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mariana alves gadelha pereira
A defesa da influenciadora digital Mariana Alves Gadelha Pereira, conhecida como Malévola, se pronunciou após a prisão da brasileira no Egito na última terça-feira (20), por "comportamento obsceno" e gestos de cunho sexual.
De acordo com a equipe da influenciadora, o caso está sendo acompanhado com prioridade e as medidas necessárias estão sendo tomadas. Os advogados de Malévola ainda garantiram ter entrado em contato com a Embaixada do Brasil no Cairo para acompanhar o caso.
"A assessoria de imprensa de Malévola (Mariana Alves Gadelha Pereira) informa que a defesa da influenciadora já está em contato com a Embaixada do Brasil no Cairo e com as autoridades competentes para acompanhar o caso e assegurar que seus direitos e sua integridade física sejam respeitados. O caso está sendo acompanhado com prioridade e as medidas necessárias estão sendo tomadas. Pedimos cautela na divulgação de informações não confirmadas."
O Ministério do Interior egípcio afirmou que Malévola e a amiga foram identificadas após uma investigação dos vídeos que circulam nas redes sociais, nos quais, as brasileiras interagem com egípcios, beijando e apalpando homens dentro de um carro e na rua.
A dupla foi detida na província de Alexandria, a cerca de 200 km de Cairo, capital do Egito. "Ao serem interrogadas, as mulheres confessaram os atos, admitindo que gravaram as imagens e as publicaram em suas redes sociais com o objetivo de aumentar o número de visualizações. As medidas legais foram tomadas e o Ministério Público assumiu a condução da investigação."
Tanto Malévola quanto a amiga tiveram o passaporte apreendido.
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Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Todo mundo vai poder dar o seu caneco".
Disse o candidato Flávio Bolsonaro, em entrevista para as redes sociais do influenciador Rico Melquíades, ao indicar que não irá perseguir homossexuais nem retirar direitos da comunidade LGBTQIA+. Segundo Flávio, as pessoas poderão “dar o caneco” à vontade em um eventual governo dele.