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massimiliano allegri
Fora de mais uma Copa do Mundo, a Itália já começa a reorganizar seu projeto esportivo e tem como principal meta uma mudança de rumo no comando técnico da seleção após a saída de Gennaro Gattuso.
Segundo a imprensa italiana, o nome mais ambicioso no radar da federação é o de Pep Guardiola. A ideia é apostar em um treinador com perfil moderno para promover uma transformação profunda no estilo de jogo da equipe.
No entanto, a operação é considerada difícil. O espanhol tem vínculo com o Manchester City até 2027, o que exige uma negociação complexa e uma eventual saída antecipada do clube inglês para que a chegada à seleção se torne viável.
Enquanto mantém o desejo por Guardiola, a federação trabalha com cenários mais realistas. Entre eles, aparece Roberto Mancini, campeão da Eurocopa de 2020 e figura conhecida internamente. O treinador surge como opção capaz de reorganizar o elenco, embora represente uma continuidade de um ciclo recente que não conseguiu levar a Itália às últimas Copas.
Outros nomes também são analisados, como Antonio Conte e Massimiliano Allegri. Ambos estão empregados no momento, o que pode dificultar qualquer movimentação imediata. No caso de Conte, a resistência do Napoli é vista como um obstáculo importante para qualquer negociação.
A definição do novo comando ocorre em meio à pressão por resultados rápidos. Sem vaga no Mundial de 2026 após eliminação na repescagem, a Itália volta a campo apenas em setembro, quando estreia na Liga das Nações diante da Bélgica.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.