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marceneiro preso
O marceneiro preso por suspeita de dopar clientes em Itabuna, no Sul, é investigado por roubar pelo menos R$ 60 mil das vítimas. A informação foi confirmada nesta terça-feira (1°) pelo delegado Lucas Pedra, titular da Delegacia de Furtos e Roubos da cidade.
Segundo a TV Santa Cruz, quatro pessoas afirmam ter sido vítimas de Carlos Henrique Rosa dos Santos, de 23 anos. Segundo os relatos, o marceneiro teria oferecido líquidos e alimentos "batizados" às vítimas, que ficaram dopadas. Em seguida, ele teria acessado aplicativos bancários e realizado transferências.
Até o momento, três inquéritos foram instaurados, e uma quarta denúncia também está sendo apurada.
Carlos Henrique está preso no Conjunto Penal de Itabuna e passou por um novo interrogatório nesta segunda-feira (31). Segundo o delegado, o suspeito confessou a prática de dois crimes. Durante o interrogatório, o acusado também afirmou que usava um medicamento para dopar as vítimas. A versão, no entanto, ainda será confrontada com os laudos toxicológicos.
De acordo com os relatos apresentados à polícia, o suspeito utilizava um mesmo modo de agir. Primeiro, conquistava a confiança das vítimas e depois oferecia uma bebida ou um lanche. Após consumir o produto, a pessoa ficava dopada.
Ainda segundo a emissora, uma das vítimas precisou ser internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) depois de consumir um alimento oferecido pelo suspeito.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Camilla Batista
"Falta vontade política".
Disse a secretária Estadual de Políticas para as Mulheres, Camilla Batista ao comentar a destinação de recursos para a prevenção e o combate à violência contra a mulher esbarra, muitas vezes, na ausência de prioridade dos gestores municipais. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, a secretária foi categórica ao apontar a "falta de vontade política" e usou a capital baiana como exemplo de lacuna na rede de proteção.