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Na última segunda-feira (25), uma soldado da Polícia Militar atirou em uma major dentro da Vila Militar localizada no Centro Administrativo da Bahia (CAB). A praça, identificada como Ana Beatriz de Jesus Alves Santos, agora é alvo de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) na corporação.
O processo obtido pelo Bahia Notícias revela detalhes da ação da soldado e aponta indícios de que a ação foi planejada. O episódio aconteceu na sede do Comando de Policiamento Regional da Capital - Central.
O documento da Corregedoria narra a ordem dos acontecimentos dentro do Núcleo de Gestão Administrativa e Financeira da unidade, onde a major Caroline Ferreira Souza foi atingida. Ela estava desarmada quando a soldado efetuou diversos disparos e chegou a anunciar a ação. “Agora você vai morrer”, disse a praça ao disparar contra sua superior.
Outras policiais também estavam presentes no momento da ofensiva, e tiveram que se abrigar para não serem baleadas. Em seguida, Beatriz saiu da sala ainda com a arma em punho, momento em que foi abordada por um soldado.
Segundo o relato, ela tentou atirar contra o policial e ele precisou revidar para imobilizá-la. O soldado conta que viu Beatriz com seguindo em direção a sala do comandante e do subcomandante. Após a rendição, ambas foram levadas ao Hospital Roberto Santos.
Diante da sequência dos fatos, o relatório da Corregedoria apontou sinais de “premeditação”, já que a atiradora teria manifestado a uma servidora terceirizada a intenção de matar sua chefe. Segundo o boletim inicial, ela portava duas facas, uma peixeira e uma serra de pão, o que, para o órgão, demonstra “intenção letal da policial militar”.
A motivação do crime ainda não foi atestada, mas testemunhas ouvidas para abertura do processo indicam que ela teria recebido uma comunicação após se desentender com outra colega da corporação. Segundo fontes da polícia militar, a soldado não reagiu bem ao fato da major ter reportado sua conduta para a Corregedoria.
A soldado está temporariamente proibida de usar armas ou uniforme nos próximos 30 dias.
As buscas pela menina de 12 anos que desapareceu após cair em um bueiro em Dias d'Ávila ganharam reforço nesta quinta-feira (28). A estudante está desaparecida há mais de 24 horas. Cerca de 30 bombeiros militares se juntaram aos trabalhos para auxiliar nas buscas. As equipes se concentram em seguir o curso dos ductos e realizar buscas em terra até uma lagoa próxima.
Um helicóptero também auxilia nas buscas aéreas. Na manhã desta quinta-feira, a mochila da menina foi encontrada a cerca de 2 km do local do desaparecimento, o que renovou as esperanças pelas equipes de resgate, o que indica que ela pode ter sido arrastada pela correnteza a longas distâncias.
“Estamos trabalhando incansavelmente para localizar a menina. Utilizamos câmeras especializadas para inspecionar os ductos e estamos seguindo todas as pistas possíveis”, afirmou a major Renata Stanchi, comandante da operação
Confira o vídeo da chegada dos agentes:
? Vídeo: Corpo de bombeiros intensifica buscas por menina desaparecida em Dias D'Ávila
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) November 28, 2024
Confira o vídeo ? pic.twitter.com/RGWQ53uWdn
Um acidente trágico no oeste da Bahia matou um major da Polícia Militar e sua esposa nesta sexta-feira (9). Pedro Paulo de Araújo Fiuza, 49 anos, era comandante da 85ª Companhia Independente de Polícia Militar, sediada em Luís Eduardo Magalhães. As informações são do Blog do Anderson, parceiro do Bahia Notícias.
O acidente que também vitimou Cintya Paloma Moreira Carvalho, 37 anos, esposa do major, ocorreu na BR-242, no trecho da Serra da Piragiba, em Muquém do São Francisco – como confirmam informações do site Achei Sudoeste, parceiro do BN.
O major Pedro Paulo atuou durante anos como comandante e, após a criação da 94ª CIPM, subcomandante da Companhia de Caetité, onde residiu e também a terra natal de Cintya Paloma. Informações sobre velório e sepultamento ainda não foram divulgadas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Silvio Humberto
"Importa destacar que registros da própria Câmara Municipal de Salvador confirmam que a denunciante jamais integrou o quadro funcional do gabinete do vereador Silvio Humberto, nem de qualquer outro gabinete da Casa".
Disse o vereador de Salvador Silvio Humberto (PSB) após rebater as acusações da prática de “rachadinha” e negar todas as acusações. Em publicação nesta segunda-feira (27), a equipe do vereador apresentou um atestado da Câmara Municipal que comprova a ausência de vínculo com Ingrid da Silva de Jesus, a denunciante.