Artigos
O Paraguaçu sob ataque
Multimídia
Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
maiana guimaraes e silva
A advogada e professora baiana Maiana Guimarães e Silva conquistou um importante reconhecimento internacional. A 11ª edição do livro Curso de Direito Institucional, escrito em coautoria com seu pai, o professor e subprocurador-geral do Trabalho Manoel Jorge e Silva Neto, passou a integrar o acervo da tradicional Bibliothèque Cujas, considerada uma das mais relevantes bibliotecas jurídicas da França.
O exemplar foi incorporado ao acervo após uma doação realizada pela própria autora durante viagem a Paris. Ligada ao ambiente universitário francês, a instituição é referência para estudantes, pesquisadores, magistrados e profissionais do Direito de diferentes países.
Além da visita à biblioteca, Maiana aproveitou a estadia na capital francesa para desenvolver pesquisas acadêmicas na Universidade Sorbonne, uma das mais tradicionais instituições de ensino superior da Europa.
A presença da obra na Bibliothèque Cujas amplia a projeção internacional de um livro que há anos contribui para os estudos do Direito Constitucional e fortalece a circulação do pensamento jurídico brasileiro em importantes centros acadêmicos do exterior.
“Mais do que uma viagem internacional, a passagem por Paris representou uma oportunidade de fortalecer laços acadêmicos, compartilhar conhecimento e consolidar um legado intelectual que agora passa a fazer parte do acervo de uma das mais tradicionais instituições jurídicas do mundo”, destacou Maiana.
Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.