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O vereador Sandro Filho (PP) se envolveu em uma confusão com militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), durante um ato realizado em Salvador, nesta quarta-feira (15). Enquanto o edil denuncia ter sido agredido, militantes alegam que Sandro Filho teria iniciado a confusão ao jogar objetos contra os manifestantes.
O episódio ocorreu nas proximidades do Centro Administrativo da Bahia (CAB), onde integrantes do movimento estariam concentrados e abrigados em um prédio público. O verador acusa os manifestantes de destruirem um veículo oficial da Câmara Municipal de Salvador (CMS), de uso do seu mandato.
“Fui agredido no exercício do meu mandato, em um ato que deveria ser democrático. O que vimos foi violência, depredação de patrimônio público e intimidação. Isso não é manifestação legítima, é ação organizada que precisa ser tratada com o rigor da lei. O MST é uma organização terrorista”, declarou.
Segundo o vereador, ele foi atingido em meio à confusão e sofreu escoriações leves. Vídeos gravados no local mostra as condições do veículo e como a confusão teria sido iniciada na CAB, com o edil, aparentemente, arremessando um objeto contra os manifestantes.
Integrantes do MST estão há dias realizando Marcha Estadual pela Reforma Agrária, que segue em direção a Salvador após saída de Feira de Santana.
De acordo com informações registradas no local, a presença de manifestantes ocupando uma das faixas da BR-324 tem provocado lentidão no trânsito no sentido da capital baiana, especialmente no início da manhã.
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Luciano Sandes
"De início, informa que recebeu com surpresa a operação realizada na data de ontem, que o incluiu como um dos alvos. Apesar disso, mantém serenidade e a confiança de que, ao final das apurações, todos os fatos serão esclarecidos e que sua inocência restará demonstrada".
Disse o ex-secretário municipal de Articulação Comunitária e Prefeituras-Bairro, Luciano Sandes, se pronunciou pela primeira vez após ser alvo da operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Bahia (MP-BA).