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maria clara aquino damasceno
A escritora Maria Clara Aquino Damasceno, natural de Euclides da Cunha, no Nordeste baiano, foi selecionada entre os dez finalistas do 7º Prêmio Mix Literário, o mais importante do país dedicado à literatura LGBTQIA+. A indicação veio pelo romance “Transpirar anzóis em vastos desertos”, publicado pela editora Urutau.
Segundo o site Retratos e Fatos, a premiação integra a programação do Festival Mix Brasil da Cultura da Diversidade, evento nacional voltado à representatividade e à produção artística queer. Além do troféu, a obra vencedora também recebe premiação em dinheiro. Maria Clara celebrou a conquista nas redes e destacou a importância simbólica do reconhecimento.
“Estar finalista entre autores incríveis com um júri incrível já é uma vitória íntima e cheia de significado”, afirmou. Para a autora, a trajetória trilhada representa a resistência de produzir literatura no país e reforça o propósito do prêmio, que é dar visibilidade às vivências queer e LGBTQIA+.
Segundo o Festival Mix Brasil, os finalistas foram escolhidos pelo impacto das obras na construção de novos olhares sobre diversidade. A organização ressaltou o alto nível das inscrições e o fortalecimento da produção literária de autoria queer no Brasil.
Maria Clara também escreveu “Húmus” e “Ao caramujo um jeito esquerdo”. Caso conquiste o primeiro lugar, seu romance será reconhecido como a melhor publicação literária queer do ano. O anúncio da obra vencedora está marcado para 23 de novembro, durante cerimônia na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo (SP).
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Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).