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O brasileiro Gabriel Medina ficou perto de encerrar um jejum de três anos sem títulos no circuito mundial, mas foi superado na final da etapa de Margaret River Pro, na Austrália, disputada na madrugada deste domingo (26) (tarde local). O tricampeão mundial perdeu para o australiano George Pittar, de 23 anos, por 15,17 a 12,46.
A decisão foi marcada por controvérsia envolvendo a prioridade de escolha de ondas antes da maior nota da bateria, um 9,00 obtido por Pittar. Com o resultado, o surfista australiano conquistou o primeiro título da carreira no Championship Tour.
Para levantar o troféu, Pittar superou uma sequência de quatro campeões mundiais brasileiros: Filipe Toledo, Yago Dora, Ítalo Ferreira e o próprio Medina na final.
Apesar do vice-campeonato na segunda etapa da temporada 2026, Medina assumiu a liderança do ranking mundial, com 13.885 pontos. Pittar aparece na segunda colocação, empatado com Miguel Pupo, ambos com 13.320 pontos, mas o australiano leva vantagem nos critérios de desempate.
A próxima etapa do circuito será realizada também na Austrália, na Gold Coast, com início previsto para a próxima quinta-feira. O Brasil segue com forte presença no topo do ranking: além de Medina e Miguel Pupo, Yago Dora ocupa a quarta posição, enquanto Samuel Pupo aparece em quinto.
No feminino, Luana Silva também terminou como vice em Margaret River e ocupa atualmente a quarta colocação na temporada.
Maior vencedor brasileiro em etapas do circuito, com 17 títulos, Medina não conquista um evento desde abril de 2023, quando venceu justamente em Margaret River. A final deste domingo marcou o retorno do surfista a uma decisão após dois anos e oito meses. A última havia sido em Teahupoo, no Taiti, em agosto de 2023, quando foi derrotado por Jack Robinson.
Maior referência do surfe brasileiro, Gabriel Medina está de volta ao principal circuito da modalidade, o Championship Tour da WSL. Aos 32 anos, o atleta inicia a temporada 2026 motivado a buscar o quarto título mundial após um período afastado das competições.
Fora de ação desde os Jogos Olímpicos de Paris 2024, quando conquistou a medalha de bronze, o surfista passou por cirurgia no ombro esquerdo e ficou distante das disputas ao longo de 2025. Agora recuperado, ele celebrou, em entrevista ao Globo Esporte, o retorno ao alto nível e a retomada da rotina esportiva.
"Não é comum a gente ficar em casa, ter uma rotina de um ser humano normal. Então, foi gostoso. Mas, agora, eu estou com saudade da minha vida de atleta, acordar cedo, dormir cedo, me alimentar bem", afirmou Medina.
A nova temporada terá início na próxima terça-feira (31), em Bells Beach, na Austrália, tradicional palco de etapas da elite mundial.
Durante o período afastado, Medina também passou por mudanças na vida pessoal. Desde agosto do ano passado, o atleta mantém relacionamento com a influenciadora Isabella Arantes, fator que, segundo ele, tem contribuído positivamente para seu momento fora d’água.
"Eu estou namorando, estou amarradão, e isso é um ponto positivo pra mim. Na verdade, a vida é sobre isso, né? A gente estar feliz independentemente do que aconteça. Hoje, eu me sinto completo. O que eu tenho feito mesmo é treinar e surfar. Eu chego em casa e ainda tenho uma parceira para tudo", comentou.
O surfista também destacou que a fase pessoal tem impacto direto em sua motivação competitiva. Questionado sobre o desempenho dentro d’água, Medina associou o bom momento à relação.
"O Gabriel apaixonado… É que eu gosto de me exibir para minha namorada né. Então, eu vou dar trabalho", declarou.
Tricampeão mundial (2014, 2018 e 2021), Medina retorna ao circuito como um dos principais nomes da temporada e reforça as expectativas da torcida brasileira por novos títulos.
O surfista Gabriel Medina, na tarde desta segunda-feira (5), perdeu a disputa contra o australiano Jack Robinson na semifinal do surfe masculino.
O brasileiro só conseguiu pegar uma onda e não alcançou a pontuação de 12.33 do adversário. A bateria de 30 minutos teve apenas 4 ondas, dessas, só uma foi pega pelo brasileiro, com a pontuação de 6.33.
Medina disputará o bronze contra o peruano Alonso Correa, ainda nesta segunda. A bateria começa após a semifinal feminina, que terá Tatiana Weston Webb representando o Brasil.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.