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O ex-jogador Paolo Maldini utilizou as redes sociais na última segunda-feira (5) para comentar os desdobramentos políticos na Venezuela após a ofensiva militar dos Estados Unidos que resultou na captura de Nicolás Maduro. Ídolo do Milan e da seleção italiana, Maldini tem ligação familiar com o país sul-americano: ele é casado com a ex-modelo venezuelana Adriana Fossa, e os dois filhos do casal, Daniel e Christian, possuem cidadania venezuelana.
Em publicações feitas nos stories de seu perfil no Instagram, Maldini compartilhou vídeos que mostram manifestações de venezuelanos nas ruas, com bandeiras do país, celebrando a queda do governo. Em uma das gravações, o ex-jogador escreveu que a Venezuela estaria “livre após 27 anos de ditadura”. O italiano também repostou imagens de atos comemorativos registrados em diferentes partes do mundo.


Não é a primeira vez que Maldini se posiciona publicamente sobre a situação política venezuelana. Em 2019, durante protestos contra a segunda posse de Maduro, o ex-atleta já havia se manifestado em defesa de uma "Venezuela livre". Naquele período, o mandato iniciado em 2019 foi alvo de questionamentos internacionais, após eleições realizadas em 2018 que não foram reconhecidas por diversos países, sob alegação de falta de garantias democráticas.
CAPTURA DE MADURO
Na madrugada do último sábado (3), forças armadas dos Estados Unidos realizaram ataques a Caracas e a outras cidades venezuelanas. Segundo informações divulgadas pelo governo norte-americano, Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e levados para os Estados Unidos. Em pronunciamento oficial, o presidente Donald Trump afirmou que a operação foi bem-sucedida e anunciou que os EUA passarão a administrar a Venezuela, sem detalhar o prazo ou os termos dessa intervenção.
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Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.