Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
media de publico
A atualização divulgada pelo ranking da Confederação Brasileira de Futebol, na última segunda-feira (8) indicou que o Campeonato Brasileiro de 2025 chegou ao fim alcançando média geral de 25.588 torcedores pagantes por partida. Os dados contemplam os 19 jogos realizados por cada clube como mandante.
O Flamengo aparece novamente a liderança do ranking, com média de 58.554 pagantes e 1.112.519 no total, o maior número absoluto da competição.
O Cruzeiro possui a segunda maior média de público, com 40.158 torcedores por partida, acumulando 762.999 pagantes. Na terceira colocação está o Corinthians, com 39.934 de média e 758.737 no total.
O Bahia registra 38.160 pagantes por jogo, totalizando 725.039 torcedores ao longo de seus 19 jogos como mandante, ocupando o quarto lugar no ranking de média de público.
Entre as posições quinta e décima, as médias variam entre 26 mil e 35 mil por partida. Os clubes deste grupo são:
- Palmeiras – 34.935
- Ceará – 34.702
- São Paulo – 28.656
- Fluminense – 27.439
- Fortaleza – 26.291
Na sequência, aparecem:
- Grêmio – 25.315
- Atlético-MG – 25.148
- Internacional – 24.365
- Vitória – 22.144
- Vasco – 21.471
- Santos – 17.096
- Botafogo – 17.020
- Sport – 16.423
- Juventude – 7.178
- Mirassol – 6.817
- Red Bull Bragantino – 4.916
Se readequando ao novo calendário do futebol brasileiro, o Brasileirão 2026 terá início no dia 28 de janeiro. Entre as novidades, está a implementação da nova tecnologia de impedimento semiautomático.
Brasileirão retorna com terceira maior média de público da história; veja ranking de Bahia e Vitória
O Campeonato Brasileiro está de volta neste fim de semana, após a pausa para a Copa do Mundo de Clubes da FIFA. E junto com a bola rolando, a força das arquibancadas promete ser mais uma vez protagonista — com destaque para a torcida do Bahia, que já figura entre as três maiores médias de público do país, e para o Vitória, que mostra crescimento no apoio vindo do Barradão.
De acordo com dados atualizados, o Brasileirão 2025 já registra a terceira maior média de público da história da competição, com 24.748 torcedores por partida. Esse número só é superado pelas edições de 2023 (recorde absoluto, com 26.519) e 2024 (25.773).
No topo do ranking, o Bahia ocupa a 3ª colocação geral, com uma média de 39.025 torcedores por jogo na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, atrás apenas de Flamengo (51.299) e Corinthians (43.964). A boa campanha na Série A e a identidade construída com o elenco têm levado multidões ao estádio em Salvador, consolidando o Tricolor como um dos clubes mais apoiados do país nesta temporada.
Do lado rubro-negro, o Vitória aparece na 13ª posição, com média de 18.601 torcedores por partida no Barradão. Mesmo enfrentando dificuldades dentro de campo, o Leão tem recebido apoio constante de sua torcida, que vem marcando presença em peso, especialmente nos confrontos diretos na luta contra o rebaixamento.
Confira abaixo as 20 maiores médias de público no Brasileirão 2025:
- Flamengo – 51.299
- Corinthians – 43.964
- Bahia – 39.025
- Cruzeiro – 38.176
- São Paulo – 36.170
- Ceará – 32.177
- Palmeiras – 29.892
- Fluminense – 29.514
- Internacional – 25.749
- Atlético-MG – 24.800
- Vasco – 21.451
- Grêmio – 20.817
- Vitória – 18.601
- Fortaleza – 17.232
- Sport – 16.815
- Santos – 15.172
- Botafogo – 11.638
- Juventude – 7.214
- Mirassol – 5.830
- Red Bull Bragantino – 5.020
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ivana Bastos
"Gostaria que tivesse terminado de outra maneira".
Disse a presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ivana Bastos (PSD), ao lamentar o anúncio de saída do senador Angelo Coronel (PSD) do partido após embates por uma vaga na chapa do Senado do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Em coletiva de imprensa nesta terça-feira (3), durante a abertura dos trabalhos da AL-BA, a deputada estadual afirmou que preferia que a tratativas “tivessem terminado de outra maneira”.