Artigos
Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste
Multimídia
Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
Entrevistas
VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
martin demichelis
O River Plate foi eliminado da Libertadores pelo Internacional na noite desta terça-feira (8) ao perder nos pênaltis por 9 a 8, após derrota por 2 a 1, no tempo normal. O técnico Martín Demichelis disse que ficou surpreso com a queda do time argentino no Beira-Rio.
"Os pênaltis foram um golpe duro. Havia uma esperança grande. O time trabalhou bem nos últimos meses, e agora estamos eliminados. É algo totalmente inesperado", declarou.
O River Plate havia vencido o primeiro duelo por 2 a 1, no Monumental de Núñez. Na partida desta terça, o Colorado abriu 2 a 0 no segundo tempo, mas o time argentino evitou a eliminação nos 90 minutos com o gol marcado por Rojas aos 47. Nas penalidades, o mesmo atleta desperdiçou a última cobrança dos visitantes, enquanto o goleiro Rochet estufou as redes para colocar a equipe brasileira nas quartas de final.
"Foi um confronto muito equilibrado. Por causa de Rochet, não conseguimos ampliar a vantagem em casa. O Inter foi melhor do que no primeiro jogo, muito mais equilibrado, com situações para os dois lados. Nos fizeram dois gols de bola parada, não defendemos bem", avaliou Demichelis.
O River Plate priorizava a Libertadores na atual temporada. Na primeira fase, a equipe havia se classificado na segunda colocação do Grupo D, atrás do Fluminense, ambos com 10 pontos, por causa do saldo de gols. Já o Inter vai enfrentar o Bolívar nas quartas de final. A Conmebol ainda vai divulgar a programação dos dois jogos do confronto.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.