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manoel sousa
O desempenho brasileiro no UFC Vegas 114, realizado no sábado (14), teve resultados alternados. O país terminou o evento com três vitórias e três derrotas, em lutas marcadas por confrontos equilibrados e pela participação de atletas em ascensão no MMA nacional.
Um dos destaques da noite foi Manoel Sousa, que chamou atenção após sua atuação no card. Apesar do revés inicial do Brasil no evento, a equipe reagiu ao longo das lutas.
A primeira derrota veio com Luan Lacerda, superado pelo espanhol Hecher Sosa por decisão unânime dos juízes. Na sequência, o Brasil conquistou o primeiro triunfo da noite com Bia Mesquita, que finalizou a mexicana Montse Rendon ainda no primeiro round, utilizando sua experiência no jiu-jitsu.
Depois disso, os brasileiros voltaram a vencer. Manoel Sousa saiu com o resultado positivo em sua luta, enquanto Vitor Petrino derrotou o norte-americano Steven Asplund por decisão unânime dos juízes.
Já na abertura do card principal, Bruno Silva, conhecido como “Bulldog”, acabou derrotado pelo lutador da casa Charles Johnson, deixando o retrospecto brasileiro no evento em três vitórias e duas derrotas naquele momento.
A última luta envolvendo atletas do país ocorreu no confronto co-principal da noite. A brasileira Amanda Lemos foi superada pela canadense Gillian Robertson, encerrando a participação do Brasil no evento com campanha equilibrada.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.