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matheus takaki
O judoca Matheus Takaki foi suspenso por doping e está fora da disputa por vaga nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Aos 23 anos, o brasileiro foi flagrado pelo uso de Clomifeno, substância proibida pela Agência Mundial Antidoping (Wada, na sigla em inglês) por mascarar o uso de anabolizantes. O atleta não foi julgado, mas fez um acordo com a Federação Internacional de Judô (IJF) e pegou seis meses de gancho retroativos. Ele será liberado para voltar a lutar na próxima quinta-feira (25). A informação foi divulgada pela coluna Olhar Olímpico, do site UOL Esporte.
Matheus Takaki compete na categoria ligeiro (até 60 kg), a única masculina que o Brasil não tem vaga assegurada em Paris-2024. Ele era o 27º colocado no ranking olímpico, dentro da zona de classificação, mas não tem mais chances de ir para a capital francesa ao ser desclassificado de torneios importantes, como a prata do Grand Slam de Abu Dhabi e o ouro no Pan-Americano, ambos em 2023, por causa da suspensão por doping. Com a perda dos pontos, o brasileiro caiu para a 91ª colocação.
A defesa de Takaki alegou que o atleta foi vítima de contaminação por um suplemento alimentar. Ele é atleta da Sogipa-RS e da Marinha do Brasil se colocou em suspensão provisória e está sem treinar desde o dia 26 de outubro do ano passado.
Sem Matheus Takaki, o único brasileiro na luta pela vaga na categoria até 60 kg é Michel Augusto. Ele ocupa o 29º lugar no ranking, duas posições acima da linha de corte para os Jogos de Paris-2024, mas tem poucos pontos de vantagem sobre o 32º colocado. Campeão dos Jogos Pan-Americanos do ano passado, o judoca está convocado pelo Brasil para a disputa do Campeonato Pan-Americano do Rio de Janeiro, que começa na próxima segunda (22) e vai até domingo (28), e vai brigar por pontos na corrida olímpica.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.