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Sucesso em todo Brasil com 2 milhões de espectadores e expectativas para ser o representante brasileiro indicado ao Oscar 2025, ‘Ainda Estou Aqui’ se tornou o filme brasileiro mais assistido da Bahia em 2024. O longa-metragem ultrapassou ‘Minha Irmã e Eu’, com 79.024 espectadores em menos de um mês de exibição.
Conforme dados da Agência Nacional do Cinema (Ancine), a produção, dirigida por Walter Salles e estrelado por Fernanda Torres e Selton Mello, também é o filme mais assistido de Salvador no ano. Na capital baiana, ‘Ainda Estou Aqui’ atraiu mais de 50 mil espectadores a salas de exibição, com cerca de 706 sessões realizadas até 27 de novembro.
Considerando os filmes internacionais, ‘Ainda Estou Aqui’ é o 11º filme mais assistido na Bahia. ‘Divertidamente 2’ é a produção estrangeira mais vista pelos baianos nas salas de exibição. A animação da Disney teve 11.667 sessões realizadas e registrou um público de 795.418 espectadores.
Apesar do sucesso notável, o filme ainda não superou o público conquistado pela continuação de Ó Pai Ó lançada no ano passado. Estreado em 23 de novembro de 2023, o filme dirigido por Viviane Ferreira ainda é o mais assistido na Bahia e em Salvador em um ano.
‘Ó Pai, Ó 2’ alcançou, em 46 dias de exibição, 90.687 espectadores no estado da Bahia. Em Salvador, a continuação do clássico baiano do Bando de Teatro Olodum alcançou 67.319 espectadores, com 1.787 sessões realizadas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.