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Artigos

Fatima Suarez
A dança como território de liberdade e transformação social
Foto: Ives Padilha/ Divulgação

A dança como território de liberdade e transformação social

Muitas vezes a dança é vista apenas como expressão artística, mas a verdade é que ela é, antes de tudo, um poderoso instrumento de transformação social.  O corpo que dança é um corpo que conquista sua própria voz. O movimento fortalece a disciplina, desenvolve a autoconfiança, cuida da saúde mental, promove a inclusão e resgata a cidadania em comunidades vulneráveis. 

Multimídia

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do projeto Vota BN, nesta segunda-feira (24), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que o Senado Federal não pode atuar como um "puxadinho" do Poder Executivo e declarou que não pretende exercer um mandato "chapa-branca" para o governo de plantão.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

medalha olimpica

Esquiva Falcão vende medalha de prata olímpica para investir em projeto pessoal: "Estou muito triste com isso"
Foto: Divulgação

O boxeador Esquiva Falcão decidiu vender a medalha de prata conquistada nos Jogos Olímpicos de Londres 2012. O anúncio foi feito pelo próprio atleta nas redes sociais, acompanhado de reflexões sobre sua carreira e o cenário do esporte no país.

 

 

De acordo com Esquiva, a negociação não teve relação com dificuldades financeiras imediatas, mas sim com planejamento pessoal. O lutador pretende utilizar o valor para investir em uma academia própria e garantir melhores condições para sua família.

 

"Eu não vendi a medalha por dívida financeira. Um dos motivos foi que eu quero abrir a minha própria academia. Hoje tenho uma, mas o lugar é alugado. Além disso, quero dar uma vida melhor aos meus filhos. Quero deixar bem claro também: ninguém vende a medalha porque quer; sempre existe um motivo", explicou.

 

O valor da venda e a identidade do comprador não foram revelados, uma vez que o atleta afirmou que os detalhes da negociação foram mantidos em sigilo. Para Esquiva, o objeto conquistado em 2012 foi um dos maiores marcos de sua trajetória no boxe.

 

“Hoje me despeço de um dos maiores símbolos da minha vida: minha medalha olímpica. Minha maior conquista no boxe. Ela representa muito mais do que prata; representa a luta de um menino sonhador", afirmou.

 

Na Olimpíada de Londres, o brasileiro competiu na categoria até 75 kg (médios) e avançou até a final, na qual foi superado pelo japonês Ryota Murata por uma diferença mínima de pontos. Durante a campanha, venceu adversários como Soltan Migitinov, Zoltán Harcsa e Anthony Ogogo.

 


Foto: Instagram / @esquivafalcao

 

O desempenho consolidou, à época, a melhor participação de um brasileiro no boxe olímpico, marca superada posteriormente pelo ouro de Robson Conceição nos Jogos do Rio 2016.

 

Ao comentar a decisão, Esquiva também relacionou o episódio à realidade enfrentada por atletas no Brasil, especialmente após grandes conquistas.

 

"Estou muito triste com isso. Essa decisão doeu muito, porque essa medalha carrega parte da minha alma e da minha família. Não é apenas um objeto. Isso me fez refletir sobre uma realidade dura do nosso país. Muitas vezes, o atleta olímpico não recebe o devido valor. Mesmo após o pódio, falta apoio e valorização", desabafou.

 

Mesmo com a venda, o boxeador reforçou que o legado e a trajetória construída no esporte permanecem intactos.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Fico me perguntando onde o povo tá ganhando voto no shopping, ou em corrida de rua. Porque ir pro interior atravessando os buracos da BR ou pegando fila no ferry ninguém quer. Aí depois é culpa do mundo. Mas pior mesmo é Tente Outra Vez, que gasta sola de sapato e ainda leva bola nas costas da própria equipe. Enquanto isso, AlôPrates busca convites pra caruru. Alguém se habilita? Saiba mais!

Pérolas do Dia

Ricardo Alban

Ricardo Alban
Foto: Gabriel Pinheiro / CNI

"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro". 


Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal Angelo Coronel (Republicanos) nesta segunda

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A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a entrevistar os principais candidatos ao Senado e ao Governo do Estado.

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