Artigos
Brincadeiras da infância como alternativa ao excesso de telas nas férias
Multimídia
André Fraga destaca importância da COP30 e explica papel do Brasil no debate climático global
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
marcus presidio
O conselheiro Marcus Presídio, se despediu, nesta terça-feira (6), da presidência do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) por dois mandatos consecutivos desde 2022. Em cerimônia realizada no auditório Conselheiro Lafayette Pondé, no segundo andar do edifício-sede da Corte de Contas, ele relembrou a trajetória na liderança da Mesa Diretora e celebrou o cargo de vice-presidência que deve ocupar no biênio de 2025/2026.
Em seu discurso, Presídio relembrou a atuação do órgão e seu caráter regulatório: “Em vez de simplesmente consignar a falha e impor a penalidade, também é previsível e, talvez, mais fácil. Este tribunal escolheu ir além. Tratou o caso com a mesma prioridade e necessidade reservadas a grandes impedimentos, reafirmando que a relevância do controle não se mede pelo problema da obra, mas pelo impacto real da política pública na vida das pessoas”, destacou.
O conselheiro completa que “ao optar por outro caminho, compreendeu que a mera reposição financeira não substitui a concretização de direitos da comunidade local”. “É nisso que é por isso trabalhei nesses últimos quatro anos. Agora, encerrada esta missão, permita-me voltar o olhar à base de tudo que eu sou, minha família.”, afirma Marcus antes de se referir aos familiares para o agradecimento.
“E com especial emoção, volto meu pensamento aos meus pais, que já não estão aqui, mas cuja memória me acompanha todos os dias. Sei que a educação, a retidão e o senso de responsabilidade que me transmitiram, seguem aqui e foram fundamentais para o que honrasse a missão”, disse o gestor.
A saída de Marcus Presídio na presidência marca a posse da nova Mesa Diretora do Tribunal de Contas da Bahia, eleita em dezembro de 2025. Escolhida por votação unânime, a nova Mesa é composta pelos conselheiros Gildásio Penedo Filho (presidente), Marcus Presidio (vice-presidente) e Carolina Matos (corregedora).
A Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) concedeu a Comenda 2 de Julho, sua mais alta honraria, ao presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-BA), Marcus Presidio. A cerimônia ocorreu na manhã desta quinta-feira (18), em sessão especial no Plenário Orlando Spínola, proposta pelo deputado Marcelinho Veiga (União) e conduzida pela presidente da Casa, deputada Ivana Bastos (PSD).
Diante de autoridades civis e militares, Presidio foi recebido com aplausos calorosos ao retornar ao Legislativo, onde iniciou sua trajetória no serviço público aos 15 anos e atuou por mais de três décadas, chegando à Superintendência de Administração e Finanças.
“Cada função que assumiu foi uma lição, um aprendizado que o moldou como profissional e, para além disso, como cidadão comprometido com o serviço público e com o futuro da Bahia”, afirmou Ivana Bastos em discurso.
O deputado Marcelinho Veiga destacou que a condecoração vai além da carreira institucional. “Em quase sete anos de mandato, esta é a segunda comenda que entrego, porque só a concedo quando tenho convicção de que o Estado da Bahia está homenageando quem realmente merece”, disse.
Em pronunciamento, Marcus Presidio relembrou sua trajetória e dedicou a homenagem aos pais, Fernando e Suzana, e à família. Ele recordou uma lição transmitida por Luís Eduardo Magalhães, ex-presidente da AL-BA: “Ele me ensinou a nunca sentir vergonha de fazer nada nesta vida com dignidade”, relatou.
O conselheiro também ressaltou a importância do trabalho coletivo. “Nenhum projeto, inovação ou conquista teria sido possível sem o apoio irrestrito de cada um de vocês. A história que escrevemos é fruto de um esforço coletivo”, afirmou.
A cerimônia contou ainda com homenagem do médium e fundador da Cidade da Luz, José Medrado, amigo da família do homenageado, cuja fala emocionou Presidio e parte do público.
Compuseram a mesa de honra, além de Ivana Bastos e Marcelinho Veiga, o vice-governador Geraldo Júnior (MDB), representando o governador Jerônimo Rodrigues (PT); o conselheiro do CNJ, José Edivaldo Rocha Rotondano; o procurador-geral do MP-BA, Pedro Maia; o presidente do TRE-BA, Abelardo Paulo da Matta Neto; a defensora pública geral do Estado, Camila Canário; o presidente do TCM-BA, Francisco Netto; o procurador-geral da OAB-BA, Rafael Mattos, representando Daniela Borges; e o presidente da UPB, Wilson Cardoso.
O presidente do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA), Marcus Presídio, explicou o imbróglio envolvendo a vaga de conselheiro aberta após a morte de Pedro Lino, em setembro de 2024. Em entrevista ao podcast Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (1º), o presidente comentou sobre o processo no Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir que a cadeira deixada por Lino seja ocupada por um auditor substituto.
Segundo Presídio, há um Projeto de Lei na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) para criar o cargo de auditor fiscal substituto no TCE-BA. Para o presidente, a proposta deve avançar na Casa após a definição do STF sobre a cadeira de conselheiro.
“Ele [Lino] era, de fato, auditor de carreira. Obviamente, é muito claro, a vaga deve ser ocupada por um auditor substituto. Acontece que no estado na Bahia nós não temos ainda entre os cargos a figura do auditor substituto. Então estamos com um projeto, atendendo uma determinação judicial da ministra Carmen Lúcia, que está na AL-BA para poder criar a vaga do auditor substituo. Está sob judice para a decisão final do Supremo se o governador poderá indicar pelo fato de não ter o auditor substituto ou a vaga vai ter que aguardar”, disse Presídio.
No STF, há uma ação movida pela Associação Nacional dos Ministros e Conselheiros Substitutos dos Tribunais de Contas (Audicon) para definir o destino da vaga deixada por Pedro Lino (1950-2024). A Audicon moveu o processo por entender que a vaga deixada por Lino deve pertencer a um auditor da Corte, visto que o ex-conselheiro, segundo eles, ocupava o cargo de Conselheiro Substituto, o qual é de prerrogativa da categoria.
No momento, vigora uma decisão liminar monocrática do relator do processo, o ministro Dias Toffoli. Em fevereiro deste ano, o magistrado determinou a suspensão de nomeações de conselheiros do TCE-BA até que o processo movido pela Audicon seja finalizado.
Confira a entrevista:
O presidente do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA), o conselheiro Marcus Presídio, fez uma avaliação da saúde financeira da gestão do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Em entrevista ao podcast Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (1º), o presidente foi questionado sobre os pedidos de empréstimos do governo, que somam mais de R$ 23 bilhões, e ressaltou que a gestão estadual tem atuado dentro da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Questionado sobre a saúde financeira do Estado, Presídio reforçou que o TCE-BA realiza auditorias quadrimestralmente para analisar as contas da gestão estadual. Ao Prisma, o presidente da entidade afirmou que o governo estadual tem mantido o balanço financeiro sob “total controle”.
“A cada quatro meses nós auditamos a questão dos índices relativos à Lei de Responsabilidade Fiscal. O que posso lhe afirmar é que o Estado vem cumprindo regularmente a questão dos índices apontados pela Lei de Responsabilidade Fiscal, isso nós provamos com auditorias específicas para isso, são técnicos designados apenas para essas auditorias. Então o nível de endividamento hoje do Estado está de uma forma que atende tranquilamente a Lei de Responsabilidade Fiscal. Hoje, a saúde financeira do Estado, através de nossas auditorias, está sob total controle”, avaliou Presídio.
Questionado sobre os empréstimos do governador, o presidente evitou politizar o tema e afirmou que o TCE-BA acompanha as solicitações de concessão de crédito “em tempo real”.
“Acompanhamos em tempo real esses pedidos de empréstimo. Hoje o Estado da Bahia atende fielmente aos índices que a Lei Responsabilidade Fiscal apresenta. Não posso falar do uso político das informações. Nós, dos tribunais de contas, somos órgãos técnicos, independentes, e apolíticos. Então, cada pessoa usa a informação do jeito que quer porque faz parte do jogo político”, disse o conselheiro.
Confira a entrevista:
Deputados estaduais da bancada de Oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) foram recebidos, nesta segunda-feira (20), pelo presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-BA), conselheiro Marcus Presídio, para uma reunião onde apontaram o descumprimento do Governo do Estado na execução de emendas impositivas.
“A gente foi levar os apontamentos e denunciar que o governo vem, flagrantemente, ao longo dos anos, descumprindo a peça orçamentária que é aprovada na Assembleia Legislativa pelos deputados. O ex-governador Rui Costa, por exemplo, passou oito anos no cargo e nunca cumpriu o pagamento das emendas. O governo que agora está aí também não obedece o que diz a legislação”, relata Alan Sanches (União), líder da bancada.
Embora não tenha poder de lei para obrigar o Executivo a cumprir as emendas previstas no orçamento, o TCE tem feito ressalvas gravíssimas nas auditorias técnicas sobre a prática à revelia da lei.
Participaram da reunião no TCE, além de Alan Sanches, os deputados Sandro Régis (União), Samuel Júnior (Republicanos), Tiago Correia (PSDB), José de Arimateia (Republicanos), Jordávio Ramos (PSDB) e Pablo Roberto (PSDB).
Em 2023, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) aprovada na AL-BA aumentou de 0,33% para 1% o valor destinado às emendas impositivas. O percentual é calculado com base na Receita Corrente Líquida (RCL) realizada no exercício anterior.
A matéria previu que a alteração fosse escalonada, sendo 0,7% em 2024 e finalmente 1% em 2025. Todavia, os percentuais acertados não são executados em sua integralidade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Donald Trump
"Entendo que ela virá na próxima semana e estou ansioso para cumprimentá-la".
Disse o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump ao afirmar que deve se reunir com a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, na próxima semana, em Washington.