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A Copa do Mundo Feminina de futebol começou nesta quinta-feira (20) com as vitórias das anfitriãs Nova Zelândia e Austrália contra Noruega e Irlanda, ambas por 1 a 0, pelos respectivos Grupos A e B da competição. Ainda hoje, às 22h, Nigéria e Canadá fecham a primeira rodada do Grupo B.
No segundo dia da Copa, a bola começa a rolar na madrugada desta sexta, às 2h, com a partida entre Filipinas x Suíça, pelo Grupo A, e Espanha x Costa Rica, às 4h30, pelo Grupo C.
No "turno da noite", é a vez da maior campeã e vencedora das duas últimas edições da Copa, a seleção dos Estados Unidos, fazer a sua estreia contra o Vietnã, às 22h, pelo Grupo E. No total, os Estados Unidos possuem quatro taças conquistadas em 1991, 1999, 2015 e 2019.
Com nomes lendários no seu elenco, como a atacante Megan Rapinoe, de 38 anos, vencedora da Bola de Ouro da Copa da França, em 2019, e que joga o seu último Mundial, a seleção estadunidense enfrenta um em Copas. Apesar da inexperiência, a seleção vietnamita vem do título dos últimos Jogos do Sudeste Asiático.
Além de Estados Unidos e Vietnã, Holanda e Portugal compõe o Grupo E da Copa do Mundo Feminina de futebol. A aguardada estreia da seleção brasileira acontece na próxima segunda-feira, dia 24, contra o Panamá, pelo Grupo F. Depois, as brasileiras enfrentam a França, no dia 29, e fecham a sua participação na fase de grupos contra a Jamaica, no dia 2 de agosto.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.