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manipulacao de apostas esportivas
O atacante Bruno Henrique, do Flamengo, começou a ser julgado nesta quarta-feira (4) pela Primeira Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O jogador respondeu por manipulação de resultado envolvendo apostas esportivas e foi considerado culpado no Art. 243-A do CBJD. Por conta do resultado, o camisa 27 da Gávea deverá cumprir 12 jogos de suspensão, além do pagamento de uma multa de R$60 mil. A decisão ainda cabe recurso.
A votação terminou com 4 votos a favor da condenação do atleta no STJD. Apenas um dos auditores votou contra a suspensão e multa do atacante.
De acordo com a denúncia, o atleta teria forçado a aplicação de um cartão amarelo durante a partida contra o Santos, disputada no estádio Mané Garrincha, em Brasília, em 2023, o que teria beneficiado apostadores.
Na defesa de Bruno Henrique, estão o advogado Ricardo Pieri Nunes e outros dois representantes do Flamengo: Michel Assef Filho e Flavio Willeman, que também é vice-presidente do clube.
Durante o julgamento, o atacante negou as acusações e reforçou a confiança na decisão do tribunal. Apesar disso, o atleta se negou a responder às perguntas dos auditores no decorrer da ocasião.
"Gostaria de reafirmar a minha inocência. Dizer que confio na justiça desportiva. Jamais cometi as infrações que estou sendo acusado. Meus advogados estão aí e falarão por mim durante a defesa do processo. Faço questão de mostrar o meu respeito e a minha total confiança nesse tribunal. E desejo um excelente julgamento a todos. Que tudo transcorra de forma leve e justa. Uma boa tarde a todos. Só isso mesmo", concluiu o camisa 27 da Gávea.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.