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marivalda da silva
A advogada, sindicalista e ex-vereadora Marivalda da Silva foi confirmada como candidata à prefeitura de Candeias, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). A convenção que referendou o nome dela ocorreu na noite desta sexta-feira (2) e contou com a presença do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e lideranças politicas do estado.
Marivalda da Silva vai representar a coligação "Candeias pode mais" (PT, PSD, PSB, PC do B, PV, PMN, Rede, Psol, Agir e Republicanos). Ao falar da candidata, o governador destacou a força da ex-vereadora como líder política da cidade e a luta dela pela população de Candeias. “Marivalda é a candidata que carrega a esperança do povo. É a candidata que vai fazer Candeias voltar a sorrir”, disse Jerônimo.
No discurso, Marivalda agradeceu as palavras do governador e se lembrou, com emoção, da sua história de luta em Candeias. “Desde 2008, estamos à frente do governo público de alguma forma. Em 2008, obtive uma votação histórica para uma mulher vereadora com 2.416 votos. De lá pra cá trabalhamos diuturnamente, incomodando quem não trabalha, quem não quer dialogar com o povo. Eles retiraram a gente do Paço Municipal de forma rasteira e criminosa, achando que isso calaria a nossa voz. Mas foi o contrário, o povo nos apoiou, e é por isso que hoje todas as pesquisas apontam nosso nome na liderança”, afirmou.
Outro que participou da convenção foi o deputado federal Pastor sargento Isidório (Avante) que destacou a luta de Marivalda, desde quando foi diretora da ONG Fundação Dr. Jesus, tocada por ele. O evento ainda contou com a presença da presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT-BA), Maria Madalena Oliveira.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Otto Alencar
"A única observação feita pelo senador foi que, historicamente, as chamadas chapas ‘puro-sangue’ não obtiveram êxito eleitoral".
Disse o senador Otto Alencar (PSD) ao criticar a possibilidade de formação de uma “chapa puro-sangue” do PT na Bahia e fez referência ao histórico eleitoral desse tipo de composição, citando as eleições de 2006, quando uma chapa majoritária ligada ao carlismo acabou derrotada.