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Max Verstappen venceu neste sábado a corrida sprint inédita do Grande Prêmio de Singapura e ampliou seu recorde de triunfos na modalidade, chegando a 14. O piloto da Red Bull se recuperou após perder a liderança para George Russell. Lewis Hamilton e Charles Leclerc completaram as três primeiras posições, enquanto Gabriel Bortoleto abandonou após um acidente.
O brasileiro largou em 14º lugar, mas perdeu três posições logo na primeira volta. Com os abandonos registrados ao longo da prova, Bortoleto chegou à 13ª colocação antes da relargada na sétima volta. No reinício, porém, foi atingido na traseira pelo tailandês Alexander Albon e precisou deixar a corrida. O incidente será investigado após a disputa.
A sprint começou com 22 carros, mas apenas 13 pilotos receberam a bandeirada. Além de Bortoleto e Albon, Oscar Piastri, Valtteri Bottas, Franco Colapinto, Isack Hadjar, George Russell, Sergio Pérez e Lance Stroll também ficaram pelo caminho, em ocorrências envolvendo acidentes e problemas mecânicos.
Na última volta, Piastri e Lando Norris se envolveram em um acidente enquanto disputavam posições para tentar alcançar Leclerc, que ocupava o terceiro lugar. Com o incidente, Andrea Kimi Antonelli terminou em quarto e ampliou sua vantagem sobre Russell na liderança do campeonato. O italiano chegou a 325 pontos, contra 236 do companheiro de Mercedes.
Verstappen somou oito pontos com a vitória e alcançou a quinta colocação no Mundial de Pilotos. O holandês chegou aos 188 pontos, empatando com Norris, que perdeu a oportunidade de pontuar na parte final da prova. O resultado também consolidou o recorde de Verstappen, agora com 14 vitórias em corridas sprint.
Max Verstappen voltou ao lugar mais alto do pódio neste domingo (4). O piloto da Red Bull venceu o GP do Bahrein disputado no Circuito Internacional de Sepang, na Malásia, e conquistou sua primeira vitória na temporada 2026 da Fórmula 1. A prova foi marcada por forte chuva, atraso superior a 1h30 e diferentes estratégias de pneus. Reuters
Largando da pole position, Verstappen perdeu a liderança logo na primeira curva. Kimi Antonelli assumiu a ponta, enquanto George Russell também ultrapassou o holandês. Com pneus intermediários, porém, o tetracampeão iniciou a recuperação e superou os dois pilotos da Mercedes ao longo das primeiras voltas.
A entrada do Safety Car após uma rodada de Valtteri Bottas abriu espaço para a troca dos intermediários pelos pneus slicks. Verstappen aproveitou o reinício para atacar Antonelli e reassumiu a liderança, posição que sustentou até a bandeirada.
Antonelli terminou na 2ª colocação, a 2s307 do vencedor, e ampliou sua vantagem na liderança do Mundial. Lewis Hamilton completou o pódio em 3º após uma corrida de recuperação. O britânico chegou a cair para o 18º lugar depois de apostar em pneus slicks quando a pista ainda apresentava condições difíceis.
Charles Leclerc fechou a prova em 4º, seguido por Isack Hadjar, Oscar Piastri, Liam Lawson e Fernando Alonso. Lando Norris ficou em 9º, enquanto Arvid Lindblad completou a zona de pontuação.
George Russell abandonou quando ocupava a 3ª posição, a cinco voltas do final, após um problema na unidade de potência da Mercedes. Com o resultado, Antonelli abriu 84 pontos de vantagem sobre o companheiro na classificação do campeonato.
O brasileiro Gabriel Bortoleto terminou em 18º com a Audi. O piloto se envolveu em uma colisão com Carlos Sainz durante a prova e recebeu uma punição de 10 segundos.
Apesar do nome oficial de GP do Bahrein, a etapa foi realizada em Sepang. A Fórmula 1 e a FIA transferiram a corrida para a Malásia após o evento originalmente previsto para o Bahrein não poder ser realizado. O circuito malaio voltou a receber uma prova da categoria pela primeira vez desde 2017.
Max Verstappen voltou a conquistar uma pole position na Fórmula 1 neste sábado (3). O piloto da Red Bull marcou 1min35s130 na classificação para o GP da Malásia, no circuito de Sepang, e garantiu a primeira posição do grid após 15 etapas.
A última pole de Verstappen havia sido no GP de Abu Dhabi, em 2025. Lewis Hamilton ficou com a segunda colocação, enquanto Kimi Antonelli assumiu o terceiro lugar após a punição aplicada a Isack Hadjar. Com o resultado, Verstappen chegou à 49ª pole da carreira.
Gabriel Bortoleto colocou a Audi no Q3 e terminou a sessão em 10º lugar. O brasileiro voltou ao top 10 do grid pela nona vez na temporada e ficou à frente do companheiro de equipe, Nico Hulkenberg, que terminou originalmente em 17º e deverá largar em 15º.
Hulkenberg será beneficiado pelas punições aplicadas a Franco Colapinto e Arvid Lindblad. O argentino perdeu cinco posições pelo acidente provocado no GP do Azerbaijão, enquanto Lindblad largará na última colocação após trocar diversos componentes da unidade de potência da Racing Bulls.
Hadjar também recebeu uma punição de cinco posições por substituir o motor de combustão interna (ICE) de sua Red Bull. Com isso, Antonelli avançou para a terceira posição do grid.
Apesar da pole, Verstappen ainda busca sua primeira vitória na temporada. O último triunfo do tetracampeão mundial aconteceu no GP de Abu Dhabi, em dezembro de 2025. No circuito de Sepang, o holandês já disputou outras três corridas e venceu em 2017, quando largou da terceira posição.
George Russell venceu o Grande Prêmio do Azerbaijão de Fórmula 1, disputado neste sábado (26), no circuito urbano de Baku. O piloto da Mercedes largou da pole position e confirmou o bom desempenho apresentado durante todo o fim de semana para conquistar sua terceira vitória na temporada de 2026.
A definição, porém, aconteceu com pressão até os últimos metros. Max Verstappen terminou na segunda posição, apenas 0s196 atrás do britânico. Isack Hadjar colocou o segundo carro da Red Bull no pódio ao cruzar a linha de chegada em terceiro, 10s704 depois do vencedor.
Russell completou as 51 voltas em 1h38min02s143. O resultado coroou um fim de semana de domínio do piloto da Mercedes, que também havia liderado os dois primeiros treinos livres e conquistado a pole com uma volta de 1min42s526, abrindo 0s837 sobre Charles Leclerc na classificação.
FERRARI FICA FORA DO PÓDIO
Charles Leclerc terminou na quarta colocação, seguido pelo líder do campeonato, Kimi Antonelli, que conseguiu se recuperar após largar fora do top-10 em razão do acidente sofrido no Q1 da classificação.
Lewis Hamilton foi o sexto colocado. Arvid Lindblad terminou em sétimo, seguido por Esteban Ocon e Oliver Bearman. Carlos Sainz fechou a zona de pontuação na décima posição.
Entre os pilotos que deixaram a prova sem pontuar estão Oscar Piastri, 14º colocado, e Lando Norris, que abandonou após 35 voltas. Fernando Alonso, Alexander Albon, Pierre Gasly, Franco Colapinto e Lance Stroll também não completaram a corrida.
BORTOLETO TERMINA EM 13º
Único brasileiro no grid da Fórmula 1, Gabriel Bortoleto terminou o GP do Azerbaijão na 13ª posição.
O piloto da Audi completou as 51 voltas, mas ficou fora da zona de pontuação. Bortoleto permanece com 10 pontos no Mundial e ocupa a 14ª colocação entre os pilotos.
RUSSELL REDUZ DISTÂNCIA PARA ANTONELLI
A vitória também permitiu a Russell diminuir a diferença para Kimi Antonelli na disputa pelo título.
O italiano segue na liderança do campeonato, agora com 302 pontos. Russell aparece em segundo, com 236, reduzindo a distância para 66 pontos. Lewis Hamilton é o terceiro colocado, com 199, enquanto Lando Norris soma 186.
A vitória em Baku foi a terceira de Russell em 2026. O britânico já havia vencido os Grandes Prêmios da Austrália e da Áustria.
A Fórmula 1 retorna no próximo fim de semana para a 16ª etapa da temporada, entre os dias 2 e 4 de outubro.
Top-10 do GP do Azerbaijão:
1. George Russell (Mercedes)
2. Max Verstappen (Red Bull)
3. Isack Hadjar (Red Bull)
4. Charles Leclerc (Ferrari)
5. Kimi Antonelli (Mercedes)
6. Lewis Hamilton (Ferrari)
7. Arvid Lindblad (Racing Bulls)
8. Esteban Ocon (Haas)
9. Oliver Bearman (Haas)
10. Carlos Sainz (Williams) Formula 1® - The Official F1® Website
O espanhol Carlos Sainz, da Williams, enfrentou um problema nos freios durante o primeiro treino livre para o Grande Prêmio do Azerbaijão, nesta quinta-feira (24). O piloto precisou retornar aos boxes depois que os freios traseiros de seu carro pegaram fogo, mas conseguiu voltar à pista posteriormente para completar a atividade.
O problema aconteceu cerca de 15 minutos após o início da sessão, em Baku. A Williams levou o carro de volta à garagem para realizar os reparos necessários antes de recolocar Sainz na pista. Assista:
Freios do carro de Carlos Sainz pegam fogo no TL1 do Azerbaijão
— BN Esportes (@bnesportes) September 24, 2026
?????@F1 pic.twitter.com/rfQc2Qzbgt
Mesmo com o contratempo, o espanhol conseguiu completar o treino e terminou a atividade na 12ª colocação, com 1min46s712. O companheiro de equipe, Alex Albon, ficou em 13º, com 1min46s824.
RUSSEL LIDERA PRIMEIRO TREINO
O mais rápido do TL1 foi George Russell, da Mercedes, com 1min45s387. O britânico ficou à frente de Max Verstappen, da Red Bull, e Charles Leclerc, da Ferrari.
Lewis Hamilton terminou em quarto, enquanto Kimi Antonelli, companheiro de Russell, fechou o top 5 mesmo tendo sua participação interrompida por um problema hidráulico.
A primeira sessão também teve outros incidentes. Oscar Piastri perdeu tempo nos boxes, Lando Norris teve problemas que limitaram sua participação e Nico Hülkenberg precisou abandonar o carro após uma parada na pista.
GP DO AZERBAIJÃO
A segunda sessão de treinos livres acontece ainda nesta quinta-feira, às 12h (de Brasília). O TL3 será realizado na sexta-feira, às 8h30, seguido pela classificação, ao meio-dia. A corrida está marcada para sábado, às 11h, no circuito de Baku.
Kimi Antonelli aproveitou uma combinação de estratégia perfeita da Mercedes e erro da McLaren para vencer, neste domingo (13), o Grande Prêmio da Espanha de Fórmula 1, disputado pela primeira vez no novo circuito de Madri. O italiano largou em segundo, assumiu a liderança após um período de Virtual Safety Car e cruzou a linha de chegada à frente de Max Verstappen e Lando Norris.
A vitória foi a oitava de Antonelli na temporada de 2026 e a segunda consecutiva, depois do triunfo no GP da Itália. Com o resultado, o piloto da Mercedes chegou a 292 pontos e ampliou para 81 a vantagem sobre George Russell, segundo colocado no campeonato.
Norris, que havia conquistado a pole position no sábado, parecia encaminhar a vitória durante a primeira parte da corrida. O britânico conseguiu manter Antonelli atrás na largada e abriu mais de seis segundos de vantagem antes do momento que mudou a prova.
VIRTUAL SAFETY CAR MUDA A CORRIDA
Na 14ª volta, Lance Stroll parou na pista com problemas de freios e provocou a entrada do Virtual Safety Car.
Antonelli, Verstappen e Russell aproveitaram imediatamente para fazer suas paradas nos boxes com perda reduzida de tempo. Norris, porém, já havia passado pela entrada do pit lane quando o VSC foi acionado e não conseguiu parar na mesma volta.
Quando a McLaren chamou o britânico aos boxes, duas voltas depois, a corrida já havia sido retomada em bandeira verde. Para piorar, a equipe demorou sete segundos na troca de pneus, fazendo com que Norris retornasse à pista em quinto.
Charles Leclerc assumiu provisoriamente a ponta ao permanecer na pista, mas ainda precisava realizar sua parada. O monegasco só entrou nos boxes na volta 48, deixando Antonelli definitivamente na liderança.
O italiano abriu vantagem na reta final e recebeu a bandeirada 4,2 segundos à frente de Verstappen. Norris completou o pódio, apenas 0,7 segundo atrás do holandês.
Antonelli reconheceu que as circunstâncias favoreceram sua vitória.
“É bom vencer, mas não parece tão bom porque acho que Lando merecia ganhar hoje”, afirmou o piloto.
HAMILTON ABANDONA E LECLERC TERMINA EM QUARTO
A Ferrari teve resultados distintos em Madri.
Charles Leclerc terminou na quarta colocação, depois de liderar por várias voltas enquanto aguardava uma eventual nova intervenção do Safety Car. A estratégia não funcionou e o monegasco precisou parar próximo do fim.
Lewis Hamilton, por outro lado, abandonou ainda na primeira parte da prova por problemas nos freios. O heptacampeão havia largado em quarto depois de ficar a menos de dois décimos da pole na classificação de sábado.
George Russell terminou em quinto, seguido por Liam Lawson, Franco Colapinto, Oscar Piastri, Arvid Lindblad e Nico Hülkenberg, que completaram a zona de pontuação.
BORTOLETO FICA FORA DOS PONTOS
O brasileiro Gabriel Bortoleto não conseguiu pontuar na estreia da Fórmula 1 no Madring.
O piloto da Audi largou em 12º e chegou a ocupar a oitava posição durante parte da corrida, participando de uma disputa envolvendo Colapinto, Piastri e Lindblad. Na reta final, porém, perdeu posições e terminou em 13º lugar.
Carlos Sainz, Sergio Pérez e Lance Stroll também abandonaram a prova, além de Hamilton.
ANTONELLI ABRE 81 PONTOS NO MUNDIAL
Após 14 etapas, Antonelli soma 292 pontos, contra 211 de Russell. A diferença equivale a mais de três vitórias em Grandes Prêmios e reforça a vantagem do italiano na disputa pelo primeiro título mundial da carreira.
A Fórmula 1 agora terá uma semana de intervalo antes de iniciar uma sequência de três corridas consecutivas. A próxima etapa será o Grande Prêmio do Azerbaijão, entre 24 e 26 de setembro, em Baku.
TOP 10 DO GP DA ESPANHA
Kimi Antonelli (Mercedes)
Max Verstappen (Red Bull)
Lando Norris (McLaren)
Charles Leclerc (Ferrari)
George Russell (Mercedes)
Liam Lawson (Red Bull)
Franco Colapinto (Alpine)
Oscar Piastri (McLaren)
Arvid Lindblad (Racing Bulls)
Nico Hülkenberg (Audi)
George Russell foi o mais rápido do terceiro treino livre do GP da Itália, realizado neste sábado, no Circuito de Monza. O piloto da Mercedes marcou 1min22s219 e terminou a sessão à frente de Lewis Hamilton e Max Verstappen.
Além da disputa pelo melhor tempo, o treino também teve um momento de tensão entre Hamilton e Verstappen já nos minutos finais. Os dois multicampeões vinham em voltas rápidas quando se encontraram na primeira curva do circuito italiano.
Hamilton seguia à frente, enquanto Verstappen tentou passar pela parte de dentro. O heptacampeão não cedeu espaço, e o holandês também manteve o ritmo. Para evitar o contato, o piloto da Ferrari precisou desviar pela área de escape. Apesar do susto, o lance não teve maiores consequências.
O brasileiro Gabriel Bortoleto chegou a aparecer entre os dez primeiros durante parte da atividade. Com pneus médios, ele iniciou a sessão com o oitavo melhor tempo provisório e voltou a repetir a marca em outro momento do treino. No fim, porém, perdeu posições com a evolução dos rivais e terminou em 13º lugar.
A Mercedes manteve o bom desempenho apresentado nos treinos anteriores e reforçou a condição de uma das principais candidatas à pole position. A classificação acontece ainda neste sábado.
O TL3 também deu sinais de um fator que deve ser decisivo na briga pela pole em Monza: o vácuo. No circuito italiano, marcado por longas retas, andar próximo ao carro da frente pode reduzir a resistência do ar e ajudar os pilotos a ganhar velocidade.
O primeiro treino livre do Grande Prêmio da Itália de Fórmula 1, realizado nesta sexta-feira (4), em Monza, conta com quatro pilotos considerados novatos na categoria. Ayumu Iwasa, Colton Herta, Luke Browning e Paul Aron assumem os carros de titulares durante a primeira sessão do fim de semana.
A presença dos jovens pilotos faz parte da regra da Fórmula 1 que determina que as equipes ofereçam oportunidades a novatos em sessões de treinos livres ao longo da temporada. Para ser considerado novato nesse contexto, o piloto precisa ter disputado menos de duas corridas de Fórmula 1.
Pela Red Bull, o japonês Ayumu Iwasa ocupa o lugar de Max Verstappen no primeiro treino livre. É a segunda participação de Iwasa em uma sessão com a equipe nesta temporada. Ele também esteve no TL1 do GP da Espanha e já havia pilotado pela Racing Bulls no treino da etapa da Áustria.
Verstappen retorna ao RB22 para o segundo treino livre, marcado para as 11h (horário de Brasília). O holandês chega a Monza após abandonar o GP dos Países Baixos na primeira volta e admitiu que a Red Bull precisa manter expectativas realistas para a etapa italiana.
Na Cadillac, Colton Herta substitui Sergio Pérez. O norte-americano, que também disputa a temporada de Fórmula 2, realiza sua terceira participação em um treino livre pela equipe em 2026.
Luke Browning assume o Williams de Alexander Albon. O britânico é piloto reserva da equipe e volta a participar de uma sessão de TL1 nesta temporada.
Já Paul Aron ocupa o carro de Pierre Gasly na Alpine. O estoniano também já havia participado de treinos pela Audi e pela própria Alpine em 2026 e chega a Monza para sua quarta participação em uma sessão de primeiro treino livre no ano.
PROGRAMAÇÃO EM MONZA
O GP da Itália é a 13ª etapa da temporada 2026 da Fórmula 1. Após o primeiro treino livre, as equipes voltam à pista nesta sexta-feira para o TL2, às 11h.
O terceiro treino livre acontece no sábado (5), às 7h30, seguido pela classificação, às 11h. A corrida está marcada para domingo (6), às 10h, no tradicional circuito de Monza.
A Fórmula 1 divulgou a lista inicial de pilotos confirmados para a temporada de 2027, que conta com apenas oito nomes até o momento. A relação não traz o brasileiro Gabriel Bortoleto, que possui contrato de longo prazo com a Audi. Por outro lado, a confirmação do tetracampeão Max Verstappen afasta as dúvidas sobre a permanência do holandês na categoria.
Apesar de não figurar na lista prévia divulgada pela F1, a ausência de Bortoleto não indica uma ruptura. O brasileiro cumpre sua primeira temporada na Audi e faz parte do projeto central da equipe para os próximos anos.
A garantia da continuidade de Verstappen encerra incertezas que circulavam nos bastidores da categoria. O piloto vinha fazendo críticas públicas ao novo regulamento técnico e ao comportamento dos carros na temporada, o que alimentava rumores sobre uma possível saída da Red Bull ou pausa na carreira.
Até o momento, os nomes garantidos no grid de 2027 são:
- McLaren: Lando Norris e Oscar Piastri
- Ferrari: Charles Leclerc e Lewis Hamilton
- Cadillac: Valtteri Bottas e Sergio Pérez
- Red Bull: Max Verstappen
- Alpine: Pierre Gasly
O ex-piloto de Fórmula 1 Jos Verstappen, pai do tricampeão Max Verstappen, sofreu um acidente neste domingo (26) durante o Rallye de Wallonie, disputado na região de Namur, na Bélgica. O holandês perdeu o controle do carro logo na primeira especial do dia e capotou. Apesar do impacto, ele e o navegador Jasper Vermeulen não se feriram.
A competição, válida pelo campeonato belga de rali, é conhecida pelo percurso técnico e de alta dificuldade. Verstappen, de 54 anos, havia apresentado desempenho consistente até o incidente. Ao fim do primeiro dia, ocupava a terceira colocação geral, ainda na disputa pelas primeiras posições.
A situação, porém, se complicou na sequência da prova. A dupla foi punida com 40 segundos por excesso de velocidade em um trecho de deslocamento, caindo para o 17º lugar. Pouco depois, o acidente encerrou definitivamente qualquer possibilidade de recuperação na etapa. Até o momento, não há informações oficiais sobre as causas da perda de controle do veículo.
A Formula 1 realiza nesta segunda-feira (20) uma reunião decisiva entre chefes de equipe, executivos das escuderias, representantes das fornecedoras de motores e a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) para discutir possíveis mudanças no regulamento técnico da temporada 2026.
O principal ponto em debate é o gerenciamento de energia dos novos motores híbridos, que passarão a ter divisão equilibrada entre combustão e parte elétrica. As alterações recentes no sistema de recuperação e uso de energia não tiveram o efeito esperado e aumentaram a influência da bateria no desempenho dos carros, gerando críticas entre pilotos.
Entre os que se manifestaram sobre o tema está Max Verstappen, que chegou a classificar o atual modelo como “artificial” e demonstrou insatisfação com o rumo técnico da categoria.
As discussões sobre possíveis ajustes já estavam previstas para abril, mas ganharam força após o acidente envolvendo Oliver Bearman no Grande Prêmio do Japão. O episódio ocorreu em meio a uma diferença significativa de velocidade em relação ao argentino Franco Colapinto e reacendeu o debate sobre segurança na categoria.
Chefe da Mercedes-AMG Petronas Formula One Team, Toto Wolff defendeu cautela nas possíveis alterações no regulamento.
"As discussões entre os pilotos, a FIA, a Fórmula 1 e as equipes têm sido construtivas. Trata-se de melhorar o produto e analisar o que podemos aprimorar em termos de segurança, mas agindo com um bisturi e não com um taco de beisebol", argumentou.
Segundo o dirigente, há expectativa de avanços ainda nesta etapa inicial da temporada.
"Precisamos aprender com o passado, quando decisões foram tomadas de forma errática. Estou cautelosamente otimista de que vamos melhorar as corridas mantendo a qualidade do espetáculo."
Presidente da FIA, Mohammed ben Sulayem afirmou que os pilotos tiveram papel importante nas discussões sobre ajustes no regulamento.
"Os pilotos nos deram uma contribuição inestimável em ajustes que sentem que devem ser feitos, em particular nas áreas de gerenciamento de energia para garantir corridas seguras, justas e competitivas."
As propostas discutidas devem seguir agora para votação eletrônica do Conselho Mundial de Automobilismo da entidade.
A temporada da Fórmula 1 continua na próxima semana com o Grande Prêmio de Miami, com atividades de pista a partir de sexta-feira (1º) e corrida prevista para domingo este (3).
O futuro de Max Verstappen voltou a movimentar os bastidores da Red Bull Racing após declarações recentes do piloto sobre uma possível saída precoce da Formula 1. Apesar das especulações, o chefe da equipe, Laurent Mekies, afirmou à imprensa internacional que o tema não faz parte das discussões internas no momento.
Segundo o dirigente, a prioridade do time está concentrada exclusivamente no desenvolvimento técnico do carro para a sequência da temporada.
"Não estamos discutindo aposentadoria com Max no momento. Estamos focados em entender como tornar o carro mais rápido. Ele é apaixonado pela Fórmula 1 e quer ajudar a categoria a seguir na direção certa. Por isso fala de forma clara sobre o que acredita que precisa mudar", explicou.
Nos últimos meses, Verstappen manifestou publicamente incômodo com o direcionamento técnico da categoria, especialmente com o aumento da dependência da parte elétrica nas novas unidades de potência previstas para os próximos ciclos regulamentares.
Segundo o piloto, a necessidade crescente de gerenciamento de energia durante as voltas — com estratégias como lift and coast e super clipping — reduz a intensidade da pilotagem no limite, característica tradicional da Fórmula 1.
Apesar das críticas, Mekies avalia que há espaço para ajustes no regulamento e acredita que melhorias nesse aspecto podem contribuir para manter o holandês plenamente motivado na categoria.
"Temos ferramentas para ajustar as regras e permitir que os pilotos extraiam o máximo dos carros, especialmente nas classificações. Se isso acontecer, tenho confiança de que Max continuará vendo o que todos vemos: os melhores pilotos do mundo e os carros mais rápidos", disse.
Vivendo um início de temporada irregular e ocupando apenas a sexta colocação no Mundial de Construtores, a Red Bull concentra seus esforços na evolução do desempenho dentro da pista.
De acordo com Mekies, o ambiente interno da equipe permanece focado na competitividade e não em possíveis cenários de mercado envolvendo substituições futuras.
"Se vocês visitarem a fábrica, vão entender a paixão que existe aqui. Não estamos pensando no mercado de pilotos. Estamos pensando em ter um carro competitivo. Se conseguirmos isso, não haverá discussão sobre o futuro do Max", finalizou.
O tetracampeão mundial de Fórmula 1, Max Verstappen, da Red Bull, veio a público justificar os motivos pelos quais expulsou o jornalista britânico Giles Richards, do The Guardian, da entrevista coletiva no circuito de Suzuka. O acontecido é, até o momento, a grande polêmica desta semana do GP do Japão.
O holandês não voltou atrás na decisão e disse que o comunicador "riu na sua cara" após uma pergunta feita no ano passado. Ao exigir a saída de Richards do local, Verstappen afirmou que o estopim foi um questionamento durante a coletiva do GP de Abu Dhabi, em 2025.
Na ocasião citada, o jornalista questionou o piloto se a colisão entre ele e George Russell no GP da Espanha teria sido a causa da perda do título. Naquela temporada, o tetracampeão ficou dois pontos atrás de Lando Norris, da McLaren, que se sagrou campeão mundial de pilotos.
Max afirmou que Richards agiu de forma desrespeitosa ao, segundo ele, dar risada após fazer a pergunta.
“Quando alguém faz aquela pergunta durante a entrevista coletiva depois da última corrida e ainda ri na sua cara, para mim isso é uma completa falta de respeito. Se você não me dá respeito, por que eu te respeitaria? Você só vê a câmera apontada para mim, e não para aquela pessoa que começou a rir. Dava para ver claramente que havia intenção maliciosa por trás daquilo. Isso basta para mim. Estou na Fórmula 1 há tempo suficiente para saber quem tem boas ou más intenções. Se você ri de mim ali, claramente não as tem”, explicou Max.
Em Suzuka, Verstappen fez o pedido de expulsão após reconhecer o comunicador. Ao confirmar que o profissional estava na sala, o piloto afirmou que não falaria enquanto Richards não saísse.
Após o incidente, o jornalista publicou um texto no site inglês dando sua visão dos fatos. Giles disse admirar o talento de Verstappen e garantiu que não se divertiu ao fazer a pergunta em Abu Dhabi. “Não tenho certeza se dei um sorriso bobo”, escreveu.
O GP do Japão ocorre na madrugada deste domingo (29), às 2h, com transmissão do Sportv 3, da TV Globo e do ge.
O piloto Max Verstappen, da Red Bull Racing, protagonizou um clima tenso antes do Grande Prêmio do Japão, ao expulsar um jornalista durante coletiva de imprensa em Suzuka, na manhã desta quinta-feira (26).
Antes mesmo do início das perguntas, o tetracampeão mundial interrompeu o protocolo e direcionou um recado ao repórter Giles Richards, do jornal The Guardian.
"Só um segundo. Eu não vou falar antes que ele saia", disse Verstappen, apontando para o jornalista. Surpreso, Richards questionou se o pedido era sério.
"Sério? Por causa da pergunta do ano passado? Você quer que eu saia?”, perguntou.
"Sim, saia", respondeu Verstappen.
Mesmo após insistir para entender o motivo, o jornalista foi novamente interrompido pelo piloto, que reforçou a exigência para que ele deixasse o local.
A reação de Verstappen está ligada a uma pergunta feita por Richards no GP de Abu Dhabi, em dezembro do ano passado. Na ocasião, o jornalista questionou o piloto sobre um possível arrependimento envolvendo um incidente no GP da Espanha.
Durante aquela prova, Verstappen foi orientado a devolver posição a George Russell, após uma disputa polêmica. Ao ceder a posição, acabou se envolvendo em uma colisão com o britânico, sendo punido com acréscimo de tempo.
A penalização fez o holandês perder cinco posições na corrida e somar menos pontos no campeonato — fator que contribuiu para que Lando Norris ficasse com o título da temporada.
Verstappen, conhecido pelo perfil direto, evitou prolongar a situação e só deu sequência à coletiva após a saída do jornalista.
O piloto Max Verstappen comentou o acidente que sofreu durante a sessão de classificação do GP da Austrália, disputada em Melbourne, e voltou a fazer críticas ao novo regulamento técnico da Fórmula 1.
Eliminado ainda no Q1, o holandês saiu da pista e bateu nas barreiras ao iniciar sua primeira volta rápida. Após o incidente, o tricampeão mundial afirmou que o problema ocorreu de forma inesperada no carro.
"Eu simplesmente pisei no acelerador e todo o eixo traseiro travou completamente", disse ele à imprensa, logo após a sessão.
“Principalmente com esses carros de Fórmula 1, é muito estranho. Quer dizer, eu nunca experimentei isso em toda a minha vida”, disse e continuou: “Não faço ideia de onde isso veio. Ainda não falei com a equipe.”
Em declarações posteriores à Sky Sports F1, Verstappen detalhou o momento do acidente e sugeriu que o problema pode estar relacionado ao sistema do carro.
"Deu errado antes da redução de marcha. Pisei no pedal e reduzi a marcha rapidamente, mas o câmbio já estava travado no pico da pressão do freio. Algo muito estranho, com certeza".
CRÍTICAS AO NOVO REGULAMENTO DA FIA
O piloto da Red Bull tem sido um dos principais críticos das novas regras da Fórmula 1, especialmente das mudanças nas unidades de potência.
Segundo Verstappen, os novos regulamentos reduziram a energia disponível no sistema elétrico dos carros, obrigando os pilotos a adotar estratégias incomuns durante as corridas.
Entre elas estão manobras de “levantar o pé e planar” e momentos em que os carros perdem velocidade nas retas para recuperar energia da bateria, entrando no chamado modo de “super-clipping”.
"Quer dizer, definitivamente não estou me divertindo nada com esses carros. Não sei."
O holandês já havia demonstrado reservas sobre o novo regulamento desde os primeiros testes em simuladores, realizados nos últimos anos, e voltou a afirmar que as mudanças podem levar o esporte a uma direção “anti-corrida”.
Após o acidente, Verstappen foi encaminhado ao Centro Médico do circuito para avaliar possíveis lesões nos pulsos devido ao impacto contra o muro. “Nada quebrado”, disse ele. “Com o volante, quando bati na parede… mas nada [nele] está quebrado.”
Apesar do incidente na classificação, a Red Bull ainda aparece como uma das equipes competitivas no início da temporada, mesmo diante das críticas do piloto ao novo formato técnico da categoria.
Max Verstappen afirmou que acompanhou com incômodo o desempenho de Lewis Hamilton em sua primeira temporada pela Ferrari. Apesar da rivalidade esportiva entre os dois, o piloto da Red Bull disse não ter gostado de ver o heptacampeão enfrentar dificuldades ao longo do campeonato de 2025.
Hamilton encerrou a temporada na sexta colocação do Mundial de Pilotos e não subiu ao pódio em nenhuma das provas. Foi a primeira vez que o britânico terminou um campeonato completo da Fórmula 1 sem figurar entre os três primeiros colocados em uma corrida. A única vitória no ano ocorreu na sprint do Grande Prêmio da China, resultado que não entra nas estatísticas oficiais da categoria.
Em entrevista ao canal Viaplay, concedida nesta semana, Verstappen comentou que a fase de Hamilton foi perceptível durante as corridas.
"Não foi uma boa temporada para ele. Dá para notar isso em vários detalhes, inclusive nas conversas pelo rádio. Para mim, sinceramente, também não é algo bom de ver", afirmou.
Durante o ano, surgiram especulações sobre uma possível aposentadoria de Hamilton, que foram rebatidas pelo próprio piloto da Ferrari. Verstappen disse não acreditar que o britânico pense em deixar a Fórmula 1 no momento.
"Não sei se ele vai se aposentar, mas não acho que vá desistir. Ele certamente vai continuar", declarou.
Aos 40 anos, Hamilton é o segundo piloto mais velho do grid atual, atrás apenas de Fernando Alonso, que tem 44. Verstappen avaliou que o desgaste físico tende a pesar mais com o avanço da idade, especialmente diante das exigências dos carros atuais.
"O desconforto físico aumenta. Esses carros não são fáceis de pilotar e, quando você fica mais velho, o corpo sente mais. Ombros, costas e pescoço exigem mais cuidado e preparação", explicou.
O tetracampeão também apontou que a competitividade do equipamento influencia diretamente a motivação de pilotos experientes. Como exemplo, citou Alonso, que passou a disputar posições intermediárias após a queda de rendimento da Aston Martin.
"Quando você já ganhou títulos e começa a lutar apenas pelo décimo lugar, isso muda a forma como você encara a situação. Se o carro permite brigar na frente, como aconteceu em alguns momentos com o Fernando, a motivação aparece de novo", concluiu.
Verstappen tem contrato com a Red Bull até 2028, mas já declarou em outras ocasiões que não sabe se pretende permanecer na Fórmula 1 por tanto tempo quanto alguns dos pilotos mais experientes do grid.
A batalha pelo título da Fórmula 1 2025 vai mesmo até a última volta da temporada. A vitória de Max Verstappen no GP do Catar, no último domingo (30), adiou a definição do campeão para Abu Dhabi — mas não mudou o cenário de favoritismo de Lando Norris, que segue líder com vantagem matemática.
Com o triunfo, o tetracampeão reduziu a diferença para 12 pontos e reassumiu a vice-liderança do campeonato. Em jogo estarão 25 pontos no GP de Abu Dhabi, que terá um formato tradicional, sem corrida sprint. Em um circuito historicamente complicado para ultrapassagens, a classificação ganhará peso direto na disputa pelo título.
Apesar da aproximação de Verstappen, Norris segue com maior probabilidade de erguer o troféu. Ele garante o campeonato diante de qualquer combinação de resultados nas seguintes situações:
- Se vencer: conquista o título independentemente da posição de Verstappen, abrindo pelo menos 19 pontos.
- Se terminar em segundo ou terceiro: ainda assim assegura o campeonato, mesmo que Verstappen vença, já que o holandês só recuperaria no máximo 10 pontos.
A pressão aumenta se Norris ficar fora do pódio:
- Se for quarto ou pior e Verstappen vencer, o holandês vira o jogo e se torna campeão com pelo menos um ponto de vantagem.
- Se Norris não pontuar, Verstappen ainda precisará chegar no mínimo em quarto para conquistar o título.
Na prática, um pódio garante a Norris o título mundial.
Oscar Piastri segue matematicamente na disputa, mas suas chances são remotas. Depois do segundo lugar no Catar, o australiano soma 392 pontos contra 408 de Norris. Para ser campeão, Piastri depende de uma combinação improvável:
- Se vencer, Norris precisa terminar abaixo do sexto lugar e Verstappen abaixo do quarto.
- Se for segundo, Norris deve terminar fora do top 10 e Verstappen abaixo do quarto.
- Se for terceiro, não alcança mais Norris e fica fora da briga.
Max Verstappen (Red Bull) não deu chances aos adversários e liderou de ponta a ponta o Grande Prêmio do Azerbaijão de Fórmula 1, disputado neste domingo (21). O holandês somou sua sexta vitória em 2025, temporada que tem sido dominada pela McLaren, mas na qual segue protagonizando grandes atuações.
O pódio foi completado por George Russell (Mercedes) em segundo e Carlos Sainz (Williams) em terceiro. Para o espanhol, o resultado marcou o primeiro pódio desde sua chegada à equipe, após a saída da Ferrari.
A corrida foi tranquila, sem bandeiras vermelhas, e registrou apenas um abandono: Oscar Piastri (McLaren), que se envolveu em um acidente e provocou a entrada do safety car. O companheiro de equipe, Lando Norris, não conseguiu reagir e terminou apenas em sétimo.
O brasileiro Gabriel Bortoleto (Sauber) largou em 13º e chegou a figurar em sexto lugar após as primeiras paradas, mas perdeu rendimento e cruzou em 11º, fora da zona de pontos. Ele ainda se beneficiou de uma punição a Alexander Albon (Williams), que o manteve nessa posição.
O próximo desafio da Fórmula 1 será o Grande Prêmio de Singapura, no dia 5 de outubro.
Confira o resultado final do Grande Prêmio do Azerbaijão:
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1º |
Max Verstappen |
Red Bull Racing |
Líder |
|
2º |
George Russell |
Mercedes |
+14.609 |
|
3º |
Carlos Sainz |
Williams |
+19.199 |
|
4º |
Kimi Antonelli |
Mercedes |
+21.760 |
|
5º |
Liam Lawson |
Racing Bulls |
+33.290 |
|
6º |
Yuki Tsunoda |
Red Bull Racing |
+33.808 |
|
7º |
Lando Norris |
McLaren |
+34.227 |
|
8º |
Lewis Hamilton |
Ferrari |
+36.310 |
|
9º |
Charles Leclerc |
Ferrari |
+36.774 |
|
10º |
Isack Hadjar |
Racing Bulls |
+38.982 |
|
11º |
Gabriel Bortoleto |
Kick Sauber |
+1:07.606 |
|
12º |
Oliver Bearman |
Haas |
+1:08.262 |
|
13º |
Alexander Albon |
Williams |
+1:12.870 |
|
14º |
Esteban Ocon |
Haas |
+1:17.580 |
|
15º |
Fernando Alonso |
Aston Martin |
+1:18.707 |
|
16º |
Nico Hülkenberg |
Kick Sauber |
+1:20.237 |
|
17º |
Lance Stroll |
Aston Martin |
+1:36.392 |
|
18º |
Pierre Gasly |
Alpine |
+1 Volta |
|
19º |
Franco Colapinto |
Alpine |
+1 Volta |
|
20º |
Oscar Piastri |
McLaren |
Abandonou |
Max Verstappen venceu a corrida sprint do Grande Prêmio da Bélgica na manhã deste sábado (26) e deu um alívio à Red Bull em meio ao clima de instabilidade nos bastidores da equipe. O holandês ultrapassou Oscar Piastri logo na largada e controlou a prova até o fim, mesmo com a pressão do rival. Lando Norris completou o pódio na terceira posição.
A vitória marca a 12ª de Verstappen em corridas no formato sprint, criado em 2021, consolidando o domínio do piloto neste tipo de disputa. A corrida também marcou a estreia de Laurent Mekies como novo chefe da Red Bull.
O brasileiro Gabriel Bortoleto terminou em nono lugar. Apesar de ter ganhado uma posição na largada, saindo de décimo, ficou a meio segundo de Isack Hadjar, que assegurou o oitavo lugar e o último ponto em jogo. Apenas os oito primeiros pontuam na sprint.
A definição do grid para o GP da Bélgica acontece ainda neste sábado, às 11h (horário de Brasília).
Recém-chegado à Fórmula 1 pela Sauber, o jovem Gabriel Bortoleto tem contado com um aliado de peso em sua trajetória na principal categoria do automobilismo mundial: o tetracampeão Max Verstappen. A relação entre os dois vai além das pistas, marcada por amizade, admiração mútua e apoio nos bastidores.
A conexão entre os pilotos começou ainda em 2017, quando Bortoleto corria de kart pela equipe CRG — a mesma pela qual Verstappen passou anos antes. "Eu estava tremendo. Max tinha acabado de concluir sua segunda temporada na F1 e já era muito respeitado. Ele foi super simpático comigo e aquilo ficou marcado", contou o brasileiro ao Motorsport, em entrevista concedida nesa segunda-feira (21).
Mas foi somente em 2023, durante a temporada de Fórmula 3, que a relação se intensificou. Unidos pelo gosto por videogames e simuladores de corrida, os dois passaram a se falar com frequência, o que fortaleceu os laços. Bortoleto virou até embaixador do Team Redline, equipe de e-sports comandada por Verstappen, embora não dispute competições oficiais devido à intensa rotina na F1.
O apoio do holandês, porém, foi além do virtual. Segundo Bortoleto, Verstappen se mostrou disposto a falar bem dele nos bastidores do paddock. "Começamos a conversar muito. Ele me deu conselhos, ajudou com dicas e até elogiou meu trabalho para pessoas influentes da F1. Jonathan Wheatley, hoje chefe da Sauber, sempre diz que Max falou muito bem de mim antes da minha chegada", revelou.
Na pista, o apoio também apareceu. No GP da Austrália, por exemplo, Verstappen orientou Bortoleto a largar com pneus intermediários sob a chuva. Já na Áustria, o tetracampeão chegou a dar vácuo ao jovem piloto durante o Q3 da classificação, ajudando-o a conquistar seu primeiro resultado expressivo na categoria — o oitavo lugar.
Em entrevistas, Bortoleto não esconde a admiração por Verstappen. "Para mim, ao lado do Senna, ele é o melhor de todos os tempos. Admiro como ele entende o carro, a paciência que tem e a forma como encara cada corrida. Ele é um exemplo do piloto que quero me tornar", afirmou o paulista de 20 anos.
A caminhada de Gabriel até a F1 também foi impulsionada por outros nomes de peso. Desde 2022, ele tem sua carreira gerenciada por Fernando Alonso, bicampeão mundial. Em 2024, contou ainda com o apoio de Felipe Massa, que fez ponte com o presidente da F1, Stefano Domenicali, e com Mattia Binotto, novo diretor da Sauber.
Apesar da pouca idade, Bortoleto já é apontado como uma das promessas mais sólidas do grid atual — e com o aval de um dos maiores da história recente da categoria. "Max sempre acreditou em mim. E isso fez uma grande diferença", finalizou.
Em uma decisão inesperada, a Red Bull anunciou nesta quarta-feira (9) a demissão imediata de Christian Horner do cargo de chefe de equipe da Red Bull Racing, após duas décadas à frente do time de Fórmula 1. A saída do dirigente, que liderou a equipe em seis conquistas do Mundial de Construtores e oito títulos de pilotos, não teve justificativa divulgada oficialmente.
Logo após o anúncio, o comentarista Martin Brundle, da Sky Sports, revelou que conversou com Horner, que afirmou não ter recebido nenhuma explicação para sua demissão. A Red Bull, por sua vez, agradeceu em comunicado pelo "trabalho excepcional" do dirigente e exaltou sua importância para o crescimento da equipe desde 2005.
"Com seu comprometimento incansável, experiência, expertise e pensamento inovador, Christian foi fundamental para estabelecer a Red Bull Racing como uma das equipes mais bem-sucedidas da Fórmula 1", disse Oliver Mintzlaff, diretor-geral da Red Bull. "Você sempre será uma parte importante da nossa história."

Foto: Reprodução/Instagram
NOVA DIREÇÃO
Para o lugar de Horner, a Red Bull nomeou Laurent Mekies como novo CEO da equipe principal. Ele deixa a Racing Bulls, equipe satélite da Red Bull, que passará a ser comandada por Alan Permane.
A decisão vem em um momento turbulento para a escuderia, que passa por uma fase de instabilidade dentro e fora das pistas. No último GP, realizado em Silverstone, Max Verstappen terminou apenas em quinto lugar após liderar o grid. O holandês, atual tetracampeão, está 69 pontos atrás do líder Oscar Piastri na classificação da temporada 2025.
Horner esteve no comando da equipe desde sua aquisição pela Red Bull, em 2005, e conduziu dois períodos de hegemonia. Entre 2010 e 2013, sob liderança de Sebastian Vettel, e a partir de 2021, com Max Verstappen, que conquistou quatro títulos consecutivos até 2024.

Foto: Reprodução/Instagram
No entanto, nos últimos 18 meses, o dirigente enfrentou uma série de controvérsias. Ele foi alvo de acusações de comportamento inapropriado feitas por uma funcionária da equipe, que foram rejeitadas após investigação interna e um recurso negado em agosto de 2024. Horner sempre negou as acusações.
Além disso, o time perdeu figuras importantes como o projetista Adrian Newey, que se transferiu para a Aston Martin, e o diretor esportivo Jonathan Wheatley, que foi para a Sauber.
VERSTAPPEN SEGUE NA RBR?
A permanência de Max Verstappen também está em xeque. Apesar de contrato até 2028, o piloto foi recentemente associado a conversas com a Mercedes, confirmadas por Toto Wolff. Uma cláusula contratual permite que Verstappen deixe a equipe dependendo de sua posição no campeonato até o fim deste mês.

Foto: Reprodução/Instagram
Martin Brundle afirmou que a saída de Horner pode ter implicações diretas na decisão do piloto: "Christian estava no comando do projeto do novo motor da Red Bull, que estreia no próximo ano, e será uma das maiores mudanças técnicas da história da Fórmula 1", destacou o comentarista.
A Red Bull ocupa atualmente apenas a quarta colocação no Mundial de Construtores, atrás de McLaren, Ferrari e Mercedes, um desempenho muito abaixo das expectativas para uma equipe que dominou amplamente as temporadas recentes.
Max Verstappen pode estar prestes a protagonizar a maior transferência da história da Fórmula 1. De acordo com as informações jornal La Gazzetta dello Sport, divulgadas nesta semana, o piloto holandês estaria inclinado a deixar a Red Bull ao fim da atual temporada para assinar com a Aston Martin em um acordo estimado em 264 milhões de euros (cerca de R$ 1,7 bilhão) por três anos.
A negociação seria viabilizada pelo fundo soberano da Arábia Saudita (PIF), que estaria prestes a adquirir a equipe atualmente comandada por Lawrence Stroll. O fundo, ligado ao príncipe Mohammed bin Salman, busca transformar a Aston Martin em uma potência da categoria.
O veículo italiano afirmou que Verstappen recusou uma oferta da Mercedes e estaria seduzido pelo projeto saudita, que promete reformular completamente a escuderia. “Pode parecer fantasia, mas é realidade”, destacou o jornal, apontando que o PIF estaria disposto a investir pesado para garantir o tetracampeão.
O fundo saudita já é conhecido por movimentações bilionárias no esporte. Foi responsável pela contratação de Cristiano Ronaldo pelo Al Nassr e pelo investimento na LIV Golf com a chegada de Jon Rahm, número 1 do mundo.
A Fórmula 1 retorna neste fim de semana, no dia 20 de abril, com o Grande Prêmio da Arábia Saudita, quinta etapa da temporada.
Max Verstappen conquistou sua primeira vitória na temporada 2025 da Fórmula 1 neste domingo (6), ao vencer o Grande Prêmio do Japão. O piloto da Red Bull liderou de ponta a ponta e cruzou a linha de chegada com 1s4 de vantagem sobre Lando Norris, da McLaren. O resultado aproxima o holandês da liderança do campeonato, agora a apenas um ponto de distância do rival britânico.
Oscar Piastri completou o pódio em terceiro, garantindo a dobradinha da equipe McLaren no Circuito de Suzuka.
A vitória marca a quarta consecutiva de Verstappen em Suzuka, igualando Lewis Hamilton como o maior vencedor em atividade na pista japonesa. Ambos têm quatro triunfos no circuito, ainda atrás das seis vitórias de Michael Schumacher, recordista no local. O último triunfo do piloto holandês havia sido no GP do Catar, em dezembro de 2024.
O brasileiro Gabriel Bortoleto teve atuação discreta. Após largar na 17ª posição, chegou a ganhar terreno com as paradas de rivais e adotou pneus médios na volta 32. Ainda assim, manteve ritmo cerca de um segundo abaixo dos líderes e terminou atrás de Nico Hulkenberg, em 17º lugar.
A Fórmula 1 volta às pistas no próximo sábado (13), com o GP do Bahrein, no Circuito de Sakhir, pela quarta etapa do campeonato.
Max Verstappen vai largar na pole position do Grande Prêmio do Japão de Fórmula 1 após registrar a volta mais rápida do treino classificatório realizado neste sábado (5). O piloto da RBR cravou 1m26s983, superando Lando Norris, da McLaren, por apenas 0s012. Oscar Piastri, também da equipe britânica, parte em terceiro.
Essa é a primeira pole do holandês na temporada 2025 e a 41ª da carreira, encerrando um jejum que durava desde o GP da Áustria de 2024. Na ocasião, um acidente com o próprio Norris tirou Verstappen da disputa pela vitória.
No Q3, Norris chegou a assumir a liderança, mas viu Verstappen fechar sua volta final com o melhor tempo no último setor do circuito, garantindo a primeira posição no grid. “Me sinto bem com o carro e conseguimos encaixar uma volta limpa no final. Vai ser uma boa briga amanhã”, comentou o atual tetracampeão.
O brasileiro Gabriel Bortoleto ficou com a 17ª colocação e foi eliminado ainda no Q1, em uma sessão difícil para a Sauber. Seu companheiro, Nico Hulkenberg, também não avançou, em 16º. Foi a primeira vez no ano que nenhum dos dois passou para o Q2.
Correndo em casa e estreando como titular da RBR, Yuki Tsunoda larga em 14º. O japonês havia ficado em 15º, mas subiu uma posição após punição de Carlos Sainz, da Williams, que perdeu três lugares no grid por atrapalhar Lewis Hamilton em volta rápida. A penalidade beneficiou também Fernando Alonso e Liam Lawson, que reassume a vaga na RB após o rebaixamento de Tsunoda.
Confira os dez primeiros no grid do GP do Japão:
Max Verstappen (RBR) – 1m26s983
Lando Norris (McLaren) – 1m26s995 (+0s012)
Oscar Piastri (McLaren) – 1m27s027 (+0s044)
Charles Leclerc (Ferrari) – 1m27s299 (+0s316)
George Russell (Mercedes) – 1m27s318 (+0s335)
Kimi Antonelli (Mercedes) – 1m27s555 (+0s572)
Isack Hadjar (RB) – 1m27s569 (+0s586)
Lewis Hamilton (Ferrari) – 1m27s610 (+0s627)
Alexander Albon (Williams) – 1m27s615 (+0s632)
Oliver Bearman (Haas) – 1m27s867 (+0s884)
O Grande Prêmio do Japão, realizado no Circuito de Suzuka terá início neste domingo (6), às 2h da manhã, com transmissão da TV Band e Band Sports.
A temporada 2025 da Fórmula 1 começou com o Grande Prêmio da Austrália, disputado na madrugada deste domingo (16). Sob chuva leve, Lando Norris conquistou a vitória em uma corrida marcada por abandonos e incidentes, onde o estreante brasileiro, Gabriel Bortoleto, foi envolvido em um dos casos. Max Verstappen e George Russell completaram o pódio, beneficiando-se de um erro de Oscar Piastri na reta final.
Seis pilotos não concluíram a prova, entre eles o brasileiro Gabriel Bortoleto, da Sauber. O estreante perdeu o controle do carro ao passar sobre uma zebra na pista molhada e colidiu contra o muro, danificando a asa dianteira. Antes do impacto, uma das rodas do seu carro já havia se soltado.
Apesar do acidente, Bortoleto saiu ileso e se desculpou com a equipe pelo rádio. Em resposta, ouviu do engenheiro que "estava tudo bem". O piloto relatou dificuldades com os freios antes do abandono e havia recebido uma punição de cinco segundos por uma liberação insegura nos boxes, quase causando uma colisão com Liam Lawson, da RBR.
Norris reassumiu a liderança após a última rodada de pit stops, mas foi pressionado por Verstappen até a bandeirada final. O holandês chegou a ficar a menos de meio segundo do britânico, que conseguiu segurar a posição e garantir sua primeira vitória na temporada.
Russell, que aparecia em quarto, herdou o terceiro lugar após o erro de Piastri, que caiu para a nona colocação após uma boa disputa com Lewis Hamilton na parte final da prova.
A Fórmula 1 volta no próximo final de semana em 23 de março, com o GP da China, segunda etapa da temporada.
Confira o resultado final do GP da Austrália:
- Lando NORRIS (McLaren) - 1h42m06s304
- Max VERSTAPPEN (RBR) - +0s895
- George RUSSELL (Mercedes) - +8s481
- Andrea Kimi ANTONELLI (Mercedes) - +10s135
- Alexander ALBON (Williams) - +12s773
- Lance STROLL (Aston Martin) - +17s413
- Nico HULKENBERG (Sauber) - +18s423
- Charles LECLERC (Ferrari) - +19s826
- Oscar PIASTRI (McLaren) - +20s448
- Lewis HAMILTON (Ferrari) - +22s473
- Pierre GASLY (Alpine) - +26s502
- Yuki TSUNODA (RB) - +29s884
- Esteban OCON (Haas) - +33s161
- Oliver BEARMAN (Haas) - +40s351
ABANDONARAM
- Liam Lawson (RBR)
- Gabriel Bortoleto (Sauber)
- Fernando Alonso (Aston Martin)
- Carlos Sainz (Williams)
- Jack Doohan (Alpine)
- Isack Hadjar (RB).
Enquanto o foco da Fórmula 1 está nos primeiros passos de Lewis Hamilton com a Ferrari, Helmut Marko, consultor da Red Bull, fez uma declaração polêmica sobre o cenário da temporada 2025 nesta semana, afirmando que, mesmo com um carro inferior, Max Verstappen seria capaz de superar o britânico.
Em 2024, Verstappen conquistou o tetracampeonato ao extrair o máximo do RB20, mesmo com o crescimento da McLaren e Ferrari ao longo da temporada. A Red Bull, no entanto, encerrou o ano na terceira posição no Mundial de Construtores, atrás das rivais.
Marko destacou que McLaren e Ferrari continuam como as principais ameaças à Red Bull. Sobre os pilotos dessas equipes, afirmou que Lando Norris ainda não tem a preparação mental para disputar um título e que Oscar Piastri é inexperiente.
"As duas equipes criaram uma boa base para seus carros no ano passado e tiveram bom desempenho na maioria dos circuitos. Elas podem continuar evoluindo. Mas nenhum dos pilotos realmente se destaca para mim", disse o consultor.
Ao falar sobre a Ferrari, Marko elogiou a habilidade de Charles Leclerc em classificações, mas criticou sua consistência nas corridas. Sobre Hamilton, ponderou que o britânico ainda tem velocidade, mas levantou dúvidas sobre sua capacidade de manter um bom desempenho durante toda a temporada.
"Charles Leclerc é bom em classificações, mas comete muitos erros nas corridas. E Lewis Hamilton ainda tem velocidade, mas será que consegue se manter rápido por toda a temporada? Tenho minhas dúvidas. Mesmo que a Ferrari entregue um bom carro e a gente tenha uma Red Bull medíocre para o Max, eu ainda apostaria no Max", concluiu Marko.
A temporada 2025 da Fórmula 1 começa com o GP da Austrália, entre 14 e 16 de março, após os testes coletivos de pré-temporada, programados para 26, 27 e 28 de fevereiro, no Bahrein.
Após o presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), Bem Sulayem, falar que os pilotos da Fórmula 1 falam muitos palavrões durante as conversas de rádio, a aspa do emiradense não caiu muito bem entre os pilotos do grid. Sulayem disse que os palavrões precisam parar, pois os pilotos não são rappers.
"Nós não somos rappers, sabia? Quantas vezes por minuto eles dizem a palavra com F? Não somos assim", disse Ben Sulayem, que continuou.
"Os pilotos parecem rappers, e temos que diferenciar o automobilismo da música rap".
Com a citação, o presidente da entidade trouxe a tona um componente racial para o possível problema, e isso foi notado por Lewis Hamilton, o único piloto negro da Fórmula 1.
"Se você pensar bem, a maioria dos rappers é negro. Há um óbvio elemento racial aí", disse Hamilton, primeiro e único piloto negro da história da Fórmula 1.
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Entretanto, o britânico concordou que é preciso controlar a quantidade de palavrões ditas no rádio, já que existem fãs de todas as idades.
Entretanto, o atual tricampeão da F1, Max Verstappen, discorda.
"Eu não poderia nem dizer a palavra com F... nem é tão ruim assim. O que somos nós, crianças de 5 anos, crianças de 6 anos?"
"Toda criança de cinco, seis anos vai ouvir palavrões e xingar em algum momento", afirmou.
O holandês chegou a ser ordenado, segundo a Autosport, a realizar algum trabalho de interesse público pelos comissários da FIA por usar linguagem chula na coletiva de imprensa na última quinta-feira (19), em Singapura.
Brigando pelo título da temporada, Lando Norris falou sobre a possível repreensão da FIA.
"A Fórmula 1 perderia a crueza dos pilotos, seus pensamentos e sentimentos. Os pilotos estão no calor do momento, sob estresse, sob pressão, brigando, sofrendo grandes acidentes", declarou.
A Fórmula 1 distribuiu sua primeira taça criada por inteligência artificial na história. Neste domingo (9), o piloto holandês Max Verstappen, da Red Bull, venceu o Grande Prêmio do Canadá e recebeu um troféu com design feito pela tecnologia. O pódio foi completado pelos britânicos Lando Norris, da Mclaren, e George Russell, da Mercedes.
O troféu do GP do Canadá foi criado através da parceria entre a F1 e a Amazon. Uma série de designs foi criada pela IA, mas apenas um modelo foi escolhido. A taça possui detalhes que incluem a "maple leaf", símbolo do país, e o St. Lawrence River, famoso rio da cidade de Montreal, onde está localizado circuito Gilles Villeneuve, palco da corrida. Em 2024, a categoria já havia levado uma coroa de louros digital no GP da China.
Com a vitória no Canadá, Max Verstappen somou 194 pontos na liderança da tabela de classificação do Mundial de 2024. O segundo colocado é o monegasco Charles Leclerc, da Ferrari, que não completou a prova em Montreal, com 138. Lando Norris aparece em terceiro com 131. A próxima etapa será o GP da Espanha, em Barcelona, que acontecerá entre os dias 21 e 23 de junho.

Foto: Divulgação / F1
Heptacampeão mundial de Fórmula 1, o piloto Lewis Hamilton disse que foi roubado na disputa do título de 2021. Naquele ano, o britânico chegou ao Grande Prêmio de Abu Dhabi, o último da temporada, empatado em pontos com o holandês Max Verstappen, mas acabou perdendo a corrida para o adversário.
"Fui roubado? Obviamente. Quero dizer, você conhece a história. Mas acho que o que foi realmente lindo naquele momento, o que tiro disso, foi que meu pai estava comigo. E passamos por essa enorme montanha-russa da vida juntos, com altos e baixos. E no dia que mais doeu, ele estava lá, e a forma como ele me criou foi sempre em pé, com a cabeça erguida", afirmou em entrevista à GQ.
Hamilton admitiu que ainda sente a perda do caneco quando a corrida que decidiu o campeonato, mas que "está em paz" com a questão. Ele e Max chegaram empatados em 369,5 pontos e quem terminasse na frente ficaria com o título. O britânico liderou a prova de Yas Marina quase toda até que nas últimas voltas um acidente com Nicholas Latifi, da Williams, provocou a entrada do safety car na pista. O piloto da Mercedes tinha 14 segundos de vantagem sobre o adversário da Red Bull. O holandês aproveitou a oportunidade e entrou nos boxes colocando pneus macios, coisa que o heptacampeão não conseguiu fazer. Pelo regulamento, o carro de segurança deveria fazer mais uma volta, que seria a última e encerraria a disputa mantendo todas as posições. No entanto, o diretor Michael Masi decidiu fazer uma relargada antes da bandeirada quadriculada. Logo nas primeiras curvas, Verstappen ultrapassou Hamilton e foi campeão pela primeira vez na carreira.
"Se eu assistir a um clipe disso, ainda sinto. Mas estou em paz com isso. Meus fãs estavam realmente decididos em relação a isso. A princípio não consegui entender, mas percebi que não é fácil se relacionar com alguém que sempre termina em primeiro. É inspirador. Mas nunca houve uma história de superação até agora", completou.
Após a corrida, a Mercedes protestou duas vezes na FIA, mas não obteve sucesso. Na premiação de 2021, Hamilton não compareceu ao evento e acabou sendo punido. Toto Wolff, chefe da escuderia alemã, também não esteve presente no evento. Em fevereiro de 2022, Masi deixou o cargo de diretor de provas da FIA em decisão tomada pelo presidente Mohammed ben Sulayem e com apoio de Stefano Domenicali, CEO da F1. No mês seguinte, a entidade divulgou um relatório admitindo "erro humano" e apontando fatores que levaram à falha, além de reconhecer que o regulamento não foi seguido.
A F1 volta a se reunir neste final de semana com o GP do Japão, quarta etapa do Mundial de 2024, no circuito de Suzuka. O Treino classificatório acontece na madrugada do próximo sábado (6), às 3h no horário de Brasília, enquanto a corrida será no domingo (7), às 2h.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.