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Walter Viterbo da Silva Neto
Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência
Foto: Acervo pessoal

Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência

O desafio pode fazer bem. O risco está na pressão sem recuperação — e isso vale para qualquer pessoa que trabalhe sob grande exigência depois dos 80.

Multimídia

Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições

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O vereador de Salvador Cezar Leite (PL) atribuiu a repercussão da entrega do Título de Cidadão Soteropolitano ao senador Flávio Bolsonaro (PL) ao cenário eleitoral. Em entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (26), ele comparou a homenagem a outras concedidas a figuras nacionais e criticou a tentativa de barrar a solenidade na Justiça.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

masculinidade

Documentário baiano propõe reflexão sobre masculinidades negras em “Pássaros Azuis”
Foto: Vinicius Cerqueira | Divulgação / Pássaros Azuis

Com uma proposta sensível, o documentário “Pássaros Azuis: O Universo Masculino é uma Gaiola” surge como um convite à reflexão sobre o que significa ser um homem negro na Bahia. A produção reúne relatos de cinco personagens que, a partir de suas vivências, expõem como o racismo e o machismo atravessam suas trajetórias pessoais e sociais.

 

Idealizado a partir de uma pesquisa acadêmica iniciada ainda na graduação, o projeto nasceu em sala de aula e foi amadurecendo até ganhar forma como obra audiovisual. À frente do documentário, o diretor Ítalo Araújo e o roteirista Vinicius Cerqueira conduzem a narrativa e a construção do projeto. “A gente começou a ter a ideia desse documentário, na verdade, numa disciplina chamada documentário na faculdade, em que a gente falava sobre masculinidades de uma forma geral”, conta Ítalo. “Mas, depois que a gente fez esse projeto, elaborou tudo direitinho, surgiu a oportunidade de inscrevê-lo na Lei Paulo Gustavo”, completa.

Dividido em três atos, o filme aposta em uma narrativa intimista, combinando depoimentos com dados de instituições como Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e Atlas da Violência. A proposta constrói um mosaico sobre a vivência urbana em Salvador, conectando histórias individuais a uma realidade coletiva.

 

 

Ao longo do processo, a escuta dos entrevistados foi essencial para aprofundar o debate. “Ser homem negro ainda é um grande problema, é um estigma. São tantas coisas que envolvem ser, simplesmente ser uma pessoa negra, que fica até um pouco complicado definir isso”, reflete o roteirista Vinicius Cerqueira.

 

A construção simbólica também é um dos pilares do documentário. Elementos como gaiolas e a cor azul ajudam a traduzir, de forma visual, as camadas que envolvem a identidade masculina. “Eu pensei: ‘poxa, vai ser isso, esse vai ser o símbolo’, vai ser o significado do conceito do documentário, do quanto os homens são presos em gaiolas, em estruturas que aprisionam esse comportamento”, explica Ítalo.

 

Já o título da obra carrega referências diretas do processo criativo dos realizadores. “O nome, ele vem de um poema de Bukowski, em que ele fala sobre a temática masculina”, detalha Vinicius. “Então juntou essas duas coisas […] nasceu isso, o Pássaros Azuis, de fato como ele é hoje”, acrescenta.

 

Entre os entrevistados estão o delegado Ricardo Amorim, o ator e afrochefe Jorge Washington, o gestor cultural Vagner Rocha, o criador do projeto Positivar Masculinidades, Tiago Azeviche, e o professor Bruno Santana, vozes que contribuem para ampliar o debate a partir de diferentes perspectivas.

 

As locações também desempenham papel fundamental na narrativa. Da Lagoa do Abaeté ao Centro Histórico, Salvador não é apenas cenário, mas parte ativa da construção do documentário, reforçando o vínculo entre território, identidade e experiência.

 

Mais do que um produto audiovisual, o projeto também impactou diretamente seus criadores. “É impossível passar ileso por esse processo, porque Pássaros Azuis me atravessou de diversas formas”, afirma Ítalo. “Ele me ensinou que é preciso desacelerar, entender que, por trás de cada dado […] existe uma história de silenciamento que precisa de tempo para ser contada”, conclui.

 

Existe o desejo de levar o documentário para grandes festivais do país, ampliando o alcance da obra e conectando a narrativa a diferentes públicos. “A gente tem sempre os nossos desejos, né? Eu acho que nos principais festivais do país, com certeza, a gente está começando a trabalhar, a gente que já finalizou o documentário no sentido de edição mesmo, já está pronto, vamos ter uma reunião em breve. Mas, a gente já trabalha com isso nessa parte de distribuição, para poder entender em quais festivais a gente consegue inscrever o documentário, para poder levar a mensagem para mais pessoas”, afirma Vinicius Cerqueira.

 

Ainda sem uma data oficial de estreia, os realizadores garantem que o projeto está em fase final e cada vez mais próximo de ser lançado ao público.

 

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Vitória ironiza 'desconstrução' de Tiago Iorc após lançamento de música existencial
Fotos: Divulgação

Após um longo período fora dos holofotes em mais um de seus "auto exílios", Tiago Iorc voltou à cena nesta quinta-feira (11), com “Masculinidade”, música com seis minutos de duração e letra existencialista (saiba mais).

 

A nova versão “desconstruída” do cantor, no entanto, parece não ter convencido uma das ex-pupilas do duo Anavitória, com quem Tiago teve um desentendimento num passado recente.

 

Em um storie em sua conta no Instagram, Vitória Falcão compartilhou um meme ironizando um tipo de homem conhecido popularmente como “esquerdomacho”.  "Fiquem tranquilas, mulheres! Eu já pintei as unhas, estou pronto para destruir a masculinidade tóxica", diz a publicação. 

 

 

A bronca entre Tiago Iorc e o Anavitória veio à público quando o duo revelou, durante uma live, que ele havia proibido que elas regravassem “Trevo (Tu)”, composta por ele em parceria com Ana Caetano (relembre). 

 

 

 

NOVO SINGLE DE TIAGO IORC

Com letra autobiográfica, a faixa “Masculinidade” é o primeiro primeiro trabalho do artista desde junho de 2020. A canção remonta um pouco das inquietudes do cantor e aborda temas como masculinidade tóxica, fama, superexposição, saúde mental, pornografia, amor, família e vaidade.
 

“Eu tava numa de ficar sumido / Dinheiro, fama, tudo resolvido/ Fingi que não mas na verdade eu ligo/ Eu me achava mó legal/ Queria ser uma unanimidade/ Eu quis provar minha virilidade/ Eu duvidei da minha validade/ Na insanidade virtual/ Eu cuido pra não ser muito sensível/ Homem não chora, homem isso e aquilo/ Aprendi a ser indestrutível/ Eu não sou real”, diz trecho da canção.

Tiago Iorc reaparece com música existencial sobre masculinidade tóxica, fama e depressão
Foto: Rafael Trindade / Divulgação

Após um período controverso de brigas públicas e vazamento de nudes, Tiago Iorc saiu do “autoexílio”, e reapareceu nas redes sociais, nesta quinta-feira (11), com um novo single autobiográfico e existencial de seis minutos de duração.

 

Com letra do próprio Iorc, a faixa “Masculinidade” é seu primeiro trabalho desde junho de 2020. A canção remonta um pouco das inquietudes do artista e aborda temas como masculinidade tóxica, fama, superexposição, saúde mental, pornografia, amor, família e vaidade.

 

“Eu tava numa de ficar sumido / Dinheiro, fama, tudo resolvido/ Fingi que não mas na verdade eu ligo/ Eu me achava mó legal/ Queria ser uma unanimidade/ Eu quis provar minha virilidade/ Eu duvidei da minha validade/ Na insanidade virtual/ Eu cuido pra não ser muito sensível/ Homem não chora, homem isso e aquilo/ Aprendi a ser indestrutível/ Eu não sou real”, diz trecho da música, que tem produção e arranjos de Iorc com a dupla Lux & Tróia.

 

O single ganhou ainda um videoclipe filmado em 2 de novembro deste ano, com direção do próprio Tiago, em parceria com Rafael Trindade. A produção é de Jéssica Lauriano.


 

Veja o clipe:

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Depois das eleições, o fogo amigo começou mais rápido do que eu imaginava. Enquanto isso, cada um se desobriga a ter coerência e vai tentar garantir o seu quinhão. Difícil tá a vida do Ferragamo, com o clima nos bastidores da prefeitura. Mas o lado do Cacique também não está tão tranquilo assim. E lógico que o primeiro alvo já foi definido. E nem o Correria escapa em Brasília. Já na Câmara, sobrou pra Mumu dizer amém pra Missa Filho. Só falta descobrir quanto tempo o clima de paz vai reinar. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Valdemar Costa Neto

Valdemar Costa Neto
Foto: Reprodução / CNN Brasil

"Não gostei".


Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior. 
 

Podcast

Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda

Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda
Foto: Projeto Prisma
O vereador de Salvador, Cezar Leite (PL), é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira (26). O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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