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O ex-zagueiro italiano Paolo Maldini, atual diretor de seleções da Federação Italiana de Futebol (FIGC), revelou que a entidade procurou Carlo Ancelotti para assumir o comando da Azzurra antes de iniciar conversas com Pep Guardiola. Segundo ele, a prioridade foi consultar os principais treinadores do futebol mundial.
"Achamos justo começar pelos melhores do mundo, mas é preciso verificar a disponibilidade de cada um", disse Maldini durante entrevista coletiva.
Ancelotti, no entanto, tem contrato com a seleção brasileira até a Copa do Mundo de 2030, o que dificulta qualquer possibilidade de saída.
Segundo o jornal La Gazzetta dello Sport, Guardiola também está distante de um acordo. O espanhol teria pedido cerca de 20 milhões de euros por temporada, enquanto a FIGC trabalha com um orçamento próximo de 10 milhões de euros para o cargo.
Sem consenso nas negociações, a federação avalia outras opções para substituir Gennaro Gattuso, demitido após a Itália ficar fora da Copa do Mundo de 2026. Andrea Pirlo desponta como principal alternativa, seguido por Roberto Mancini e Antonio Conte.
Maldini e o brasileiro Leonardo foram anunciados recentemente para cargos executivos na FIGC e conduzem o processo de escolha do novo comandante da Azzurra.
O ex-jogador Paolo Maldini utilizou as redes sociais na última segunda-feira (5) para comentar os desdobramentos políticos na Venezuela após a ofensiva militar dos Estados Unidos que resultou na captura de Nicolás Maduro. Ídolo do Milan e da seleção italiana, Maldini tem ligação familiar com o país sul-americano: ele é casado com a ex-modelo venezuelana Adriana Fossa, e os dois filhos do casal, Daniel e Christian, possuem cidadania venezuelana.
Em publicações feitas nos stories de seu perfil no Instagram, Maldini compartilhou vídeos que mostram manifestações de venezuelanos nas ruas, com bandeiras do país, celebrando a queda do governo. Em uma das gravações, o ex-jogador escreveu que a Venezuela estaria “livre após 27 anos de ditadura”. O italiano também repostou imagens de atos comemorativos registrados em diferentes partes do mundo.


Não é a primeira vez que Maldini se posiciona publicamente sobre a situação política venezuelana. Em 2019, durante protestos contra a segunda posse de Maduro, o ex-atleta já havia se manifestado em defesa de uma "Venezuela livre". Naquele período, o mandato iniciado em 2019 foi alvo de questionamentos internacionais, após eleições realizadas em 2018 que não foram reconhecidas por diversos países, sob alegação de falta de garantias democráticas.
CAPTURA DE MADURO
Na madrugada do último sábado (3), forças armadas dos Estados Unidos realizaram ataques a Caracas e a outras cidades venezuelanas. Segundo informações divulgadas pelo governo norte-americano, Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e levados para os Estados Unidos. Em pronunciamento oficial, o presidente Donald Trump afirmou que a operação foi bem-sucedida e anunciou que os EUA passarão a administrar a Venezuela, sem detalhar o prazo ou os termos dessa intervenção.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.