circuito e garantiu vaga nas oitavas de final do Masters 1000 de Monte Carlo, em Mônaco. Nesta quarta-feira (8), o tenista de 19 anos derrotou o francês Arthur Rinderknech por 2 sets a 1, em uma partida equilibrada que durou cerca de duas horas e meia.
Atual número 40 do ranking mundial, Fonseca começou melhor e levou o primeiro set por 7/5. O adversário reagiu na sequência e igualou o confronto ao vencer a segunda parcial por 6/4. Foi o primeiro set perdido pelo brasileiro no torneio.
No momento decisivo, porém, o jovem retomou o controle da partida e fechou o terceiro set em 6/3, confirmando a classificação.
Na estreia, Fonseca já havia vencido o canadense Gabriel Diallo em sets diretos, mantendo o bom desempenho em sua primeira participação em um torneio deste nível.
O próximo desafio será contra o italiano Matteo Berrettini, atual número 90 do mundo, que protagonizou uma das maiores surpresas da rodada ao aplicar um duplo 6/0 — conhecido como “bicicleta” — sobre o russo Daniil Medvedev, número 10 do ranking.
A campanha do brasileiro marca um novo capítulo em sua trajetória no circuito profissional e recoloca o país em evidência no torneio de Monte Carlo. O último brasileiro a vencer uma partida na competição havia sido Thomaz Bellucci, em 2012. Antes disso, Gustavo Kuerten conquistou o título em duas oportunidades, em 1999 e 2001.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou o envio de dois submarinos nucleares em regiões próximas à Rússia nesta sexta-feira (1º). A movimentação ocorre em resposta às ameaças do ex-presidente russo Dmitry Medvedev, que afirmou que o país ainda possui um sistema soviético de retaliação nuclear.
“Com base nas declarações altamente provocativas do ex-presidente russo, Dmitry Medvedev, agora vice-presidente do Conselho de Segurança da Federação Russa, ordenei o posicionamento de dois submarinos nucleares nas regiões apropriadas, para o caso de essas declarações tolas e inflamatórias serem mais do que apenas isso. Palavras são muito importantes e muitas vezes podem levar a consequências indesejadas. Espero que este não seja um desses casos”, disse Trump nas redes sociais.
Na quinta-feira (31), Medvedev respondeu a uma ameaça feita por Trump e disse que o americano deveria lembrar que Moscou ainda possui o sistema soviético de retaliação nuclear, conhecido como "Mão Morta", com alto poder de destruição. Vale lembrar que Medvedev atualmente é vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia.
“Trump está jogando o jogo do ultimato com a Rússia: 50 dias ou 10… Ele deveria se lembrar de duas coisas: 1. A Rússia não é Israel nem mesmo o Irã; 2. Cada novo ultimato é uma ameaça e um passo em direção à guerra. Não entre a Rússia e a Ucrânia, mas com o próprio país. Não siga o caminho do ‘Sleepy Joe’!”, escreveu Medvedev.
A declaração do ex-presidente russo foi uma reação a uma publicação anterior de Trump criticando Medvedev por ter dito que a proposta de tarifas contra compradores de petróleo russo era "um jogo de ultimatos" que aproximava os dois países de uma guerra.
Em partida entre russos realizada nesta quarta-feira (6), pelas quartas de final do US Open 2023, Daniil Medvedev levou a melhor contra Andrey Rublev por 3 sets a 0, com parciais de 6/4, 6/3 e 6/4 em 2h45 de jogo.
Aos 27 anos, Medvedev disputará a sua quarta semifinal do US Open. O ex-número 1 do mundo e atual terceiro do ranking foi campeão em 2021, vice em 2019 e parou na penúltima rodada em 2020. No ano passado, entretanto, o russo caiu ainda nas oitavas em Nova York.
O adversário de Daniil Medvedev na semifinal será o vencedor da partida entre o espanhol Carlos Alcaraz e o alemão Alexander Zverev, que se enfrentam nesta quarta, às 21h30. A outra semifinal do Grand Slam nova-iorquino já está definida. O estadunidense Ben Shelton, número 47 do mundo, enfrentará o sérvio Novak Djokovic, atual número 2 do ranking da ATP, na próxima sexta-feira (8), às 16h45.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Angelo Coronel
"Não tenho presidente de estimação".
Disse o senador Angelo Coronel ao negar ser um senador bolsonarista, durante participação no Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias. Segundo ele, seu compromisso não é com nenhuma liderança específica.