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O River Plate foi eliminado da Libertadores pelo Internacional na noite desta terça-feira (8) ao perder nos pênaltis por 9 a 8, após derrota por 2 a 1, no tempo normal. O técnico Martín Demichelis disse que ficou surpreso com a queda do time argentino no Beira-Rio.
"Os pênaltis foram um golpe duro. Havia uma esperança grande. O time trabalhou bem nos últimos meses, e agora estamos eliminados. É algo totalmente inesperado", declarou.
O River Plate havia vencido o primeiro duelo por 2 a 1, no Monumental de Núñez. Na partida desta terça, o Colorado abriu 2 a 0 no segundo tempo, mas o time argentino evitou a eliminação nos 90 minutos com o gol marcado por Rojas aos 47. Nas penalidades, o mesmo atleta desperdiçou a última cobrança dos visitantes, enquanto o goleiro Rochet estufou as redes para colocar a equipe brasileira nas quartas de final.
"Foi um confronto muito equilibrado. Por causa de Rochet, não conseguimos ampliar a vantagem em casa. O Inter foi melhor do que no primeiro jogo, muito mais equilibrado, com situações para os dois lados. Nos fizeram dois gols de bola parada, não defendemos bem", avaliou Demichelis.
O River Plate priorizava a Libertadores na atual temporada. Na primeira fase, a equipe havia se classificado na segunda colocação do Grupo D, atrás do Fluminense, ambos com 10 pontos, por causa do saldo de gols. Já o Inter vai enfrentar o Bolívar nas quartas de final. A Conmebol ainda vai divulgar a programação dos dois jogos do confronto.
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Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.