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Artigos

Wenceslau Júnior
A crise nos preços do cacau e os caminhos possíveis
Foto: Eduardo Mafra/ Divulgação

A crise nos preços do cacau e os caminhos possíveis

Em 2025, o preço da amêndoa do cacau alcançou recordes históricos, alimentando expectativas de um período mais favorável para os produtores. No entanto, como quase sempre acontece nesse mercado, a euforia durou pouco. A principal razão para a alta foi a escassez do produto, provocada por problemas na produção africana. Bastou uma recomposição parcial dessa produção para que, ainda no final do mesmo ano, os preços começassem a despencar.

Multimídia

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
O secretário municipal de Desenvolvimento e Urbanismo, Sosthenes Macedo, afirmou, nesta segunda-feira (26) durante o Projeto prisma, Podcast do Bahia Notícias, que a Sedur vai priorizar eficiência, atração de investimentos e desenvolvimento urbano com impacto social, mesmo diante das críticas da oposição sobre espigões e áreas verdes em Salvador.

Entrevistas

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
Foto: Fernando Vivas/GOVBA
Florence foi eleito a Câmara dos Deputados pela primeira vez em 2010, tendo assumido quatro legislaturas em Brasília, desde então.

maria joao amado

Neta de Jorge Amado lançará livro infantil em evento no Rio Vermelho
Fotos: Divulgação

A escritora Maria João Amado, neta de Jorge Amado, lança neste domingo (18), em Salvador, o livro infantil “A Triste História de Adamastor”. O evento acontece a partir das 14h30, na Casa do Rio Vermelho, antiga residência do autor baiano, com entrada gratuita.

 

A obra chega ao público em uma microedição independente, com tiragem limitada a 100 exemplares. Voltado ao público infantil, o livro constrói uma narrativa que combina humor, mistério e delicadeza ao abordar uma tragédia doméstica a partir do ponto de vista de personagens não humanos.

 

Com linguagem acessível e diferentes camadas de leitura, “A Triste História de Adamastor” se propõe a dialogar também com leitores adultos, ampliando os sentidos da história ao longo da trama.

 


Foto: Divulgação

 

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Para professora, obra de Zélia Gattai traz reflexões sobre o incentivo à escrita feminina
Professora Jailma Pedreira | Foto: Ailma Teixeira / Bahia Notícias
Com o centenário de Zélia Gattai em julho deste ano, a Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica) homenageou a escritora baiana com a mesa "100 anos de Zélia Gattai", apresentada pela professora Jailma Pedreira e pela diretora da Casa e Museu Jorge Amado, além de neta do casal, Maria João Amado. "Pra mim, é uma honra e eu tenho isso como um dever. Eu trabalho com a comunicação do memorial do Rio Vermelho e me sinto feliz, honrada de poder, no meu trabalho, homenagear, honrar e dar oportunidade para as pessoas conhecerem essa pessoa incrível que é minha avó", declara Maria, em entrevista ao Bahia Notícias, na noite desta quinta-feira (13). A diretora participou contando histórias compartilhadas com a avó, sobre o início do processo de escrita de Zélia, da relação dela com o marido, Jorge Amado, entre outras coisas.
 
Jailma, por outro lado, contribuiu com um paralelo sobre a importância da obra da homenageada - que começou a escrever já depois dos 40 anos - para a produção literária feminina no Brasil. "A Zélia nos leva a pensar as condições de escrita e de leitura para as mulheres, ainda nos tempos atuais. Muita coisa mudou, mas ela ainda nos leva a pensar, por exemplo, políticas públicas pra que a mulher se torne escritora, pra que a mulher tenha acesso a livros de escritores e de escritoras", analisa Jailma, que é professora de Letras no campus de Alagoinhas da Universidade do Estado da Bahia (Uneb). A professora ressalta que sem esse apoio, esse incentivo público, as autoras precisam ser as principais divulgadoras de suas obras, já que muitas não conseguem chegar às livrarias. "Você não encontra os textos nos arquivos, nas prateleiras, nas bibliotecas e aí, novamente eu pergunto, cadê as políticas públicas?", questiona. A professora entende que Zélia, enquanto dona de casa, é um exemplo para que tantas mulheres na mesma situação possam começar a ler, a escrever e se expressar também através da literatura.



Neta de Zélia Gattai, Maria João Amado compôs a mesa | Foto: Ailma Teixeira / Bahia Notícias

Com ideias afins, Maria João ressalta ainda o tipo de escrita da avó, que torna sua obra ainda mais relevante, tanto para as mulheres quanto para o conhecimento da história do Brasil. "Por ser memorialista, ela traz a história do desenvolvimento do país no século XX. Ela nasceu em São Paulo, em 1916, mas São Paulo ainda era uma cidade pequena, então, através das memórias dela, a gente tem uma facilidade de entender a história do século XX", conclui.
Aberto há 8 meses, Memorial terá festival em homenagem a aniversário de Jorge Amado
Foto: Jamile Amine / Bahia Notícias
A casa bucólica situada no bairro do Rio Vermelho, onde viveram Jorge Amado e Zélia Gattai, sempre foi ponto de encontro para todas as artes. O local reuniu grandes nomes da cultura, como Pablo Neruda, João Ubaldo Ribeiro, Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Caetano Veloso e Maria Bethânia, Mestre Pastinha, Riachão, Dorival Caymmi e até o casal francês Jean Paul Sartre e Simone de Beauvoir. Reaberta como memorial em novembro de 2014, a Casa do Rio Vermelho hoje funciona de terça-feira a domingo, das 10h às 17h, e conta com um acervo de fotos, vídeos e objetos pessoais que ajudam o público a conhecer não só a obra, mas o homem Jorge Amado, seus gostos, sua história, amigos e costumes.
 

Objetos pessoais ajudam o público a conhecer os gostos e hábitos de Jorge Amado | Foto: Jamile Amine / Bahia Notícias

A casa é toda autoexplicativa, mas aqueles que sintam necessidade podem recorrer aos monitores. “Nesse primeiro momento a gente botou em exposição as obras que imaginou serem as mais importantes, as mais bonitas, as que têm um apelo maior, porque as pessoas têm mais interesse de ver, mas ainda tem muita coisa guardada”, conta Maria João Amado, coordenadora de comunicação do memorial e neta de Zélia e Jorge, para explicar o processo de escolha da mostra, que tem curadoria de Gringo Cardia.  “Quando você fala de Jorge Amado tudo é muito. A gente não tem dois ou três de nada. Quando você fala de fotografia são 60 mil negativos, quando fala de arte popular são mais de dois mil itens”, acrescenta Maria João, sem descartar a possibilidade de fazer modificações no acervo, a longo prazo.
 

Fotografias fazem parte de um acervo de mais de 60 mil negativos  | Foto: Jamile Amine / Bahia Notícias
 
Os familiares do escritor consideram o memorial uma realização, já que era um sonho de Zélia Gattai. “Para nós é uma alegria por dois motivos. O mais importante deles é porque era um sonho da minha vó, que se realizou. Infelizmente, ela não viveu pra ver pronto. Mas ver esse sonho realizado é uma realização pra todos nós da família. E também é uma forma da gente devolver pra cidade tudo que sempre foi dado a nós em matéria de amor, carinho, de reconhecimento à obra de Jorge. Na primeira semana que abriu eu sentei num banquinho lá embaixo e fiquei sozinha, só olhando. Estava muito cheia a casa, as pessoas passando e olhando, e eu fiquei sentada pensando: “É vó, conseguimos!”, conta Maria João, que cresceu naquele lugar, subindo em todas árvores. “Subia aqui e disputava os jambos com os micos”, lembra.
 

Neta de Jorge Amado e Zélia Gattai, Maria João cresceu na casa que hoje é Memorial | Foto: Jamile Amine / Bahia Notícias
 
Se no passado o espaço abrigava a família e os amigos do casal, desde sua abertura a casa já recebeu mais de 7 mil pessoas, dos mais variados tipos. “É engraçado que o nosso público é completamente diverso. Outro dia numa entrevista me perguntaram qual era o público da casa e eu disse: ‘geralmente gente que respira’. Porque eu tenho o idoso, criança, tenho classe A, C, D. Tenho todo tipo de público na casa, porque Jorge Amado é um autor que está no imaginário coletivo. Então, mesmo quem nunca leu, conhece. Qualquer menina brejeira, bonita, bota uma flor no cabelo, e é Gabriela. Qualquer menina de 12 ou 13 anos, tira uma foto abraçada com dois amigos e bota ‘Dona Flor e Seus Dois Maridos’. Eu tenho desde estudiosos, ao visitante acidental, como chamo aquele que pergunta o que tem de bom para fazer na cidade e vem parar aqui sem saber muito bem o que é que vai encontrar. Tenho também o visitante que conhece Jorge Amado de novela da Globo, então, o meu público é muito diverso”, explica Maria João, acrescentando ainda que o espaço tem cumprido se papel, de fazer com que as pessoas conheçam o homem e sintam vontade de mergulhar na obra de Jorge Amado.
 

Público pode visitar o local onde Jorge Amado escrevia suas obras | Foto: Jamile Amine
 
Apesar de propagada a ideia de que os baianos e soteropolitanos não são o público prioritário do espaço, a coordenadora explica que esta não é uma realidade absoluta. “Olha, essa informação de que o baiano tem visitado menos que o turista eu não confirmo ela não. Agora no mês de julho, especificamente, isso tem acontecido, mas por uma razão simples, a gente já está de volta às aulas e o pessoal do sul está de férias”, explica Maria João, ressaltando que o público local tem fugido do padrão “normal”. “O baiano tem vindo e tem voltado. Porque ele vem, gosta, e sempre que tem alguém de fora, volta pra trazer. A gente está tendo, principalmente nos fins de semana, uma visitação muito legal. As famílias em Salvador eu sinto que elas estão modificando hábitos, procurando sair dos shoppings centers e voltando a ocupar a cidade. E eu vejo a visita à casa como uma forma dessa ocupação”, conta a gestora, acrescentando que, por ser uma casa, o espaço não pode abrigar um público grande demais, já que desta forma haveria uma “visita predatória”. “Na verdade a gente quando abriu não tinha muito como mensurar, mas a forma como estão acontecendo as visitas, vemos como a forma que tem que ser mesmo. A gente não tinha uma expectativa a princípio de um número, mas do jeito que está sendo está muito bom”, afirma, acrescentando que além dos visitantes eventuais, o espaço conta ainda com um convênio firmado entre escolas públicas municipais e estaduais, que promove, mediante agendamento prévio, visitas regulares e gratuitas de grupos de alunos. 
 

O engenheiro baiano José Roberto Batista aproveitou a manhã livre para conhecer a Casa do Rio Vermelho e "mergulhar na baianidade de Jorge Amado" | Foto: Jamile Amine / Bahia Notícias
 
Eventos
 
Durante os oito meses em atividade, o espaço recebeu alguns eventos, mas segundo Maria João, esta não é ainda uma prioridade. “A gente já teve alguns coquetéis aqui, mas a casa ainda é uma novidade, ainda é tão encantadora, que por enquanto a gente segura um pouco, a gente ainda está começando neste sentido”, diz a coordenadora de comunicação, revelando, no entanto, que em agosto a Casa do Rio Vermelho contará com uma programação especial em comemoração ao aniversário de Jorge Amado. “A gente vai fazer o Festival Agosto Amado, com 31 dias de Jorge. E nesse festival vamos ter diversas atividades, recital, música ao vivo, atores pela casa, concurso fotográfico. Todos os dias do mês de agosto vai ter alguma coisa diferente. Se não for fisicamente na casa, é através da internet, pela nossa fanpage no Facebook, que será atualizada todos os dias. Vamos disponibilizar vídeos durante os 31 dias de agosto, feitos por pessoas da sociedade, formadores de opinião, fãs, pessoas do povo, falando da importância de Jorge Amado”, explica a neta do escritor, acrescentando ainda que no dia 10 de agosto, data do aniversário de Jorge, a casa será aberta excepcionalmente das 14h às 20h, para uma homenagem que contará com a música do maestro Ulisses Castro e  Guida Moura, além de Marcelo Prado fazendo leituras de trechos escritos por Jorge Amado. Para o próximo ano está programada também uma programação especial para o aniversário de cem anos de Zélia Gattai. “A gente já está fazendo o selo do centenário e a gente vai fazer algumas coisas, dentre elas um filme. Não é da Fundação [Fundação Casa de Jorge Amado], a diretora é Carla Laudari. Será um documentário falando de Zélia. Então, as comemorações do centenário já estão sendo gestadas”, revela Maria João.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O ditado já indicava a verdade pro Cavalo do Cão e pra Coronel Card, mas ninguém quis ouvir. Inclusive, será que alguém foi pedir conselho pra Baixixa? A grande pergunta é o que vai restar de natural pra essas eleições. E a nova moda já está colocada. Se continuar desse jeito, daqui a pouco só vai ter campanha virtual mesmo. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Janja da Silva

Janja da Silva
Foto: Reprodução Redes Sociais


"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".

 

Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país. 
 

Podcast

Presidente da Câmara de Salvador, Carlos Muniz é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira

Presidente da Câmara de Salvador, Carlos Muniz é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira
Presidente da Câmara de Vereadores de Salvador, Carlos Muniz é o entrevista do Projeto Prisma nesta segunda-feira (9). O programa é transmitido a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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