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marcelo cruz
O treinador Marcelo Cruz se pronunciou pela primeira vez sobre a morte do fisiculturista e influenciador Gabriel Ganley, encontrado morto no último dia 23 de maio, aos 22 anos, em seu apartamento, na Mooca, em São Paulo. Em vídeo publicado nas redes sociais neste sábado (13), o profissional afirmou que precisou de um período para processar a perda e disse carregar "muitos questionamentos" desde o falecimento do atleta.
Responsável pela elaboração da dieta e dos protocolos hormonais de Ganley, Marcelo passou a ser alvo de críticas nas redes sociais após a morte do influenciador. Ex-atletas relataram experiências negativas sob sua orientação e questionaram os métodos utilizados durante as preparações físicas.
No pronunciamento, o treinador relembrou a relação construída com o atleta e afirmou que os dois compartilhavam uma rotina próxima de treinos e conversas. "O Ganley teve um significado muito especial na minha vida. A partida dele me deixou um vazio enorme. Desde então, os meus dias não são mais os mesmos", declarou.
Marcelo também revelou que tem refletido sobre a possibilidade de ter feito algo diferente para evitar a tragédia. "Muitas vezes me pego pensando se poderia ter alertado mais, cuidado mais, percebido algo antes, estado mais perto. Mas, no fundo, sei o quanto me preocupei. Tivemos muitas conversas e momentos de orientação. Sempre desejei o melhor para ele e que realizasse todos os seus sonhos", afirmou.
Sem mencionar diretamente as críticas recebidas, o treinador comentou as especulações envolvendo seu nome e disse que "ninguém conhece a história que vivemos, os momentos que compartilhamos, as viagens e os treinos".
Marcelo ainda prestou solidariedade à mãe de Gabriel, Clarice, e aos familiares do atleta, pedindo que os seguidores continuem enviando orações e apoio à família. "Descanse em paz, Ganley", encerrou.
Gabriel Ganley foi encontrado morto em 23 de maio. De acordo com o atestado de óbito, a causa da morte foi uma cardiomiopatia hipertrófica, doença que provoca o espessamento do músculo cardíaco e dificulta o bombeamento de sangue. A condição pode ser agravada pelo uso de anabolizantes, segundo especialistas.
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Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.